Adil, ex-jogador de futebol, reflete sobre sua superação após um acidente que o deixou com limitações motoras. Aos 60 anos, ele compartilha sua trajetória em um livro e destaca a importância da resiliência.

A vida de Adil, ex-jogador de futebol, mudou drasticamente após um acidente automobilístico em setembro de 2000, que o deixou com limitações motoras. Com passagens por clubes como Cruzeiro, Bahia e Corinthians, Adil viu sua carreira interrompida aos 35 anos. Após o acidente, foi desenganado por médicos e considerado tetraplégico, mas sua determinação e a evolução da medicina foram fundamentais para sua recuperação.
Aos 60 anos, Adil reflete sobre sua trajetória de superação e expressa gratidão pela ajuda recebida de familiares, amigos e profissionais de saúde. Ele destaca que a vontade de se recuperar deve partir do próprio indivíduo. “A mensagem é que tem muita gente para ajudar, mas a vontade e a determinação têm de partir de você”, afirma.
Durante sua carreira, Adil teve momentos marcantes, como sua chegada ao Corinthians, onde foi recebido com a tradicional sirene do Parque São Jorge. Ele também recorda a relação com o presidente Vicente Matheus e a emoção de jogar ao lado de grandes nomes do futebol, como Viola e Dener. Sua passagem pela Portuguesa, onde teve destaque, foi um dos pontos altos de sua trajetória.
Após o acidente, Adil passou por um longo processo de reabilitação, que incluiu tratamentos em São Paulo e Juiz de Fora. Ele conseguiu recuperar parte de seus movimentos e, com o tempo, passou a utilizar muletas. A resiliência e a força de vontade o ajudaram a se reerguer e a voltar ao futebol, agora como dirigente em clubes menores.
Em 2021, a história de Adil foi documentada no livro “Adil, craque na bola, craque na vida: uma história de superação e conquistas”, escrito por seu amigo de infância, Nei Medina. O livro, que reúne memórias e conquistas do ex-jogador, destaca a importância de sua trajetória e a inspiração que ele representa para muitos.
Adil, que vive com limitações, mantém uma atitude positiva e grata pela vida. Ele acredita que sua experiência pode servir de motivação para outras pessoas enfrentarem dificuldades. “Eu poderia ter partido há 25 anos, mas já que eu fiquei, alguma coisa de bom eu tenho que deixar aqui”, conclui. A história de Adil é um lembrete de que a união e o apoio da sociedade podem fazer a diferença na vida de quem enfrenta desafios semelhantes.

A senadora Mara Gabrilli criticou o veto do presidente Lula à pensão vitalícia para crianças com Síndrome Congênita do Zika, destacando a necessidade urgente de apoio às famílias. A pressão por mudanças continua.

Rebeca Andrade, maior medalhista olímpica do Brasil, recebeu o Prêmio Laureus como Retorno do Ano, destacando a importância da psicóloga Aline Wolff em sua superação de lesões e desafios mentais. Tite também anunciou pausa na carreira por saúde mental.

Denise de Sá, pedagoga e paciente oncológica, mantém seu alto astral e gratidão pelo SUS, mesmo após enfrentar um tratamento intenso para câncer colorretal. Sua história inspira e destaca a importância do apoio comunitário.

O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses celebrou seus 44 anos com uma festa das comunidades locais e um fenômeno inusitado: uma esfera incandescente no céu, possivelmente lixo espacial do satélite Starlink 32563. O evento atraiu a curiosidade da população, que se mobilizou para encontrar vestígios do satélite, enquanto especialistas confirmaram a reentrada de detritos na atmosfera.

Whindersson Nunes revelou sua internação voluntária em clínica psiquiátrica, destacando a importância do tratamento e o apoio recebido. O cardiologista Ricardo Camarinha sugere atividades como trabalhar, ler e ensinar para manter a saúde mental e emocional.
Iniciou a terceira turma do curso da Rede de Hortos Agroflorestais Medicinais Biodinâmicos, com 65 servidores da Secretaria de Saúde do DF, para capacitar na instalação de hortos em unidades de saúde. A formação, em parceria com a Fiocruz Brasília, visa promover saúde integral e expandir práticas integrativas.