Adolescente em tratamento de osteossarcoma em Luziânia (GO) enfrenta bullying sistemático na escola, levando ao indiciamento da diretora e da coordenadora por omissão. A situação revela a gravidade da intimidação e a necessidade de proteção integral.

A dor física causada pelo câncer é um desafio imenso, mas para uma jovem em Luziânia (GO), a situação se agravou com o bullying. A Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) apurou que a adolescente, aluna do Colégio Estadual Osfaya, foi alvo de intimidações sistemáticas na escola, com a omissão da direção, mesmo após alertas da família.
Diagnosticada com osteossarcoma, um tipo de câncer ósseo, a jovem passou a usar uma prótese na perna em 2023. As investigações revelaram que essa condição foi o gatilho para agressões verbais e comportamentais de duas colegas, que se intensificaram nos últimos três meses.
A Polícia Civil de Goiás (PCGO) constatou que tanto a diretora quanto a coordenadora administrativa estavam cientes das agressões e decidiram não agir. Essa omissão deliberada resultou no indiciamento das educadoras pelo crime de intimidação sistemática, conhecido como bullying, e por descumprirem os princípios de proteção integral do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Além das servidoras, as autoras das agressões foram identificadas. A PCGO coletou provas materiais e testemunhais que confirmam a autoria dos atos. O inquérito foi finalizado e encaminhado às autoridades competentes, que agora devem decidir sobre as próximas medidas legais.
Esse caso destaca a importância de um ambiente escolar seguro e acolhedor, especialmente para estudantes que enfrentam desafios de saúde. A omissão de responsáveis pode agravar o sofrimento de jovens vulneráveis, tornando essencial a conscientização sobre o bullying e a necessidade de ações efetivas para combatê-lo.
Nessa situação, a união da sociedade pode fazer a diferença, apoiando iniciativas que promovam a inclusão e o respeito nas escolas. Projetos que visem ajudar vítimas de bullying e promover um ambiente escolar mais seguro devem ser incentivados e apoiados por todos nós.

Atualmente, 385 museus estão fechados no Brasil, representando 9,6% do total, com o Museu Giramundo em Belo Horizonte como exemplo de instituição afetada por altos custos e falta de recursos. A situação é alarmante, com a maioria dos fechamentos ocorrendo em São Paulo e Minas Gerais, e a falta de investimento público e pessoal agrava a crise no setor cultural.

Monica Besser homenageia Ailton Krenak em novo álbum com participação de Mateus Aleluia e arte de Ernesto Neto, disponível após show em 8 de julho. Eventos sociais e apoio à comunidade marcam a agenda da região.

Lívia Gueissaz, influenciadora de moda, vivenciou práticas ancestrais com mulheres Guajajara no Festival do Mel, promovido pela ministra Sonia Guajajara, destacando a conexão espiritual com a floresta. A experiência, sem registros, foi um profundo aprendizado sobre escuta e respeito à cultura indígena.

O festival Latinidades, que homenageia Lélia Gonzalez, ocorre até 31 de julho de 2025, com programação diversificada e apoio da Shell Brasil, destacando a força das mulheres negras na cultura. Com shows de artistas como Luedji Luna e Karol Conká, o evento se expande por Brasília, promovendo a inclusão e a valorização da cultura afro-latina.

Vice-prefeito de São Paulo, Mello Araújo, anunciou que sessenta usuários da cracolândia se internaram voluntariamente, refletindo um esvaziamento na área. O vice-governador, Felicio Ramuth, confirmou que 1.200 pessoas estão sendo tratadas em instituições de saúde.

A atriz Ana Hikari e outras mulheres discutem a falta de suporte estatal para cuidados na velhice, evidenciando a necessidade de planejamento financeiro em um contexto de queda na taxa de fecundidade.