Ana Hickmann, Luiza Brunet e Pâmella Holanda, vítimas de violência doméstica, destacam a urgência do combate a essa epidemia no Brasil, que registrou 1.463 feminicídios em 2024. A falta de apoio às vítimas e a necessidade de ações concretas são alarmantes.

Ana Hickmann, Luiza Brunet e Pâmella Holanda são exemplos de mulheres influentes que enfrentaram a violência doméstica. Apesar de sua visibilidade e independência financeira, todas elas romperam o silêncio sobre experiências traumáticas. Neste Agosto Lilás, mês dedicado ao combate à violência contra a mulher, o Brasil se depara com dados alarmantes: em 2024, foram registrados 1.463 feminicídios, o que representa uma média de quatro mortes diárias. O aumento nas tentativas de feminicídio e nas agressões físicas, patrimoniais e psicológicas revela que a violência doméstica é uma epidemia silenciosa.
A criminalista Lorena Pontes, especialista em crimes de gênero, destaca que os casos de figuras públicas não refletem a totalidade do problema. “Quando uma celebridade denuncia, há um choque coletivo, mas milhares de mulheres sofrem caladas, sem visibilidade e sem apoio”, afirma. Em novembro de 2023, Ana Hickmann registrou um boletim de ocorrência contra seu ex-marido por agressão e ameaça. Luiza Brunet denunciou o empresário Lírio Parisotto em 2016 após sofrer espancamentos que resultaram em fraturas. Pâmella Holanda também expôs sua situação ao divulgar vídeos de agressões por parte do ex-marido, o DJ Ivis.
Apesar da Lei Maria da Penha ser uma das mais avançadas do mundo, a falta de estrutura para acolher as vítimas é um dos principais obstáculos. Dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) mostram que mais de 45 mil medidas protetivas foram concedidas no primeiro semestre de 2025, mas muitas não são efetivamente fiscalizadas. “A medida protetiva, sozinha, não salva vidas. É necessário oferecer uma rede de apoio real, incluindo moradia, auxílio financeiro e atendimento psicológico”, explica Lorena Pontes.
O Agosto Lilás, que marca a sanção da Lei Maria da Penha, deve ir além da conscientização e exigir ações concretas. Para Pontes, o mês deve ser um chamado à responsabilidade coletiva. “Agosto Lilás não é apenas um laço roxo na roupa. É perceber que essa violência pode estar próxima. É hora de responsabilizar o agressor e acolher a vítima antes que ela se torne mais uma estatística”, conclui.
Se você ou alguém que conhece está enfrentando violência, é fundamental buscar ajuda. Ligue 180, a Central de Atendimento à Mulher, ou procure a Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (DEAM) mais próxima. A união da sociedade pode fazer a diferença na vida de muitas mulheres que precisam de apoio e proteção.
Iniciativas que promovem a proteção e o acolhimento de vítimas de violência são essenciais. O apoio da sociedade civil pode transformar realidades e oferecer alternativas para mulheres que se encontram em situações de risco. Vamos juntos fortalecer essas ações e garantir um futuro mais seguro para todas.

O CNPEM desenvolve o primeiro protótipo brasileiro de ressonância magnética, com investimento de R$ 8 milhões, para atender a demanda do SUS em regiões remotas. A iniciativa visa melhorar o acesso a exames de imagem.

Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados, anunciou a criação de um grupo de trabalho para desenvolver um projeto de lei que visa proteger crianças na internet, abordando a "adultização infantil". A proposta será debatida em uma Comissão Geral no dia 20, após denúncias de conteúdos inapropriados envolvendo menores.

Marcas brasileiras inovam no Dia dos Namorados com experiências românticas e ações sociais. Entre as iniciativas, destacam-se o Parque Bondinho Pão de Açúcar e campanhas de troca de produtos.

A detecção precoce do câncer colorretal é vital, com recomendações para exames a partir dos 50 anos. Sintomas como anemia e fadiga podem ser sinais iniciais, exigindo atenção médica.

Felca, influenciador digital, viralizou com o vídeo "Adultização", que alerta sobre a exposição de crianças nas redes sociais, gerando debates em Brasília sobre proteção infantil. O conteúdo, que já alcançou mais de 44 milhões de visualizações, destaca os riscos da captura de imagens de menores por algoritmos. A discussão resultou em propostas de lei para reforçar a segurança das crianças online.

Neste fim de semana, a Praia de Copacabana sediará a 7ª etapa do Circuito Fairmont de Beach Tennis e a 2ª Copa Rio de Futebol de Praia, reunindo 794 atletas e promovendo inclusão social. O evento de beach tennis contará com 374 competidores, incluindo duplas de destaque, e introduzirá a categoria E para iniciantes. Já a Copa Rio, com 420 participantes, visa transformar vidas através do esporte, especialmente para jovens de comunidades carentes.