O programa AgroAmigo expande sua atuação com agentes de crédito itinerantes, visando beneficiar mais de 100 mil famílias com até R$ 1 bilhão em microcrédito rural. A iniciativa conecta agricultores a serviços de consultoria e assistência.

O programa AgroAmigo, que oferece microcrédito rural, agora conta com agentes de crédito itinerantes que facilitam a conexão entre agricultores familiares e serviços de consultoria. Financiado pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), o programa visa disponibilizar até R$ 1 bilhão para mais de 100 mil famílias, promovendo a inclusão produtiva e a melhoria da qualidade de vida no campo.
Os agentes de crédito, em parceria com lideranças comunitárias e associações agrícolas, atuam nas regiões Norte e Centro-Oeste do Brasil. Eles identificam a demanda por serviços de consultoria, orientação financeira e assistência técnica, utilizando a metodologia do Programa Nacional do Microcrédito Produtivo Orientado (PNMPO). O microcrédito pode ser utilizado para a compra de insumos, equipamentos e melhorias na infraestrutura agrícola.
Atualmente, já foram firmados 10.610 contratos do AgroAmigo. A Caixa Econômica Federal é responsável pela operação do microcrédito, repassando os recursos do MIDR para instituições financeiras credenciadas, como a CACTVS. Esta instituição conta com cerca de 40 agentes de crédito, que são profissionais com formação em áreas como agronomia e zootecnia, e que realizam atendimentos itinerantes.
O Coordenador de microfinanças da região Centro-Oeste, Guilherme Rafael, destaca que a CACTVS busca ativamente novos beneficiários através de líderes comunitários e eventos de microcrédito. Durante essas ações, são realizadas palestras informativas sobre educação financeira, onde os agricultores podem esclarecer dúvidas sobre o processo de contratação do microcrédito.
Maria Jandirene da Silva, uma agricultora familiar de Vitória do Jari (AP), é um exemplo do impacto positivo do programa. Com um crédito de R$ 12 mil, ela investiu em sua produção de hortaliças e criações diversas. A confiança gerada pela orientação da Coordenadora de Microcrédito da CACTVS, Kimy Dias de Jesus, foi fundamental para que ela decidisse contratar o empréstimo, permitindo a ampliação de sua produção e a melhoria de sua renda familiar.
A história de Maria Jandirene ilustra como o microcrédito, aliado a orientações adequadas, pode transformar a vida de agricultores familiares. Iniciativas como essa merecem ser apoiadas pela sociedade civil, pois a união em torno de causas sociais pode proporcionar oportunidades e melhorias significativas para aqueles que mais precisam.

A RioLuz celebra três décadas e meia com a revitalização da iluminação do Palacete Princesa Isabel, destacando sua arquitetura neoclássica e promovendo segurança ao novo centro cultural. O projeto, em colaboração com a Secretaria Municipal de Cultura, incluiu a instalação de 83 luminárias, 21 projetores e 37 postes, valorizando o patrimônio histórico e beneficiando a comunidade local.

Garimpeiros, como Chico Osório, ainda buscam ouro na extinta Serra Pelada, enquanto novos projetos visam transformar a região em um destino turístico, refletindo mudanças nas aspirações locais.

Iniciam-se as obras do Parque Urbano no Jacarezinho, com investimento de R$ 43 milhões. O espaço contará com ginásio, skate park e complexos esportivos, promovendo lazer e esporte na comunidade.

O Programa Cidades Intermediadoras, do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, avança ao permitir que cidades indiquem três demandas prioritárias para guiar ações do Governo Federal. Essa iniciativa visa fortalecer o desenvolvimento regional e melhorar a qualidade de vida, promovendo um diálogo direto com prefeitos e alinhando as ações às necessidades locais. A participação ativa dos gestores é essencial para garantir soluções eficazes e sustentáveis.

A Justiça reconheceu o direito do cão Tokinho a ser indenizado por danos morais após ser agredido por seu ex-tutor, um avanço no reconhecimento dos animais como seres sencientes. Essa decisão reforça a importância de respeitar os interesses e direitos dos animais, promovendo uma mudança significativa nas relações entre humanos e pets.

Santos pode ganhar um novo terminal de cruzeiros em uma ilha artificial, com investimento de R$ 1,24 bilhão, criando 7.500 empregos e atraindo 3 milhões de turistas até 2035. O projeto visa modernizar a infraestrutura portuária e impulsionar o turismo na cidade.