Cientistas revelam seis hábitos essenciais para prevenir a demência, incluindo estimulação cerebral e controle da pressão arterial, em um cenário onde a OMS prevê um aumento alarmante de casos até 2050.

A demência é uma condição que está se tornando cada vez mais comum, com a Organização Mundial da Saúde (OMS) prevendo que os casos tripliquem até dois mil e cinquenta. Para combater essa tendência alarmante, hábitos saudáveis são fundamentais. Cientistas identificaram seis práticas essenciais que podem ajudar a reduzir o risco de desenvolver a doença, enfatizando que a prevenção deve começar desde a infância.
Os hábitos incluem a estimulação cerebral, que deve ser mantida ao longo da vida. Manter-se intelectualmente ativo, por meio de leituras e jogos, é crucial para formar uma reserva cognitiva. Além disso, o controle da pressão arterial é vital, especialmente após os quarenta anos, pois a hipertensão está diretamente ligada ao aumento do risco de demência.
Outra recomendação é proteger a cabeça de lesões, que podem acelerar o declínio cognitivo. Usar capacetes em atividades esportivas e ao andar de bicicleta é uma medida simples, mas eficaz. A saúde auditiva também deve ser priorizada, já que a perda auditiva está associada a um maior risco de demência. Evitar ruídos altos e usar fones de ouvido com moderação são ações importantes.
O diabetes tipo dois é um fator de risco significativo para a demência. Portanto, uma alimentação balanceada, atividade física regular e controle do peso são essenciais para prevenir essa condição. A prática de exercícios físicos, como caminhadas e natação, é recomendada pela OMS, que sugere pelo menos cento e cinquenta minutos de atividade aeróbica por semana.
Além desses hábitos, evitar o tabagismo e reduzir o consumo de álcool também contribuem para a saúde cerebral. A soma de comportamentos saudáveis ao longo da vida é a melhor estratégia para combater a demência e garantir uma qualidade de vida melhor na terceira idade. É importante estar atento a sinais de demência, como irritabilidade e dificuldades em seguir receitas, que podem ser ignorados.
Nossa união pode fazer a diferença na luta contra a demência. Projetos que promovem a saúde e a conscientização sobre a importância de hábitos saudáveis são essenciais e podem ser apoiados pela sociedade civil. Juntos, podemos ajudar a criar um futuro mais saudável e consciente para todos.

O Ministério da Saúde lançou a campanha “Se pode ser dengue, pode ser grave” para alertar sobre a doença. Apesar da redução de 72% nos casos prováveis de dengue em 2025, a letalidade ainda preocupa. A comunicação enfatiza a importância do diagnóstico precoce e combate à automedicação, que pode agravar a situação.

Fernando Scherer, o ex-nadador olímpico conhecido como "Xuxa", revelou em entrevista à revista GQ suas lutas contra vícios em álcool e pornografia, destacando sua superação por meio de terapia e meditação. Ele agora compartilha experiências sobre saúde mental nas redes sociais, incentivando outros a falarem sobre seus desafios.

Pesquisadores da USP descobriram uma molécula no veneno do escorpião Brotheas amazonicus com potencial antitumoral semelhante ao paclitaxel, além de novas estratégias em imunoterapia e inteligência artificial para o câncer. Essa pesquisa, apresentada na FAPESP Week França, pode revolucionar o tratamento do câncer de mama e outras doenças.

Em 2024, o Sistema Único de Saúde (SUS) implementou testes moleculares para detecção de HPV, visando melhorar o rastreamento do câncer de colo de útero. Um estudo no Amazonas revelou que o DNA de HPV circulante pode indicar recidiva da doença.

A Anvisa autorizou a primeira vacina contra chikungunya, desenvolvida pelo Instituto Butantan e Valneva, com eficácia comprovada em estudos clínicos. A vacinação será direcionada a adultos.

Estudos recentes revelam que a osteoporose pode começar na infância, com mais de noventa por cento da massa óssea adquirida até os vinte anos, ressaltando a importância de alimentação e atividade física desde cedo.