A Allos, maior grupo de shoppings do Brasil, reportou lucro de R$ 242,1 milhões no primeiro trimestre de 2025 e planeja um protocolo de acessibilidade, além de investir em recarga de veículos elétricos e mídia digital.

A Allos, resultado da fusão entre Aliansce Sonae e brMalls, se consolidou como o maior grupo de shoppings do Brasil, operando 55 centros comerciais. No primeiro trimestre de 2025, a empresa reportou um lucro de R$ 242,1 milhões, quatro vezes maior que o mesmo período do ano anterior. O CEO da companhia, Rafael Sales, destacou que a incerteza econômica, especialmente em relação às taxas de juros, limita a capacidade de expansão, embora a ocupação dos shoppings permaneça positiva e a inadimplência tenha diminuído.
Desde a fusão, a Allos ampliou de dez para dezesseis o número de shoppings com vendas superiores a R$ 1 bilhão por ano. A empresa também realizou desinvestimentos de R$ 2,5 bilhões nos últimos dois anos, ajustando sua carteira. Além disso, a Allos está diversificando seus negócios com iniciativas como a Karg, que oferece recarga de veículos elétricos, e a Helloo, focada em mídia digital, que já representa 6% da receita total da companhia.
Sales enfatizou a importância de um protocolo de acessibilidade, um projeto pessoal que surgiu após um acidente que o deixou tetraplégico. Ele acredita que a inclusão vai além de cumprir normas, sendo necessário um compromisso contínuo para criar ambientes acessíveis e amigáveis. A Allos planeja desenvolver um protocolo de acessibilidade até 2030, visando não apenas os shoppings, mas também as lojas dentro deles.
O CEO também mencionou que a operação da Allos está se adaptando ao conceito "fígital", que combina experiências físicas e digitais. A empresa busca engajar os consumidores por meio de aplicativos e promoções, além de criar experiências inovadoras, como a instalação de centros médicos em shoppings, que aumentaram o fluxo de visitantes.
Embora a Allos esteja focada em expandir suas operações, o cenário atual de valuation dificulta aquisições. Os preços dos ativos no mercado privado estão mais altos do que no mercado público, tornando as aquisições menos atraentes. A companhia continua a avaliar tanto desinvestimentos quanto novos investimentos, mantendo um olhar atento às oportunidades no mercado.
Com a crescente demanda por acessibilidade e inclusão, a Allos se posiciona como uma referência no setor. Projetos que visam a melhoria da acessibilidade e a promoção da diversidade são essenciais para criar um ambiente mais acolhedor. A união da sociedade civil pode ser um fator crucial para apoiar iniciativas que beneficiem todos os frequentadores dos shoppings, promovendo um espaço mais inclusivo e acessível.

O Sesc RJ inaugurará sua primeira unidade na Zona Oeste em 2027, em Jacarepaguá, com um complexo de 11.800 m² que incluirá diversas instalações e tecnologias sustentáveis. O projeto visa ampliar os serviços de assistência, cultura, educação, lazer e saúde na região.

Dez Baianas do Acarajé serão certificadas pela Prefeitura do Rio, garantindo legalidade e segurança em suas atividades. O reconhecimento fortalece a cultura afro-brasileira e assegura direitos.

A prefeitura do Rio instituiu o “Circuito de Desfiles da Avenida Chile — Bira Presidente” em homenagem a Ubirajara Félix do Nascimento, cofundador do Fundo de Quintal. O circuito, que celebra a memória do sambista, já era utilizado pelo bloco Cacique de Ramos e será gerido pela Riotur. Bira, que faleceu em junho de 2023, foi fundamental na valorização do samba e do carnaval de rua.

Tati Machado compartilha sua experiência de luto perinatal após a perda do filho Rael e destaca a importância da Lei nº 15.139/2025, que garante apoio psicológico a famílias enlutadas. A legislação, sancionada em maio, institui a Política Nacional de Humanização do Luto Materno e Parental, promovendo um atendimento mais acolhedor e humano nas maternidades.

Torcida do Ceará homenageia o autismo com mosaico 3D e ações inclusivas durante jogo contra o Grêmio, destacando a importância da conscientização no Abril Azul.

Durante o 1º Simpósio STJ Autismo e Justiça, a ministra Daniela Teixeira criticou a necessidade de mães recorrerem à Justiça para obter fraldas para filhos autistas, evidenciando a ineficácia da legislação atual.