Antônio Ermírio de Moraes, empresário e filantropo, viveu com simplicidade, dedicando-se a causas sociais e à sua paixão pela escrita, além de ter sido conselheiro do Corinthians. Sua trajetória inspira.

Antônio Ermírio de Moraes, engenheiro e empresário brasileiro, destacou-se por sua humildade e dedicação a causas humanitárias. Ele circulava por São Paulo sem segurança privada e dirigia carros usados, refletindo sua simplicidade. Nascido em 1928, ele fundou a Votorantim e, ao longo de sua vida, manteve uma rotina de trabalho rigorosa, começando suas atividades às 7h, com uma visita diária ao hospital Beneficência Portuguesa, onde presidiu por quase 40 anos.
Ermírio era conhecido por sua cordialidade e por tratar todos com respeito. Ele frequentemente visitava as enfermarias do hospital, dedicando tempo aos pacientes e levando orquestras para animá-los. Sua forte atuação social o levou a ser um dos maiores doadores da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD) e a participar do conselho curador do Hospital A.C. Camargo.
Em 1986, motivado por sua preocupação social, lançou-se candidato ao Governo do Estado de São Paulo, mas foi derrotado por Orestes Quércia. Além de sua carreira empresarial e filantrópica, Antônio Ermírio também se destacou na literatura, escrevendo três peças teatrais que abordavam questões sociais e econômicas do Brasil. Ele foi membro da Academia Paulista de Letras, onde ocupou a cadeira 23.
O empresário era um apaixonado torcedor do Corinthians, onde foi conselheiro vitalício. Sua ligação com o clube é tão forte que há um busto em sua homenagem no parque São Jorge, antigo estádio da equipe. A vida de Antônio Ermírio de Moraes é um exemplo de como a simplicidade e a dedicação a causas sociais podem coexistir com o sucesso empresarial.
Ermírio acreditava que sua segurança era Deus, o que refletia sua fé e confiança. Ele trocou um carro de luxo por um modelo mais simples, mostrando que a ostentação não fazia parte de sua filosofia de vida. Sua rotina diária incluía momentos de reflexão em igrejas, onde buscava paz e conexão espiritual.
O legado de Antônio Ermírio de Moraes inspira ações sociais e projetos que visam ajudar os menos favorecidos. A união da sociedade civil pode ser um fator crucial para apoiar iniciativas que promovam a saúde, a educação e o bem-estar social, seguindo o exemplo de vida e trabalho desse grande empresário e filantropo.

Um estudo da USP revela que a herança indígena no DNA brasileiro é de 13%, superando estimativas anteriores. A pesquisa identificou 8 milhões de variantes genéticas, algumas deletérias, com implicações para a saúde e medicina de precisão.

O Ministério Público Federal (MPF) busca suspender resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) que limita a hormonização de crianças e adolescentes trans, alegando desrespeito a evidências científicas. A ação, que pede R$ 3 milhões em indenização por danos morais coletivos, destaca a vulnerabilidade da população trans e contraria tratados internacionais. O MPF critica a revogação de normas anteriores e defende que o tratamento é seguro e essencial para a saúde mental dos jovens, além de violar a autonomia individual.

A Fundação Athos Bulcão retoma a construção de sua sede, projetada por Lelé, após 16 anos de espera, com apoio político e estimativa de custo entre R$ 8 milhões e R$ 10 milhões. O projeto visa criar um espaço cultural e educacional significativo para Brasília.

Em 2023, 39% das mortes no trânsito no Brasil foram de motociclistas, levando o governo a lançar o Programa Nacional de Segurança de Motociclistas, focado em educação e fiscalização. A iniciativa busca reduzir acidentes, especialmente em São Paulo, onde os óbitos aumentaram 45% na última década.

Foi lançada uma edição especial de "Nenê Bonet", único romance de Janete Clair, em homenagem ao seu centenário, destacando sua visão sobre emancipação feminina. O evento contou com debates sobre seu legado no audiovisual.

A FIVB implementará a partir de 2026 a exigência de que todas as seleções femininas tenham pelo menos uma treinadora, visando aumentar a representação feminina no vôlei. Essa mudança é parte de um esforço para combater a desigualdade de gênero no esporte, onde apenas 9% das treinadoras participaram do Campeonato Mundial Feminino de 2022. Iniciativas como o programa MIRA e a cota de 30% de mulheres nas comissões técnicas são fundamentais para promover a equidade.