Uma baleia-jubarte foi resgatada pelo Instituto Argonauta em Ilhabela, mas a liberação total não foi possível. A equipe continua monitorando a situação e alerta para os riscos do emalhe.

Uma operação de resgate foi realizada no início da semana pelo Instituto Argonauta para a Conservação Costeira e Marinha, visando libertar uma baleia-jubarte (Megaptera novaeangliae) que estava presa em materiais de pesca nas proximidades de Ilhabela, no litoral norte de São Paulo. O alerta foi dado por um operador de turismo que contatou o Instituto Baleia à Vista, acionando a equipe de resgate.
A equipe do Instituto Argonauta executou manobras técnicas e iniciou os procedimentos de desemalhe, seguindo rigorosamente os protocolos internacionais de segurança. O foco principal foi garantir o bem-estar da baleia e a segurança dos profissionais envolvidos na operação. Contudo, devido ao comportamento reativo do animal e às condições de segurança, a operação foi interrompida antes da liberação completa.
Durante a ação, foram retirados parcialmente os petrechos de pesca que envolviam a baleia. O Instituto Argonauta continua monitorando a região e mantém uma equipe em prontidão para uma nova tentativa de resgate, caso o animal seja localizado em condições favoráveis. O emalhe de baleias é um acidente que ocorre principalmente devido à sobreposição das rotas migratórias desses animais com áreas de pesca.
O desemalhe de grandes cetáceos é uma atividade de alto risco, que requer capacitação técnica, equipamentos especializados e autorização legal. Intervenções não autorizadas podem colocar em risco tanto a vida dos animais quanto a segurança humana. Por isso, o Instituto Argonauta orienta que, ao avistar uma baleia enredada ou qualquer outro animal marinho em situação de risco, as autoridades ambientais devem ser acionadas imediatamente.
O aumento das ocorrências de emalhe de baleias levanta preocupações sobre a segurança desses animais e a necessidade de ações efetivas para mitigar esse problema. A colaboração entre instituições, operadores de turismo e a comunidade é essencial para promover a conservação marinha e proteger as espécies ameaçadas.
Nesta situação, a união da sociedade pode fazer a diferença na proteção desses animais e na promoção de ações de resgate. Projetos voltados para a conservação marinha e o apoio a iniciativas de resgate são fundamentais para garantir a segurança das baleias e de outros animais marinhos em risco.

A Mapfre, patrocinadora da Libertadores 2025, plantará três mudas de árvores nativas da Mata Atlântica para cada gol marcado, visando restaurar um hectare de floresta. A ação já contabiliza 324 gols.

Alertas de temporais e geadas foram emitidos pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para diversas regiões do Brasil, com recomendações de segurança à população. O Sul enfrenta temperaturas mínimas e geadas, enquanto o Norte e Nordeste têm previsão de chuvas intensas.

Belém sedia o XVII Fórum Nacional de Governadores, onde serão definidas as contribuições dos estados para a COP 30, que ocorrerá de 10 a 21 de novembro, reunindo mais de 190 países. O evento, que começa às 10h no Parque da Cidade, contará com a presença de governadores e autoridades, abordando temas como descarbonização e justiça ambiental.

O BNDES aprovou R$ 345 milhões para a Hermasa, visando construir 60 balsas e dois empurradores fluviais que podem reduzir em até 88,4% as emissões de CO2. O investimento, que gera 355 empregos, reforça a marinha mercante e a descarbonização.

O Brasil enfrenta uma drástica redução de seu rebanho de jumentos, com uma perda de 94% desde 1996, impulsionada pela crescente demanda por pele para gelatina medicinal na China. Especialistas alertam sobre a extinção e maus-tratos.

A Defesa Civil de São Paulo alerta para a umidade do ar em níveis críticos, com registros abaixo de 20% em várias cidades. Recomenda-se evitar exercícios físicos entre 11h e 16h.