A Câmara Municipal do Rio de Janeiro aprovou o Dia da Cegonha Reborn, homenageando artesãs que criam bonecos hiper-realistas como terapia. A data será celebrada em quatro de setembro.

Nos últimos tempos, a popularidade dos bebês reborn tem crescido nas redes sociais. Esses bonecos hiper-realistas, que imitam recém-nascidos, atraem pessoas que desejam experimentar a paternidade sem o compromisso de cuidar de uma criança real. Influenciadores e celebridades compartilham suas experiências como "pais", incluindo passeios e até simulações de parto. Os reborn, que significa "renascer" em inglês, são feitos à mão e possuem detalhes impressionantes, como cabelos implantados e pele macia.
A origem dos bebês reborn remonta à década de 1990, nos Estados Unidos, quando artistas começaram a criar bonecos cada vez mais realistas. Inicialmente, esses bonecos eram usados em treinamentos médicos, simulando a aparência de um recém-nascido. A primeira boneca reborn famosa foi criada em mil novecentos e noventa e nove pela artista alemã Karola Wegerich, como um gesto de consolo a um amigo que havia perdido um bebê. Desde então, a tendência se espalhou pelo mundo, conquistando a atenção de influenciadores.
Entre os influenciadores que se destacam nesse nicho está Nane Reborn, que possui mais de duzentos e trinta mil seguidores no TikTok e trinta e dois mil no Instagram. Ela compartilha seu cotidiano e sua coleção de bebês reborn, gerando reações diversas entre os internautas. Comentários bem-humorados surgem, como um seguidor que questionou se o "nenê já vem com o espírito". A popularidade dos reborn também atraiu celebridades, como a ex-BBB Gracyanne Barbosa, que expressou seu afeto por um boneco que nomeou de Benício.
A repercussão das postagens de Gracyanne foi intensa, com reações mistas. Enquanto alguns admiravam a escolha, outros criticaram, sugerindo que ela adotasse uma criança de verdade. A modelo e influenciadora digital Nicole Bahls também entrou na onda, recebendo um bebê reborn em formato de porco, que chamou de "coisa mais fofa". As reações dos internautas variaram, com muitos rindo da situação e expressando surpresa.
Os bebês reborn são criados por artesãs conhecidas como "cegonhas", que utilizam materiais como silicone e vinil. O processo de criação é complexo e pode levar dias ou até semanas. Algumas artistas simulam o parto dos bonecos, incluindo placenta e líquido amniótico sintético. Recentemente, a Câmara Municipal do Rio de Janeiro aprovou um projeto de lei que institui o Dia da Cegonha Reborn, em homenagem a essas artesãs. O vereador Vitor Hugo, autor da proposta, destacou que muitas dessas mulheres superaram problemas de depressão e perdas familiares ao se dedicarem à criação dos bonecos.
O dia escolhido para a comemoração é quatro de setembro. Essa iniciativa não apenas reconhece o trabalho das artesãs, mas também destaca a importância da arte como forma de terapia. Em um momento em que a saúde mental é uma preocupação crescente, apoiar projetos que promovem a criatividade e o bem-estar pode ser fundamental. A união da sociedade pode fazer a diferença na valorização dessas iniciativas e no apoio a quem precisa.

O Circuito Rua Viva, idealizado pelo Coletivo Truvação e apoiado pela Ventoinha Produções, ocorrerá em julho, com apresentações gratuitas em Ceilândia e Taguatinga, promovendo a arte urbana. O evento visa fortalecer a interação entre artistas e o público em praças do Distrito Federal.

A Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin da USP lançou o projeto Livros da Floresta, com 131 obras de autoria indígena, promovendo a diversidade e o acesso à literatura indígena. O projeto visa preservar a produção documental indígena e facilitar o acesso a pesquisadores, destacando a importância da literatura indígena no Brasil.

Professor de 20 anos, Leonardo Henrique, conhecido como tio Léo, utiliza música para conscientizar sobre abuso infantil em suas aulas, alcançando quase 900 mil visualizações em vídeo no TikTok. Pais elogiam seu trabalho.

Ivana Andrade, psicóloga, relata sua luta de quase 20 anos até o diagnóstico de síndrome da fadiga crônica (SFC), enfrentando gaslighting médico e questionando a falta de diretrizes no SUS para tratamento.

Favela Gastronômica atraiu centenas na zona norte do Rio, promovendo cultura e gastronomia local com barracas de comida, música e oficinas. Evento destaca o empreendedorismo comunitário.

O Hospital Israelita Albert Einstein lançou o programa "Raízes do Futuro", capacitando jovens de Paraisópolis para promover a transformação socioambiental até 2025, visando um legado sustentável. A iniciativa busca preparar novas gerações para enfrentar desafios climáticos e de saúde, promovendo ações concretas na comunidade.