A Prefeitura de Belo Horizonte declarou emergência em saúde pública por 180 dias devido ao aumento de doenças respiratórias, priorizando a abertura de leitos pediátricos e a vacinação infantil. A baixa cobertura vacinal, com apenas 13 mil das 155 mil crianças elegíveis vacinadas, agrava a situação.

A Prefeitura de Belo Horizonte declarou, em 30 de abril de 2025, estado de emergência em saúde pública por 180 dias, devido ao aumento significativo de diagnósticos e internações por doenças respiratórias na cidade. A medida, publicada no Diário Oficial do Município, permite a dispensa de licitação para aquisição de bens e serviços essenciais, além da contratação temporária de profissionais e ampliação do horário de funcionamento das unidades de saúde.
Dados da Secretaria de Saúde mostram que, em abril, os atendimentos a pacientes com Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) aumentaram de 42.435 em março para 63.217. A demanda por leitos pediátricos também cresceu, passando de 69 solicitações entre 23 e 29 de março para 196 na semana de 20 a 26 de abril. O subsecretário de Atenção à Saúde, André Menezes, destacou que as ações prioritárias estão voltadas para a abertura de leitos pediátricos e o reforço no atendimento às crianças.
A baixa cobertura vacinal contra a gripe entre crianças de seis meses a cinco anos é uma preocupação adicional para a gestão municipal. Até o momento, apenas 13 mil das 155 mil crianças elegíveis foram vacinadas. As doses estão disponíveis em 153 centros de saúde, além de serviços de atenção à saúde do viajante e postos extras.
Além de Belo Horizonte, os municípios de Contagem e Betim, na região metropolitana, também decretaram estado de emergência em saúde pública devido ao aumento de doenças respiratórias. A situação exige uma resposta rápida e eficaz das autoridades de saúde para proteger a população, especialmente as crianças, que são mais vulneráveis a complicações respiratórias.
Com o aumento das internações e a baixa taxa de vacinação, é fundamental que a população se mobilize para garantir que mais crianças recebam a vacina contra a gripe. A conscientização sobre a importância da vacinação e o acesso facilitado às doses são essenciais para reverter esse cenário preocupante.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos, promovendo iniciativas que garantam a saúde e o bem-estar das crianças. Projetos que visem aumentar a cobertura vacinal e melhorar a infraestrutura de saúde são cruciais para enfrentar essa emergência e proteger a comunidade.

A OPAS iniciou uma missão técnica na Paraíba para fortalecer a saúde pública, focando na redução da mortalidade materna e no tratamento do câncer. A parceria busca integrar serviços de saúde e otimizar recursos.

Um novo consenso da Sociedade Europeia de Cardiologia revela que vacinas não apenas previnem infecções, mas também protegem o coração, reduzindo riscos de infarto e AVC. A vacinação é crucial, especialmente para idosos e pessoas com fatores de risco.

A Global Initiative for Asthma (GINA 2025) lançou diretrizes que definem critérios objetivos para diagnosticar asma em crianças menores de cinco anos, aumentando a segurança no tratamento. O pneumopediatra Fabio Muchão destaca que a nova abordagem pode tranquilizar pais e médicos, permitindo um manejo mais eficaz da doença, que afeta cerca de 20% da população infantil no Brasil.

Cuidar da saúde cardiovascular pode rejuvenescer biologicamente até seis anos, segundo estudo da American Heart Association. Hábitos saudáveis moldam um futuro mais longevo.

Estudo revela que Terapia Cognitivo-Comportamental e Mindfulness são eficazes no tratamento da dor lombar crônica, reduzindo o uso de opioides e melhorando a qualidade de vida.

Estudo da Universidade de São Paulo propõe teste de equilíbrio simplificado para prever quedas em idosos, sugerindo permanência em posições desafiadoras por 30 segundos. A pesquisa destaca a importância de avaliações anuais para prevenir acidentes.