O Congresso Nacional derrubou veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, permitindo que beneficiários com Aids, Alzheimer, Parkinson e ELA não passem por reavaliações médicas para manter o auxílio-doença. A medida aguarda promulgação.

Pessoas diagnosticadas com Aids, Alzheimer, Parkinson ou esclerose lateral amiotrófica (ELA) não precisarão passar por reavaliações médicas para continuar recebendo o benefício por incapacidade temporária, anteriormente conhecido como auxílio-doença. Essa decisão foi tomada após o Congresso Nacional derrubar, no dia 17 de outubro, o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Projeto de Lei nº 5.332/2023, que previa a dispensa dessas avaliações. A proposta agora aguarda promulgação pela Presidência da República.
A nova legislação também isenta segurados que recebem auxílio-doença e aposentadoria por invalidez, desde que suas doenças tenham sido consideradas incapacitantes de forma permanente, irreversível ou irrecuperável na primeira perícia. O texto estabelece que, se a perícia médica confirmar a permanência da incapacidade, o segurado aposentado não precisará passar por novas avaliações, exceto em casos de suspeita fundamentada de fraude ou erro.
O governo justificou o veto anterior afirmando que a medida poderia comprometer a gestão dos benefícios e aumentar as despesas obrigatórias. Além disso, argumentou que a proposta contrariava a abordagem biopsicossocial prevista na Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, ao se basear apenas em critérios clínicos, sem considerar possíveis avanços terapêuticos.
Para Alex Sandro Brito, diretor de perícia médica do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP), a nova medida é positiva, pois evita a sobrecarga do sistema do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) com perícias desnecessárias. Ele destacou que essa força de trabalho pode ser redirecionada para analisar benefícios que estão há meses aguardando concessão, como os de pessoas que sofreram acidentes.
Por outro lado, a Associação Nacional dos Médicos Peritos (ANMP) criticou a derrubada do veto, afirmando que a dispensa das reavaliações pode comprometer o controle sobre benefícios temporários. A ANMP alertou que isso pode abrir espaço para a perpetuação de benefícios em situações que poderiam ser revertidas, dificultando a detecção de fraudes e reabilitações possíveis.
Nesta situação, a união da sociedade pode fazer a diferença para aqueles que enfrentam dificuldades. Projetos que visam apoiar pessoas com doenças graves e garantir seus direitos devem ser estimulados, promovendo um ambiente de solidariedade e ajuda mútua. A mobilização em torno dessas causas é essencial para assegurar que todos tenham acesso ao suporte necessário.

James Van Der Beek, ator de "Dawson's Creek", revelou ter ignorado sintomas de câncer colorretal, sendo diagnosticado em estágio 3. O aumento da doença entre jovens é alarmante, com dieta e antibióticos como fatores de risco.

Desde 1º de julho, crianças de 12 meses no Brasil recebem a vacina meningocócica ACWY, que amplia a proteção contra quatro sorogrupos da bactéria Neisseria meningitidis, substituindo a dose de reforço da vacina C. A medida, anunciada pelo Ministério da Saúde, visa prevenir surtos de meningite, especialmente do sorogrupo W, que tem mostrado aumento em algumas regiões. A vacina é segura e essencial para reduzir a incidência da doença, que pode ser letal e deixar sequelas graves.

Após a morte da cantora Preta Gil, o A.C.Camargo Cancer Center observou um aumento de 99% na busca por colonoscopias e 83% nas consultas sobre câncer colorretal, ressaltando a urgência do diagnóstico precoce.
O Sistema Único de Saúde (SUS) inicia a oferta da vacina ACWY contra meningite, ampliando a proteção para os sorotipos A, C, W e Y, antes disponíveis apenas na rede privada. A medida visa reduzir a incidência da doença, que já teve uma queda de 75% nos casos notificados entre 2007 e 2020. A vacina é indicada para diversas faixas etárias, incluindo bebês, e reforça a importância da imunização no combate a essa enfermidade grave.

O programa "O câncer não espera. O GDF também não" já atendeu 198 pacientes oncológicos, reduzindo em 43,6% a fila de espera para oncologia e em 43,8% para radioterapia, além de diminuir os dias de espera.

A psiquiatra nutricional Uma Naidoo revela seis superalimentos que promovem a saúde mental, destacando especiarias, alimentos fermentados e chocolate amargo como essenciais para o bem-estar cerebral. A escolha adequada dos alimentos pode prevenir transtornos mentais e melhorar a memória, segundo pesquisas.