Homem de 69 anos foi atropelado na BR-386, e sua cadela demonstrou lealdade ao não deixá-lo durante o atendimento. ONG local acolheu o animal até o reencontro com o tutor.

Um homem de 69 anos foi atropelado na BR-386, entre Passo Fundo e Soledade, na quinta-feira, 8 de agosto. Ele estava acompanhado de sua cadela, que demonstrou lealdade ao se recusar a deixar o tutor durante todo o atendimento. O homem foi levado para um hospital em Passo Fundo, enquanto a cadela permaneceu ao seu lado, mesmo durante o transporte na ambulância.
Ao chegarem ao Hospital Frei Clemente, em Soledade, a cadela seguiu o homem até a porta da emergência. A identidade do homem não foi divulgada. Um dos socorristas comentou sobre a situação: "É uma história incomum para a gente, que trabalha no socorro. Quando chegamos na ocorrência, fizemos todos os procedimentos e ela ficou do lado".
Após o atendimento, a cadela foi acolhida por uma ONG local, que se comprometeu a cuidar dela até que o reencontro com o dono seja possível. A voluntária da causa animal, Márcia Souza, relatou que não hesitou em ir ao hospital para buscar a cadela. "Dei remédio para pulgas e vermes e muito carinho", disse ela, que ajuda ONGs a arrecadar fundos desde 2014.
A cadela, agora sob os cuidados de Márcia, está mais calma em sua nova casa. A ONG chegou ao hospital pouco mais de uma hora após o acidente para buscar o animal. A situação ressalta a importância da lealdade dos animais e a necessidade de apoio a iniciativas que cuidam de pets em situações de vulnerabilidade.
Esse incidente destaca não apenas a relação especial entre humanos e animais, mas também a importância de ações solidárias em momentos de crise. A dedicação da ONG e de voluntários como Márcia é um exemplo de como a comunidade pode se unir para ajudar aqueles que precisam.
Vítimas de acidentes como esse podem precisar de apoio na recuperação e no cuidado de seus animais. Projetos que promovem o bem-estar animal e a assistência a tutores em dificuldades devem ser estimulados pela sociedade civil, mostrando que a união pode fazer a diferença na vida de muitos.

O governo do Distrito Federal inaugurou o primeiro hotel social permanente do país, oferecendo acolhimento noturno e espaço para animais de estimação, com planos de expansão em outras regiões. A iniciativa visa atender a cerca de 3.600 pessoas em situação de rua, promovendo políticas públicas integradas para reintegração social.

O bailarino Décio Otero, ícone da dança brasileira e fundador do Ballet Stagium, faleceu aos 92 anos em São Paulo, deixando um legado de mais de 100 coreografias e uma forte influência social. O Stagium, a companhia de dança mais antiga do Brasil, destacou sua contribuição à arte e à luta política, com montagens que abordavam questões sociais e ecológicas. Otero também foi professor e autor, e sua trajetória na dança se estendeu por mais de sete décadas.

Márcio França, ministro do Empreendedorismo e pré-candidato ao governo de São Paulo em 2026, criticou o governador Tarcísio de Freitas por não renovar convênio com a Casa Hope, que apoia crianças com câncer. França gravou um vídeo cobrando a situação e anunciou que o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, se comprometeu a garantir recursos para a instituição, ressaltando a importância do atendimento às crianças.

Nesta quarta-feira (20/8), a Defensoria Pública do Distrito Federal realiza a 11ª edição do mutirão Quarta do Cidadão, oferecendo serviços gratuitos como exames de DNA, vacinação e orientação trabalhista. A ação, que ocorre em frente à Biblioteca Nacional, visa atender a população em situação de vulnerabilidade, incluindo serviços específicos para a população de rua.

A ONG Onda da Esperança, criada durante a pandemia, já beneficiou mais de 9 mil crianças em São Sebastião (SP) e busca reconhecimento oficial para expandir suas atividades e criar uma sede própria. Com um time de 200 voluntários, a organização promove ações culturais e sociais, como sessões de cinema em escolas, visando proporcionar experiências significativas e memórias afetivas para as crianças atendidas.

Tokinho, cachorro agredido em Ponta Grossa, será indenizado em R$ 5 mil por danos morais e R$ 820 ao Grupo Fauna. A Justiça determinou que a indenização beneficie exclusivamente o animal, agora chamado Floquinho.