Neste sábado, 26, acontece a 14ª Lavagem do Cais do Valongo, celebrando a cultura negra com cortejo, apresentações e atividades abertas ao público, sob a liderança da Iyalorixá Edelzuita de Oxaguian. O evento destaca a importância da memória e identidade negra, promovendo um espaço de dignidade e reflexão sobre a história no coração da cidade.

O Cais do Valongo, considerado o maior porto de entrada de africanos escravizados nas Américas e Patrimônio Mundial da UNESCO, será palco da 14ª Lavagem do Cais do Valongo neste sábado, dia 26. O evento, que celebra a cultura negra e a espiritualidade, contará com a presença da Iyalorixá Edelzuita de Oxaguian e terá início às 9h, com um cortejo do Bloco Filhos de Gandhi, acompanhado por grupos tradicionais como Afoxé Filhos de Angola e Bloco Ziriguidum.
Durante todo o dia, a programação incluirá atividades abertas ao público, como visitas guiadas ao sítio arqueológico e apresentações culturais. O grupo Identidade Preta realizará apresentações de samba de roda e jongo, enquanto o mestre Pqd conduzirá uma roda de capoeira. O evento também contará com o Sarau da Pequena África, promovendo a diversidade cultural da região.
O secretário municipal de Cultura, Lucas Padilha, destacou a importância do Cais do Valongo, afirmando que "é um solo sagrado, onde repousa a memória de milhões de vidas que construíram as bases da nossa cultura". A Lavagem é vista como um ato de dignidade e afirmação da história negra no coração da cidade.
O evento, que conta com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura, visa reforçar a identidade negra e promover a valorização da cultura afro-brasileira. A Lavagem do Cais do Valongo é uma oportunidade para a comunidade se unir em celebração e reflexão sobre a herança cultural deixada pelos africanos escravizados.
Além das apresentações culturais, o evento também busca conscientizar o público sobre a importância da preservação da memória e da cultura negra. A participação da população é fundamental para fortalecer essa identidade e garantir que a história não seja esquecida.
Em momentos como este, a união da sociedade civil pode fazer a diferença. Projetos que promovem a cultura e a memória negra devem ser apoiados e incentivados, pois são essenciais para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

Ywyzar Tentehar, jovem atriz do povo Tentehar, destaca a pintura corporal como símbolo de luta no Acampamento Terra Livre, em Brasília, em defesa dos direitos indígenas.

O pediatra Daniel Becker alerta sobre os danos do uso excessivo de telas na infância e adolescência, defendendo a regulamentação das redes sociais e propondo soluções práticas para os pais. Becker destaca a importância de experiências reais para o desenvolvimento infantil, alertando que as telas afastam as crianças do mundo real e expõem-nas a conteúdos prejudiciais.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) destacou a inclusão de gênero na gestão de desastres durante a 69ª sessão da Comissão sobre a Condição da Mulher da ONU. A participação do MIDR, que celebrou os 30 anos da Plataforma de Ação de Pequim, enfatizou diretrizes de gênero na Política Nacional de Proteção e Defesa Civil, como kits de assistência humanitária para mulheres afetadas por desastres. As líderes do MIDR ressaltaram a importância de dados com recorte de gênero e maior presença feminina nas funções de Defesa Civil.

A Justiça reconheceu o direito do cão Tokinho a ser indenizado por danos morais após ser agredido por seu ex-tutor, um avanço no reconhecimento dos animais como seres sencientes. Essa decisão reforça a importância de respeitar os interesses e direitos dos animais, promovendo uma mudança significativa nas relações entre humanos e pets.

O Eixão do Lazer em Brasília recebeu, no último domingo, a 2ª edição do Cure-se Bem e o projeto Tango no Eixo, promovendo saúde e cultura para a comunidade. Os eventos atraíram um grande público, oferecendo terapias integrativas e dança.
Grupo de Trabalho Interministerial é criado para fortalecer o Programa Amazônia Azul, visando inclusão social e econômica nas comunidades litorâneas e impulsionando a economia azul. A iniciativa envolve 24 ministérios e busca reduzir desigualdades regionais.