A CAIXA Cultural Brasília comemora 45 anos com a abertura da exposição World Press Photo 2025, destacando acordos culturais e a importância da arte na inclusão social. O evento, que inclui apresentações artísticas, reforça o papel da instituição na promoção da cidadania e da memória cultural brasileira.

A CAIXA Cultural Brasília deu início às celebrações de seus 45 anos com uma cerimônia especial. O evento contou com a obliteração de selos comemorativos pelos Correios, a apresentação da cantora Josyara e a inauguração da exposição itinerante World Press Photo 2025, que ficará em cartaz até cinco de outubro, com entrada gratuita. A programação inclui uma série de atividades culturais ao longo do mês.
Durante a cerimônia, o presidente da Caixa, Carlos Vieira, anunciou a assinatura de acordos de cooperação cultural com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram). Esses acordos visam transformar os espaços da CAIXA em plataformas de divulgação cultural, facilitando a circulação de acervos públicos no Brasil.
A ministra da Cultura, Margareth Menezes, destacou a relevância da CAIXA como um pilar da política cultural do país. Ela afirmou que a instituição vai além de suas funções financeiras, sendo um "farol de esperança e inclusão", promovendo cidadania e desenvolvimento humano por meio do apoio à arte e à cultura.
A exposição World Press Photo 2025, que celebra seus setenta anos, apresenta imagens premiadas de fotojornalistas de todo o mundo. O fotojornalista Anselmo Cunha, da Agência France-Presse, compartilhou sua experiência ao registrar uma enchente em Porto Alegre, enfatizando a importância de documentar a realidade para que a história não seja esquecida.
Outro vencedor, André Coelho, da agência EFE, capturou um momento de união entre torcedores do Botafogo durante a final da Libertadores de 2023. Ele ressaltou que seu foco não era apenas a técnica fotográfica, mas sim a captura das emoções e expressões das pessoas presentes no evento.
A exposição também se alinha à campanha Feminicídio Zero, trazendo à tona questões de violência de gênero e celebrando a força feminina. A produtora cultural Raquel Fonseca enfatizou o papel educativo e social da CAIXA Cultural, que promove uma cultura inclusiva e diversificada. Nessa situação, nossa união pode ajudar a fortalecer iniciativas que promovem a arte e a cultura, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa e solidária.

A fintech sul-africana Omnisient chega ao Brasil com um investimento de US$ 12,5 milhões, visando democratizar o acesso ao crédito para 35 milhões de brasileiros sem score. A empresa utiliza dados alternativos para identificar bons pagadores, superando as barreiras da exclusão financeira.

A Quadrilha Junina Arroxa o Nó levará o espetáculo "Mestre Vitalino: O segredo do Alto do Moura" a escolas públicas do Paranoá, com oito apresentações gratuitas entre maio e junho. O projeto visa educar os alunos sobre Vitalino Pereira dos Santos, renomado artesão e músico, e sua influência na cultura popular brasileira, oferecendo também materiais informativos sobre quadrilhas juninas.

Mulheres no Brasil doam mais roupas e calçados para vítimas de tragédias, com 34% contribuindo sempre, em comparação a 24% dos homens, segundo pesquisa da ONG Movimento União BR e da empresa Nexus. A confiança em instituições religiosas também é maior entre as mulheres, refletindo um engajamento significativo nas doações.

A Petrobras investirá R$ 14,9 milhões em melhorias de acessibilidade no Cristo Redentor, em parceria com o ICMBio, como compensação ambiental pela plataforma P-56. O projeto inclui novas escadas rolantes e um plano inclinado automático, visando maior segurança e conforto aos visitantes.

Xadalu Tupã Jekupé, artista guarani, participou da 11ª Exposição UGT na Avenida Paulista, abordando temas indígenas e ambientais, refletindo sobre resistência cultural e história. A mostra, que vai até o final de maio, destaca a arte como forma de reviver e preservar a cultura indígena.

Após sete anos do incêndio que devastou o Museu Nacional, a instituição reabre parcialmente com a mostra "Entre Gigantes", destacando o meteorito Bendegó e captando R$ 169,6 milhões para a recuperação total. A reabertura foi marcada por um evento com a presença de Andrea Costa, Roberto Medronho e Camilo Santana, que enfatizaram a importância do museu como espaço educacional e cultural. A visitação inclui três salões restaurados, com destaque para a Sala das Vigas, que preservará marcas do incêndio como testemunho histórico.