Fernanda Lima compartilhou sua experiência sobre a perda da virgindade e a importância do uso correto do preservativo, enquanto o médico Eduardo de Paula Miranda esclareceu dúvidas sobre sua eficácia e utilização. O preservativo é essencial para prevenir infecções sexualmente transmissíveis e gravidez, sendo crucial saber como usá-lo adequadamente.

A camisinha é um método eficaz para prevenir infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e evitar a gravidez. Recentemente, a apresentadora Fernanda Lima compartilhou sua experiência sobre a importância do uso correto do preservativo durante o programa "Surubaum", destacando que a informação é crucial para quem inicia a vida sexual. O médico Eduardo de Paula Miranda, coordenador da Disciplina de Reprodução Sexual da Sociedade Brasileira de Urologia, também esclareceu dúvidas sobre a utilização do preservativo.
O médico enfatiza que a camisinha é uma barreira que reduz o contato das secreções sexuais, evitando a fecundação e a transmissão de ISTs, como o HPV. Para garantir a eficácia, é essencial saber como colocar o preservativo corretamente. Eduardo sugere que homens inexperientes pratiquem a colocação fora do contexto sexual para se sentirem mais confortáveis durante a relação.
É importante ressaltar que os preservativos são para uso único. O médico alerta que reutilizá-los pode comprometer sua eficácia, pois o látex pode ser danificado. Além disso, trocar o preservativo entre diferentes tipos de ato sexual é fundamental para evitar contaminações, como a transferência de bactérias do trato digestivo para a vagina.
Outro erro comum é não utilizar a camisinha durante todo o ato sexual. Muitos homens colocam o preservativo apenas quando sentem que o orgasmo está próximo, o que pode resultar na transmissão de doenças e na gravidez, devido à presença de espermatozoides na lubrificação pré-ejaculatória.
O médico também explica que a maioria dos homens pode usar preservativos de tamanho padrão, mas aqueles com pênis mais largos devem optar por versões extragrandes para maior conforto. O uso de lubrificantes à base de água é recomendado, pois são compatíveis com a maioria dos preservativos, enquanto lubrificantes à base de óleo podem danificá-los.
Para casais em relacionamentos estáveis, a camisinha pode ser uma opção para evitar gravidez, mas métodos contraceptivos hormonais ou cirúrgicos, como a vasectomia, também são considerados. A conscientização sobre a importância do uso do preservativo é essencial, especialmente em práticas sexuais que envolvem riscos, como o sexo anal e oral, que também podem transmitir ISTs. Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos a terem acesso a informações e recursos que promovam a saúde sexual.

Palestra no Hospital Regional de Ceilândia destaca prevenção ao HTLV em gestantes. Profissionais de saúde discutem diagnóstico precoce e acolhimento adequado.

Pesquisas do professor Marcelo Urbano Ferreira, da USP, mostram que a malária em áreas urbanas da Amazônia é majoritariamente assintomática, dificultando o controle da doença. Métodos moleculares revelam até dez vezes mais infecções.
Neste fim de semana, a Secretaria de Saúde do DF promoveu vacinação no Zoológico de Brasília, aplicando mais de 250 doses no primeiro dia, facilitando o acesso da população à imunização. A ação atraiu famílias, que puderam atualizar suas vacinas enquanto desfrutavam de um passeio. Além do zoológico, a vacinação ocorreu em outros locais estratégicos do DF, ampliando a cobertura vacinal.

Homens apresentam maior incidência de doenças e menor expectativa de vida que mulheres, conforme estudo da Universidade do Sul da Dinamarca. A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem busca reverter essa situação.

A partir de agosto de 2025, o Distrito Federal começará a soltar semanalmente quatro milhões de mosquitos Aedes aegypti infectados com a bactéria Wolbachia para combater doenças como dengue e zika. A estratégia visa reduzir a transmissão ao aumentar a população de mosquitos portadores da bactéria, que impede o desenvolvimento dos vírus. As liberações ocorrerão em áreas com histórico de surtos, priorizando comunidades vulneráveis.

Tim Friede, após mais de 20 anos injetando veneno de cobras, teve anticorpos identificados que protegem camundongos contra venenos de 19 espécies, abrindo caminho para um antídoto seguro para humanos.