Mãe de menina diagnosticada com Distrofia Neuroaxonal Infantil busca arrecadar R$ 1,3 milhão para tratamento experimental nos Estados Unidos, visando melhorar a qualidade de vida da filha. A luta é contra o tempo.

Isabela Ribeiro, mãe de uma menina diagnosticada com Distrofia Neuroaxonal Infantil (INAD), lançou uma campanha para arrecadar R$ 1,3 milhão. O valor é necessário para custear um medicamento experimental que pode interromper a progressão da doença e melhorar a qualidade de vida da criança. Alice, que apresenta complicações respiratórias graves, já perdeu todas as suas habilidades motoras e depende de uma sonda para se alimentar.
A doença, que é neurodegenerativa e sem cura, foi diagnosticada quando Alice tinha dois anos, após um ano e meio de regressão no desenvolvimento. Antes do avanço da INAD, a menina se alimentava sozinha e brincava com seus brinquedos. Com o tempo, ela perdeu a capacidade de engatinhar, andar e até mesmo de sustentar a cabeça.
Atualmente, Alice se alimenta exclusivamente por meio de uma sonda de gastrostomia e enfrenta sérios problemas respiratórios. Em abril de 2025, ela foi internada com pneumonia grave e, em agosto do mesmo ano, teve uma nova internação devido a atelectasia no pulmão direito. Para ajudar na respiração, a criança utiliza um aparelho chamado Bipap.
A expectativa de vida para crianças com INAD é de apenas dez anos, e Alice já tem sete. A única esperança para a família é um tratamento experimental desenvolvido nos Estados Unidos, que pode oferecer uma chance de parar a progressão da doença. O custo do ensaio clínico é de US$ 200 mil, o que equivale a R$ 1,3 milhão, incluindo despesas com a infusão da terapia genética e acompanhamento médico.
Isabela destaca a urgência da situação, enfatizando que a vida da filha depende desse tratamento. A mãe pede apoio da comunidade para arrecadar os fundos necessários, ressaltando a força e a vontade de viver que Alice demonstra, mesmo diante das adversidades.
Iniciativas como essa merecem o apoio da sociedade civil. A união em torno de causas como a de Alice pode fazer a diferença na vida de crianças que enfrentam doenças raras e devastadoras. Cada contribuição pode ser um passo em direção à esperança e à recuperação.

Ana Júlia, jovem de 17 anos, enfrenta grave risco de vida devido à falta da medicação Hemina, essencial para tratar sua Porfiria Aguda Intermitente, enquanto está internada há mais de 30 dias. A família não consegue arcar com os custos do tratamento.

Angela Ro Ro, aos 75 anos, está internada em estado grave no Hospital Silvestre, no Rio de Janeiro, após traqueostomia e diálise por infecção pulmonar. Com dificuldades financeiras, a artista recebe apenas R$ 800 mensais de direitos autorais.

Mãe de família brasileira em Portugal sofreu ataque cardíaco e teve morte cerebral. A família busca apoio financeiro para repatriar o corpo e trazer o irmão de volta ao Brasil. Contribuições são bem-vindas.

Pai aguarda cirurgia de catarata no SUS há quase um ano, enfrentando sérias dificuldades emocionais e físicas. A urgência do procedimento é vital para sua recuperação e para o bem-estar dos filhos. Contribuições são essenciais.

O bloco de Carnaval A Vida Presta, criado para homenagear Fernanda Montenegro e o filme Ainda Estou Aqui, foi multado em R$ 15,4 mil pela prefeitura de São Paulo por falta de autorização. Clara Novais, uma das organizadoras, arrecadou o valor por meio de uma vaquinha após a multa ser mantida, mesmo com tentativas de recurso. Ela defende que o evento foi uma manifestação artística espontânea, sem estrutura formal.

Amanda da Silva Santos Pinto, de 45 anos, luta contra câncer metastático há 12 anos e precisa de ajuda. A família busca R$ 35 mil para cadeira de rodas, fisioterapia e cuidadora. Colabore ou divulgue!