A Prefeitura do Rio inicia neste sábado (16) a Campanha de Vacinação Antirrábica, com 127 postos para imunizar cães e gatos. O objetivo é aumentar em 20% o número de animais vacinados em relação ao ano anterior.

A primeira etapa da Campanha de Vacinação Antirrábica da Prefeitura do Rio ocorrerá neste sábado, dia 16, das 9h às 17h, em 127 postos localizados no Centro, Zona Sul, Grande Tijuca e Ilha do Governador. A iniciativa, coordenada pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa dos Animais, visa oferecer imunização gratuita para cães e gatos a partir de três meses de idade. A lista completa dos locais de vacinação pode ser consultada no site da prefeitura.
A raiva é uma doença grave e fatal que afeta tanto animais quanto seres humanos. O último caso registrado na cidade do Rio de Janeiro ocorreu em 1995, enquanto em Belford Roxo, município vizinho, houve uma ocorrência em 2021. O secretário municipal Luiz Ramos Filho enfatiza a importância da vacinação, afirmando que "a vacina é uma dose de amor e protege não só o seu pet, mas toda a cidade".
No ano de 2024, foram vacinados 339.456 animais na capital, um número inferior ao total de 434.093 do ano anterior. A meta para este ano é aumentar em 20% o número de cães e gatos imunizados. Para garantir a segurança durante a vacinação, a recomendação é que apenas animais saudáveis sejam levados, e fêmeas gestantes ou pets doentes devem aguardar.
Não há idade máxima para a vacinação, e cães e gatos de todos os portes podem participar. É necessário que os cães estejam com coleira e guia, e os mais agressivos devem usar focinheira. Gatos devem ser transportados em caixas apropriadas. A Secretaria pede que os tutores mantenham uma distância segura na fila para evitar brigas entre os animais.
Os tutores devem levar a carteira de vacinação do pet e garantir que o animal seja conduzido por um adulto. A campanha será realizada em cinco etapas, com datas e locais das próximas fases sendo divulgados gradativamente. Essa ação é fundamental para manter a raiva sob controle e proteger a saúde pública.
Iniciativas como essa são essenciais para a saúde dos animais e da população. A união da sociedade pode fazer a diferença, promovendo ações que garantam a imunização e o bem-estar dos pets. Mobilizações comunitárias podem ajudar a aumentar a conscientização e o apoio a campanhas de vacinação, beneficiando todos os envolvidos.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) atualizou as diretrizes para cirurgia bariátrica, permitindo o procedimento a partir de IMC de 30 kg/m² e para adolescentes a partir de 14 anos com obesidade grave. As novas regras visam atender a demanda por tratamentos mais acessíveis e seguros.

A Escola de Música Villa-Lobos, no Rio de Janeiro, recebe R$ 1,4 milhão em reformas, incluindo um novo auditório e modernização das instalações, com conclusão prevista para 2025. Após 40 anos sem grandes intervenções, a escola, referência no ensino musical, se moderniza para melhor atender seus 1.100 alunos e promover eventos abertos ao público.

A reportagem "A Força de uma Mulher", que retrata a trajetória de Edinanci Silva, foi premiada pela AIPS por abordar discriminação e racismo no esporte. A ex-judoca compartilha suas lutas e conquistas.

O economista Naercio Menezes Filho lançou o livro “Ciência da Primeira Infância”, que discute a importância das relações familiares e políticas públicas para o desenvolvimento infantil no Brasil. A obra, lançada em 26 de junho, reúne pesquisas que evidenciam a necessidade de ações estatais para complementar o cuidado familiar, destacando avanços e áreas que ainda requerem atenção.

A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência da Câmara lançará a campanha "Xô Capacitismo" na próxima terça-feira, com apoio de Xuxa Meneghel, para combater preconceitos e discriminação.

O World Giving Report 2025 revela que países de menor renda, como a Nigéria, são mais generosos em doações proporcionais, com o Brasil na 48ª posição, destinando 0,93% da renda a causas sociais. A pesquisa destaca a relação entre generosidade e percepção de necessidade, evidenciando que a cultura e a confiança nas organizações sociais influenciam as doações.