Universidade do Distrito Federal anuncia lanchonete com lanches saudáveis no Campus Norte. Após um ano de tramitação, contrato foi assinado e serviços começam em 20 dias úteis.

Estudantes, docentes, servidores e visitantes do Campus Norte da Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF) terão acesso a lanches saudáveis e acessíveis em breve. Um contrato foi assinado com uma empresa para a instalação de uma lanchonete, com início previsto em 20 dias úteis. O processo licitatório, que durou um ano, foi considerado inovador ao integrar sustentabilidade e conformidade legal, conforme destacou Leandro Rodrigues, diretor de Gestão de Compras da UnDF.
O cardápio da lanchonete foi elaborado por docentes do curso de Nutrição da UnDF, incluindo opções como sucos naturais, sanduíches e omeletes, totalizando 28 itens. Rodrigues ressaltou que a pesquisa realizada garantiu preços acessíveis e sustentáveis, beneficiando diretamente a comunidade acadêmica. A iniciativa atende a uma demanda expressa pelos estudantes durante o Fórum Permanente Diálogo e Escuta, criado em 2024 para discutir reivindicações da comunidade.
O vice-reitor da UnDF, Sérgio Carreira, enfatizou que a instalação da lanchonete é uma resposta ao esforço contínuo da reitoria para melhorar a alimentação no campus, especialmente diante da impossibilidade de construir um restaurante universitário. Ele destacou que a universidade continua buscando alternativas de médio e longo prazo para ampliar a oferta de serviços de alimentação.
Além da lanchonete, a UnDF implementou outras duas contratações. Desde fevereiro, os estudantes de graduação e pós-graduação têm acesso a um seguro coletivo contra acidentes, que cobre morte acidental, invalidez permanente e despesas médicas. Essa medida visa proteger os alunos durante suas atividades acadêmicas, conforme previsto em lei.
Outra contratação, finalizada em março, envolve serviços de transporte para atividades de ensino, pesquisa e extensão fora dos campi da UnDF. Esses serviços incluem ônibus, vans e micro-ônibus, permitindo que os alunos participem de saídas de campo e visitas técnicas, enriquecendo suas experiências práticas e fortalecendo a aplicação de metodologias ativas nos cursos.
Essas iniciativas demonstram o compromisso da UnDF em atender às necessidades da comunidade acadêmica. Projetos como esses devem ser apoiados pela sociedade civil, pois podem impactar positivamente a vida dos estudantes e fortalecer a educação superior.

O Instituto Federal do Sertão Pernambucano (IFSertãoPE) disponibilizou 160 vagas para cursos profissionalizantes gratuitos em Araripina (PE), com inscrições abertas de 14 a 21 de abril de 2025. As formações incluem Mecânico de Refrigeração, Cuidador de Idosos, entre outras. Podem se inscrever jovens de 16 a 29 anos que tenham completado o Ensino Fundamental. As aulas começam em maio e têm duração de três meses. A seleção será feita por sorteio eletrônico.

Estudante carioca conquistou medalha de ouro na 19ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) após superar desafios pessoais e acadêmicos, sonhando com um futuro na matemática.

Senai-AM oferece 1.780 vagas em cursos gratuitos a distância, com inscrições de 23 a 25 de abril. As oportunidades visam qualificação profissional e exigem comprovação de baixa renda.

Catarina, uma menina brasileira, é reconhecida como a leitora bilíngue mais jovem do país, fluente em inglês e com QI elevado. Especialistas alertam sobre a falta de avaliações para identificar superdotação.

A Universidade Santo Amaro (Unisa) oferece 45 cursos gratuitos online de qualificação profissional, sem limite de vagas, com foco em áreas como sustentabilidade. As inscrições estão abertas no site da instituição.

Instituto Unidown promove curso de alfabetização para jovens com síndrome de Down, visando melhorar a empregabilidade. O curso, iniciado em março, utiliza o jornal Joca e dinâmicas práticas para desenvolver habilidades de leitura e escrita. Vinícius de Miranda, um dos alunos, destaca a evolução no aprendizado e a meta de conseguir um emprego. A iniciativa surge em resposta à baixa taxa de alfabetização entre jovens com a síndrome, onde apenas 8,7% estão totalmente alfabetizados. O curso inclui atividades como rodas de notícias e simulações de entrevistas, buscando preparar os alunos para o mercado de trabalho.