Estudos revelam que carregadores de celular conectados à tomada consomem energia mesmo inativos, resultando em um desperdício de R$ 500 milhões anuais no Brasil e riscos de superaquecimento. Desconectar é essencial.

Muitas pessoas mantêm seus carregadores de celular conectados à tomada, mesmo quando não estão em uso. Essa prática gera dúvidas sobre o consumo de energia elétrica. A resposta é que, mesmo em modo de espera, os carregadores consomem uma pequena quantidade de eletricidade. Isso ocorre devido ao transformador interno que converte a corrente elétrica da tomada para a voltagem adequada ao celular, mantendo o circuito ativo.
O consumo de um carregador em modo de espera é de aproximadamente 0,5 watts por hora. Isso se traduz em cerca de R$ 0,18 por mês ou pouco mais de R$ 2 por ano. Embora esses valores possam parecer baixos, o impacto se torna significativo quando consideramos o número de carregadores em uso em residências e escritórios em todo o Brasil.
Com milhões de smartphones em operação no país, o desperdício coletivo pode ultrapassar R$ 500 milhões anualmente. Essa situação não apenas gera um impacto financeiro, mas também apresenta riscos à segurança. Carregadores que permanecem conectados podem superaquecer, o que pode danificar o aparelho e até provocar curtos-circuitos.
Retirar o carregador da tomada quando não estiver em uso é uma ação simples que pode evitar desperdícios, preservar o equipamento e contribuir para a segurança do ambiente. Essa prática pode ser um passo importante para reduzir o consumo desnecessário de energia elétrica e os riscos associados.
Além disso, a conscientização sobre o consumo de energia é fundamental. A sociedade pode se mobilizar para promover campanhas educativas que incentivem a economia de energia e a segurança no uso de eletrônicos. A união em torno de causas como essa pode gerar mudanças significativas.
Vítimas de problemas relacionados ao consumo excessivo de energia podem precisar de apoio na recuperação e na conscientização sobre práticas seguras. Projetos que visem a educação e a prevenção devem ser estimulados pela sociedade civil, promovendo um ambiente mais seguro e sustentável para todos.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) elevou a previsão da safra de grãos para 345 milhões de toneladas, mas enfrenta um desafio: 40% da colheita não possui armazenamento adequado. A falta de armazéns é um problema crônico, com apenas 62% da produção sendo estocada. Em Mato Grosso, produtores recorrem a métodos improvisados, como bolsões de plástico, enquanto uma cooperativa investe R$ 24 milhões em novos silos. A Conab reconhece a urgência de novos investimentos em infraestrutura.

A transposição do córrego Santa Bárbara começou em 1º de julho, após o desmoronamento do aterro da Ouro Verde. A operação visa reduzir a contaminação da água com o uso de motobombas. Servidores do ICMBio, da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) e da prefeitura de Padre Bernardo estão envolvidos na ação, que inclui a chegada de uma motobomba adicional com maior capacidade. A operação busca devolver água menos contaminada ao leito do córrego, enquanto tratores abrem acesso para remover resíduos do deslizamento.

São Paulo abriga mais de 200 rios e córregos, a maioria encoberta por urbanização. O projeto Rios e Ruas busca conscientizar sobre a importância da água na cidade, promovendo eventos educativos.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva plantou uma muda de baobá no Palácio da Alvorada, simbolizando esperança e juízo para futuros líderes. Ele também solicitou mudas de frutas para enriquecer o local.

Orlando Bloom se submeteu a um tratamento de aférese para remover microplásticos do sangue, mas a eficácia desse procedimento não é comprovada cientificamente. A contaminação por microplásticos é uma preocupação crescente.

Representantes de 184 países não conseguiram um consenso sobre o tratado de poluição plástica em Genebra, refletindo a divisão entre nações produtoras de petróleo e aquelas que buscam restrições. Após 11 dias de negociações, o impasse foi considerado um revés, mas alguns países veem isso como um novo começo. A proposta de limitar a produção de plásticos e controlar produtos químicos tóxicos foi rejeitada por nações que defendem apenas regras de reciclagem. A crise da poluição plástica continua a exigir uma resposta global coordenada.