Cecília, uma paulistana da zona leste, alimenta aves em seu quintal diariamente, atraindo cerca de oitenta psitacídeos. Sua rotina, compartilhada nas redes sociais, impacta positivamente milhares de seguidores.

Todos os dias, às 5h30 da manhã, Cecília, uma paulistana da zona leste de São Paulo, inicia sua rotina de alimentar aves em seu quintal. Com um cardápio que inclui frutas e sementes, ela prepara um verdadeiro banquete para seus visitantes. Às 6h30, cerca de oitenta aves, incluindo maritacas, maracanãs e periquitos-ricos, chegam para se alimentar. Cecília, que carinhosamente chama esses pássaros de "verdinhos", observa a interação deles em sua varanda.
A prática de alimentar aves começou há mais de três anos, quando Cecília decidiu colocar água e sementes no quintal. Desde então, a diversidade de espécies aumentou, incluindo bem-te-vis e sabiás-laranjeira. Com o tempo, ela passou a oferecer frutas na janela da lavanderia e, posteriormente, na varanda, onde o espaço é maior.
Atualmente, Cecília compartilha sua rotina nas redes sociais, onde realiza transmissões ao vivo e posta vídeos e fotos dos pássaros. Com mais de trinta mil seguidores, suas interações têm impactado positivamente a vida de muitas pessoas. Ela recebe mensagens de seguidores que relatam como os vídeos trazem paz e alegria, especialmente para aqueles que enfrentam dificuldades emocionais.
Entre os relatos, destaca-se o de uma idosa que assiste às lives diariamente com sua filha, buscando conforto em meio ao princípio de Alzheimer. Cecília expressa sua felicidade ao saber que suas transmissões ajudam a trazer um pouco de luz para a vida dessas pessoas.
Além do café da manhã, Cecília também repõe a comida no final da tarde, atraindo novamente os pássaros. Ela observa que, durante o inverno, o número de aves aumenta, possivelmente devido à escassez de frutos nas árvores da cidade. A aproximação com os psitacídeos se intensificou ao longo do tempo, permitindo que ela reconheça e nomeie algumas aves, como "pouca-pena" e "pirulito".
A história de Cecília é um exemplo de como pequenas ações podem gerar grandes impactos. Projetos que promovem a interação com a natureza e o bem-estar emocional devem ser incentivados pela sociedade. A união em torno de iniciativas como a de Cecília pode ajudar a criar um ambiente mais acolhedor e saudável para todos.

O projeto "DNA do Brasil" sequenciou 2.700 genomas, revelando 8,7 milhões de variantes genéticas desconhecidas e destacando a ancestralidade da população brasileira. A pesquisa, liderada por cientistas da Universidade de São Paulo, visa aprimorar a medicina personalizada e aumentar a representatividade genética no país.

O Insper planeja transformar a Rua Uberabinha em um espaço compartilhado, promovendo convivência urbana com alargamento de calçadas e áreas de lazer. A iniciativa visa integrar a comunidade e melhorar a qualidade de vida.

Tartarugalzinho (AP) recebe doação de equipamentos para fortalecer pesca e agricultura. A iniciativa do Ministério da Integração e da Codevasf visa impulsionar a economia local e beneficiar trabalhadores rurais.

Letícia Sabatella e Paulo Braga emocionaram pacientes do Hospital Sarah Kubitschek com o espetáculo Voz e Piano, destacando a cultura como parte essencial da reabilitação. A apresentação, parte do programa Arte e Reabilitação, promoveu um ambiente de alegria e bem-estar, reforçando a importância da arte na saúde.

A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência da Câmara lançará a campanha "Xô Capacitismo" na próxima terça-feira, com apoio de Xuxa Meneghel, para combater preconceitos e discriminação.

O projeto Ecoar, que apoia professores de esportes em áreas vulneráveis do Rio de Janeiro, expandirá para 74 núcleos em 18 cidades, beneficiando quase 9 mil alunos até 2025. A iniciativa, idealizada pelo deputado federal Hugo Leal, promove saúde e cidadania por meio de aulas gratuitas, com foco em artes marciais. O embaixador Dudu Dantas destaca a transformação que projetos sociais podem proporcionar na vida de jovens.