Em 2024, 30% dos partos na SES-DF foram de mães de outros estados, com Goiás em destaque. O secretário de Saúde, Juracy Lacerda, enfatiza a necessidade de planejamento para atender a demanda crescente.
Em 2024, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) registrou que trinta por cento dos partos realizados foram de mães oriundas de outros estados, com Goiás liderando as internações. A auxiliar de cozinha Brenda de Moura, de vinte e cinco anos, é um exemplo dessa realidade. Ela está internada no Hospital Materno Infantil de Brasília devido a uma gestação de alto risco, elogiando o atendimento recebido. A cada dez bebês nascidos nas unidades da SES-DF, três são de famílias de dezesseis estados brasileiros.
No total, foram trinta e um mil quinhentos partos, sendo mais de nove mil quinhentos de outras unidades da federação. Goiás se destacou com quase nove mil quatrocentos nascimentos. Além disso, das mais de duzentas e trinta e oito mil internações em hospitais da SES-DF no ano passado, cerca de vinte por cento foram de pacientes de fora do DF. O secretário de Saúde, Juracy Lacerda, enfatiza a necessidade de planejamento e diálogo com outros estados para atender a essa demanda crescente.
O atendimento de saúde no DF também é procurado em situações inesperadas. Cleonice Rodrigues, de setenta e oito anos, veio de Manaus para comemorar seu aniversário, mas acabou internada após um acidente. Ela se prepara para uma cirurgia ortopédica no Hospital Regional de Planaltina. Adriano Soares dos Santos, um motoboy de Planaltina de Goiás, também é um paciente frequente dos serviços de saúde da capital federal, destacando a qualidade do atendimento.
O Sistema Único de Saúde (SUS) garante assistência a todos os cidadãos, independentemente de sua origem. O secretário Lacerda ressalta que o SUS é universal e deve acolher todos que buscam atendimento. No entanto, ele alerta que o planejamento deve ser realista, especialmente em casos como o câncer, onde a projeção é de sete mil novos casos anuais apenas entre a população do DF.
As conversas entre os secretários de Saúde de Goiás e Minas Gerais estão em andamento para definir responsabilidades e encontrar soluções para o atendimento da população do DF e dos municípios vizinhos. Em 2024, mais de quarenta e sete por cento das internações de cidadãos da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride-DF) ocorreram nos hospitais da SES-DF, evidenciando a importância de uma abordagem colaborativa.
Nesta situação, a união da sociedade civil pode fazer a diferença. Projetos que visam apoiar o atendimento de saúde e a recuperação de pacientes que dependem dos serviços do DF são essenciais. A mobilização em torno dessas causas pode proporcionar um suporte significativo para aqueles que enfrentam desafios em busca de cuidados médicos adequados.

Luciene de Souza, 27 anos, acusa médica de lesão corporal após complicações em cirurgia. Após implante de silicone, Luciene perdeu audição e mobilidade. A Polícia Civil investiga a médica Sandra Patricia Naranjo Gonzalez, que nega falhas.

A vacinação contra a gripe em São Paulo foi ampliada para toda a população acima de seis meses, com início em 20 de março de 2025, e agora faz parte do Calendário Básico de Vacinação. A Secretaria de Estado da Saúde destaca a importância da imunização, especialmente para grupos prioritários, como idosos e gestantes, que são mais vulneráveis a formas graves da doença. A cobertura vacinal até 15 de março era de 24,41%. A vacina leva até duas semanas para fazer efeito, sendo recomendada a vacinação antes da circulação do vírus.

Após um surto de sarampo no Tocantins, o Brasil não registrou novos casos em duas semanas. O Ministério da Saúde enviou vacinas e implementou a dose zero para crianças em áreas vulneráveis.

O câncer colorretal, terceiro mais comum no Brasil, apresenta aumento alarmante entre jovens, levando a recomendações de rastreamento a partir dos 45 anos. Um mutirão em Goiás detectou 462 lesões e quatro casos avançados.

Edu Guedes, apresentador e chef de cozinha, passou por cirurgia para remoção de tumor no pâncreas, diagnosticado após crise renal. O caso ressalta a gravidade do câncer pancreático, frequentemente letal e silencioso.

A infecção pelo HIV pode ser assintomática no início, mas a janela imunológica é crucial para a transmissão. O SUS oferece Terapia Antirretroviral (TAR) gratuita para controle da doença.