Chuvas intensas são esperadas na faixa centro-leste do Brasil nesta sexta-feira (25), com volumes de até 100 mm e ventos de até 100 km/h, conforme alerta do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). A previsão é de que as instabilidades atinjam principalmente o norte de São Paulo, além de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais e sul do Espírito Santo. A região norte também está sob alerta, com possibilidade de chuvas fortes no Amazonas, Pará, Amapá e Maranhão. Fique atento às atualizações meteorológicas.

A faixa centro-leste do Brasil enfrenta previsão de chuvas intensas nesta sexta-feira, 25 de abril, com volumes variando entre 30 mm e 100 mm. As rajadas de vento podem atingir até 100 km/h, com destaque para o estado de São Paulo, onde as instabilidades devem afetar principalmente a região norte. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um aviso laranja, indicando perigo, para diversas áreas.
As chuvas fortes são esperadas entre a tarde e a noite de hoje, persistindo até a manhã de amanhã, 26 de abril. Além de São Paulo, o aviso laranja abrange partes do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais e sul do Espírito Santo. A situação requer atenção, pois as condições climáticas podem causar transtornos significativos.
A faixa norte do país também está sob alerta, com previsão de chuvas fortes em estados como Amazonas, Pará, Amapá e Maranhão, onde os volumes de precipitação podem alcançar os 100 mm. Essas condições climáticas adversas exigem que a população esteja atenta às orientações das autoridades e aos avisos meteorológicos.
No restante do Brasil, a previsão indica pancadas isoladas de chuva, especialmente a partir da tarde, mas com menor intensidade, não ultrapassando os 50 mm. É fundamental que a população se mantenha informada sobre as condições do tempo e siga as recomendações das autoridades locais.
O Inmet, órgão vinculado ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), é responsável pela emissão de avisos meteorológicos e pela representação do Brasil junto à Organização Meteorológica Mundial (OMM) desde mil novecentos e cinquenta. As previsões e alertas são disponibilizados diariamente em seu portal e redes sociais.
Diante da gravidade da situação, é essencial que a sociedade civil se mobilize para apoiar aqueles que podem ser afetados por essas chuvas intensas. A união em torno de iniciativas que ajudem as comunidades vulneráveis pode fazer a diferença em momentos como este, promovendo a solidariedade e a recuperação das áreas impactadas.

Pesquisadores da FMUSP revelam que a poluição do ar e as mudanças climáticas aumentam riscos de parto prematuro e problemas de saúde a longo prazo em crianças, além de encurtar telômeros em fetos. A pesquisa, que revisou 86 estudos recentes, destaca que a exposição a poluentes compromete a saúde materna e fetal, elevando a chance de complicações como diabetes gestacional e restrição de crescimento intrauterino.

Froylán Correa e a comunidade indígena de San Jerónimo Purenchécuaro se uniram à Universidade Michoacana para preservar o ameaçado achoque, uma salamandra endêmica do lago de Pátzcuaro. A colaboração visa recuperar a população do animal, que é vital para a cultura local e possui notáveis propriedades regenerativas.

A turbulência severa na aviação deve aumentar de duas a três vezes nas próximas décadas, com ferimentos graves e até mortes já registradas. Especialistas alertam sobre os impactos das mudanças climáticas.

A dieta vegetariana, adotada por 14% da população brasileira, oferece benefícios à saúde e ao meio ambiente, como a melhora da microbiota intestinal e a redução da pegada ecológica. Especialistas alertam para a importância de um planejamento nutricional adequado.

Um novo estudo aponta que a instalação de painéis solares em áreas urbanas pode elevar a eficiência energética em até trinta por cento e reduzir a emissão de carbono nas cidades. A pesquisa destaca a importância da energia solar na luta contra as mudanças climáticas.

Pesquisadores estão usando tubarões mako como sensores móveis para coletar dados marinhos e aprimorar a previsão de furacões no Atlântico, em resposta à redução de recursos da NOAA. Essa abordagem inovadora visa melhorar a coleta de dados essenciais para prever a intensidade e o trajeto das tempestades, garantindo o bem-estar dos animais envolvidos.