Neste sábado (9), às 9h, a Casa de Cura em Vargem Grande receberá o Circuito Helinho, uma corrida inclusiva para crianças típicas e atípicas, idealizada por Isabel André e Angélica. O evento visa promover empatia e inclusão desde a infância, com inscrições gratuitas via Instagram.

Uma corrida inclusiva, chamada Circuito Helinho, será realizada neste sábado (9), às 9h, na Casa de Cura, em Vargem Grande. O evento foi idealizado pela pedagoga Isabel André, fundadora do espaço psicopedagógico Abrace, e por Angélica, mãe de Helinho, uma criança que inspirou a iniciativa. A Abrace tem como objetivo promover a saúde emocional e o desenvolvimento integral de crianças e suas famílias.
A ideia do evento surgiu após um encontro entre Isabel e Angélica, que expressou seu desejo por mais espaços acessíveis e acolhedores para crianças típicas e atípicas. Desde então, Angélica tem colaborado ativamente na organização do circuito. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo Instagram da Abrace (@abrace).
Isabel André destaca a importância de promover a convivência entre crianças típicas e atípicas para construir uma sociedade mais empática e inclusiva. Ela afirma que "promover essa interação desde a primeira infância permite que a empatia deixe de ser só teoria e passe a ser vivida no cotidiano". Essa abordagem ajuda a cultivar o respeito às diferenças desde cedo, reduzindo preconceitos e fortalecendo vínculos sociais.
Outro aspecto importante do projeto é o envolvimento das famílias. Isabel enfatiza que, ao nascer uma criança atípica, toda a família precisa reaprender a dialogar. O trabalho da Abrace não se limita às crianças, mas também abrange pais, irmãos e demais familiares, criando um espaço de escuta e acolhimento.
Apesar dos desafios enfrentados para viabilizar o evento, como a busca por patrocinadores e um local apropriado, a Casa de Cura, um centro espírita universalista, acolheu a proposta e ofereceu o espaço. A equipe se dedicou a garantir acessibilidade em diversos aspectos do ambiente, ouvindo especialistas e famílias para que todas as crianças se sintam seguras e acolhidas.
O Circuito Helinho tem planos de se expandir, com novas edições e formatos, como sessões de cinema e eventos temáticos. A visão é criar uma plataforma contínua de convivência e conscientização, sempre fiel ao propósito de ampliar a empatia e a inclusão desde a infância. Iniciativas como essa merecem apoio da sociedade civil para se tornarem cada vez mais efetivas e impactantes.

O Instituto Motiva, sob a liderança de Renata Ruggiero, investirá R$ 750 milhões em projetos sociais até 2035, destacando a inclusão de comunidades caiçaras e quilombolas na Flip e na COP 30.

Bruna Aiiso destaca a falta de representatividade de artistas asiáticos na TV. A atriz apresentou uma palestra nos Estúdios Globo, abordando racismo e estereótipos.

Gilberto Schwartsmann, escritor e médico gaúcho, tem seu livro "Dibuk" reconhecido internacionalmente, enquanto Moacyr de Oliveira Filho lança "O desabrochar dos agapantos". No dia 30, será apresentado o Projeto Maturidade, que oferecerá aulas de artesanato em igrejas do Rio de Janeiro, promovendo inclusão e renda para a terceira idade.

Três novas produções teatrais estreiam na Tijuca, abordando temas como inclusão e diversidade. "O menino ao avesso" explora identidade infantil, enquanto "Essa peça tem beijo gay" discute visibilidade LGBTQIAPN+. O musical "Zé Ketti, eu quero matar a saudade!" celebra a memória do compositor negro.

Alunos do CEF 01 do Cruzeiro participaram de atividades educativas em alusão ao Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, promovendo conscientização e engajamento. A ação incluiu pintura de painéis e plantio de flores, além de orientações sobre direitos e canais de denúncia, reforçando a importância da proteção infantil.

A restrição no horário de funcionamento das distribuidoras de bebidas no Distrito Federal resultou em uma queda significativa nos homicídios. Dados de 2025 mostram redução de 23% nos assassinatos e 66% entre 0h e 6h.