Eduardo Suplicy destaca a importância da Renda Básica de Cidadania (RBC) no Brasil e anuncia o 24º Congresso Internacional da Renda Básica e Economia Solidária, que ocorrerá no Rio de Janeiro a partir de 25 de agosto. O evento reunirá especialistas globais para discutir experiências bem-sucedidas, incluindo iniciativas em Maricá e Niterói, que têm promovido a inclusão social e o desenvolvimento econômico local.

Eduardo Suplicy, deputado estadual, tem se dedicado à promoção da Renda Básica de Cidadania (RBC) no Brasil desde sua criação em dois mil e quatro. A partir de 25 de agosto, o Rio de Janeiro será palco do 24º Congresso Internacional da Renda Básica e Economia Solidária, reunindo especialistas de diversas partes do mundo. O evento, promovido pela Rede Mundial da Renda Básica (Bien), contará com a presença de renomados estudiosos, como Philippe Van Parijs e Guy Standing, que compartilharão experiências bem-sucedidas de diferentes continentes.
As cidades de Maricá e Niterói foram escolhidas para sediar o congresso devido às suas notáveis iniciativas em economia solidária e programas de transferência de renda. Suplicy destaca que essas experiências são inspiradas pela Lei 10.835/2004, de sua autoria, que instituiu a RBC. Em Maricá, a moeda social mumbuca, criada em dois mil e treze, tem sido fundamental para a implementação de um sistema de benefícios, garantindo uma renda mínima a seus cidadãos.
Desde a implementação da RBC em Maricá, o município expandiu suas iniciativas, abrangendo áreas como transporte, saúde e educação. Em julho de dois mil e vinte e cinco, o benefício de 230 mumbucas mensais foi concedido a mais de setenta e um mil residentes. O sucesso dessa política motivou outras cidades do Estado do Rio de Janeiro a desenvolverem suas próprias moedas sociais, como itajuru em Cabo Frio e saquá em Saquarema.
Niterói também se destacou com a criação da moeda arariboia, que atualmente beneficia cerca de trinta e um mil famílias. Com quase trinta mil transações realizadas, a moeda injetou R$ 82 milhões na economia local. Suplicy ressalta que mais de cento e oitenta e duas moedas sociais estão em circulação no Brasil, todas contribuindo para o desenvolvimento local e a redução da pobreza.
O congresso da Bien será uma oportunidade para discutir os avanços do projeto da RBC no Brasil. Suplicy, em colaboração com o presidente Lula e um grupo de especialistas, busca as melhores opções de financiamento para a implementação gradual da renda mínima em todo o país. Ele enfatiza que a RBC universal e incondicional garante dignidade e liberdade, permitindo que as pessoas façam escolhas melhores em suas vidas.
Iniciativas como a Renda Básica de Cidadania têm o potencial de transformar vidas, oferecendo alternativas a pessoas em situações vulneráveis. A união da sociedade civil pode ser crucial para apoiar e expandir esses projetos, garantindo que mais cidadãos tenham acesso a uma vida digna e com oportunidades.

O Ministério Público Federal (MPF) investiga obras federais paralisadas no Rio Grande do Sul, onde chuvas em 2024 causaram danos significativos. Cerca de R$ 3 bilhões foram destinados à recuperação de infraestrutura.

A pesquisa revela que 42,7% das mulheres no Brasil não torcem para nenhum time de futebol, refletindo a exclusão histórica do esporte. A Copa do Mundo Feminina de 2027 pode mudar esse cenário.

As inscrições para a 21ª edição do Prêmio Empreendedor Social foram prorrogadas até 5 de maio, destacando soluções sustentáveis e direitos das populações vulneráveis. A premiação ocorrerá em setembro, antecipada pela COP30.

O programa Prato Cheio, criado em 2020, celebra cinco anos com aumento do benefício de R$ 250 para R$ 280, ampliando o número de beneficiários de 100 mil para 130 mil e estendendo a concessão para 18 meses. O Governo do Distrito Federal anunciou melhorias significativas no programa, que visa garantir dignidade alimentar a famílias vulneráveis. O investimento social também cresce, refletindo um compromisso com a segurança alimentar e a economia local.

Governo atualiza lista de empregadores que exploram trabalho análogo à escravidão, com 155 novos registros, totalizando 727. Entre os acusados, um desembargador de Santa Catarina.

Em 2023, o Distrito Federal registrou 19.996 casos de violência doméstica, um aumento de 4,4% em relação ao ano anterior, afetando profundamente crianças que testemunham essas agressões. Crianças e adolescentes que presenciam violência em casa enfrentam traumas emocionais severos, como ansiedade e dificuldades de relacionamento. A denúncia é crucial para romper esse ciclo.