O 1º Congresso Latino-Americano da Federação Mundial para Neurorreabilitação (WFNR) em Brasília, idealizado por Lúcia Willadino Braga, destaca a integração de ciência e tecnologia na reabilitação de lesões cerebrais. O evento promove a multidisciplinaridade e a troca de conhecimentos entre especialistas, elevando o entendimento sobre neurociência e humanizando o atendimento. A Rede Sarah, com mais de 25 anos de parceria com a WFNR, se posiciona como um polo internacional na área, com a possibilidade de congressos anuais.

O 1º Congresso Latino-Americano da Federação Mundial para Neurorreabilitação (WFNR) ocorreu em Brasília, destacando a importância da neurociência e da reabilitação de lesões cerebrais. Lúcia Willadino Braga, referência internacional na área e idealizadora do evento, enfatizou a relevância da cooperação internacional e da integração entre ciência e prática clínica. A ideia de trazer o congresso para Brasília surgiu após um evento virtual realizado durante a pandemia, que comemorou os 25 anos da federação, com a intenção de realizar encontros regulares na capital.
Braga ressaltou que Brasília se tornou um polo internacional de neurociências, atraindo estudantes de diversos países. O congresso não apenas eleva o nível do entendimento sobre o cérebro, mas também promove a multidisciplinaridade, reunindo mais de quarenta especialidades diferentes. Essa diversidade de olhares enriquece a discussão e contribui para um avanço significativo na neurociência, beneficiando tanto o Brasil quanto o mundo.
A neurocientista destacou a importância de aplicar o conhecimento adquirido no congresso diretamente na prática clínica. A Rede Sarah, que atende cerca de dois milhões de pacientes anualmente, busca soluções para problemas que não estão na literatura médica. O foco está em um atendimento baseado em evidências científicas, mas com um olhar humanizado, essencial para a reabilitação.
Um dos temas centrais discutidos foi a neuroplasticidade, que se refere à capacidade do cérebro de se adaptar e mudar. Novas tecnologias em neuroimagem permitem observar como o cérebro se reorganiza durante o aprendizado, revelando a formação de novas redes neurais. Além disso, a neurociência está cada vez mais integrada a tecnologias digitais, como a inteligência artificial, que podem potencializar a recuperação dos pacientes.
Braga mencionou que, no Sarah do Lago Norte, a realidade virtual e a inteligência artificial são utilizadas em conjunto com atividades ao ar livre, promovendo um tratamento lúdico e eficaz. Ela também abordou o uso de dispositivos implantáveis, como eletrodos, que têm mostrado resultados positivos em pacientes com Parkinson, destacando a importância da tecnologia na medicina.
Após anos de dedicação, a curiosidade e o desejo de descobrir o desconhecido continuam a motivar Braga. A interação com os pacientes, que muitas vezes se torna uma relação afetiva, traz energia e inspiração para seu trabalho. Projetos que promovem a reabilitação e a pesquisa na área da neurociência são essenciais e podem ser impulsionados pela sociedade civil, que deve se unir para apoiar iniciativas que visem melhorar a qualidade de vida de pessoas com lesões cerebrais.

O Hospital Amaral Carvalho (HAC) foi recertificado com o Selo Diamante ESG Sustentabilidade, ampliando suas ações sustentáveis para 174 em 2025, superando as 133 do ano anterior. A instituição reafirma seu compromisso com a saúde e a comunidade.

O governo reduziu em 42% o orçamento do Prêmio do Seguro Rural, enquanto um projeto na Comissão de Constituição e Justiça busca modernizar a legislação e garantir benefícios financeiros aos agricultores.

Brasília sedia o Innova Summit 2025, de 24 a 26 de junho, com mais de 200 palestras e foco no empreendedorismo feminino. O evento também contará com a final da GameJamPlus, destacando a inovação e a transformação social.

A presidente do Superior Tribunal Militar, Maria Elizabeth Rocha, propõe letramento antidiscriminatório nas escolas militares após ouvir queixas de líderes indígenas sobre o tratamento das Forças Armadas. A iniciativa visa promover respeito às culturas originárias e aumentar a representatividade indígena nas instituições militares.

Uma nova lei sancionada pelo presidente Lula garante acompanhamento nutricional a pessoas com transtorno do espectro autista (TEA) pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A medida visa melhorar a saúde e a qualidade de vida de aproximadamente 2 milhões de brasileiros com TEA, que frequentemente enfrentam seletividade alimentar.

O projeto Multiplicando Sonhos, liderado por Alessandra Alves Ferreira, promove educação financeira para jovens da rede pública, visando autonomia e segurança financeira. Com apoio de parceiros, a iniciativa se expande para todas as capitais brasileiras e comunidades no exterior.