Estudo revela que 90% dos adultos acreditam que jovens carecem de suporte emocional no ambiente digital, com 70% defendendo psicólogos nas escolas. Apenas 20% dos pais planejam usar controle digital.

Crianças e adolescentes estão cada vez mais imersos em dispositivos digitais, trocando momentos em família por horas em frente a telas. Um estudo da Porto Digital revela que noventa por cento dos adultos acreditam que os jovens não recebem o suporte emocional necessário para enfrentar os desafios do ambiente digital, especialmente nas redes sociais. Essa falta de apoio é preocupante, considerando que a saúde mental dos jovens está em risco.
O levantamento aponta que setenta por cento dos entrevistados defendem a presença de psicólogos nas escolas como uma medida essencial para melhorar essa situação. O psicólogo Cristiano Costa, da Empresa Brasileira de Apoio ao Compulsivo (EBAC), destaca que o sistema de recompensas presente nos jogos digitais ativa circuitos cerebrais semelhantes aos envolvidos em vícios químicos, aumentando a vulnerabilidade dos jovens a esses estímulos.
Além disso, a pesquisa revela que cinquenta e sete por cento dos entrevistados consideram o bullying e a violência escolar como os principais desafios enfrentados pelos jovens atualmente. Outros fatores, como depressão e ansiedade, afetam quarenta e oito por cento dos jovens, enquanto trinta e dois por cento enfrentam pressão estética. Apesar desses dados alarmantes, apenas vinte por cento dos pais planejam utilizar ferramentas de controle digital no futuro.
A baixa adesão a recursos como o controle de tempo de tela evidencia a necessidade de conscientização e orientação para as famílias. A população reconhece que o cuidado com os jovens deve ser uma responsabilidade compartilhada entre governo, escolas, famílias e sociedade. É urgente criar ambientes mais seguros e acolhedores, especialmente nas escolas, considerando o uso cada vez mais precoce das redes sociais.
O estudo "Influenciadores", da Croma Consultoria, mostra que mais da metade dos brasileiros acompanha influenciadores digitais. O WhatsApp é a rede social mais utilizada, especialmente entre a Geração X e a Geração Y. O Instagram é popular entre os mais jovens, enquanto o TikTok cresce rapidamente entre a Geração Z. Edmar Bulla, fundador do Grupo Croma, ressalta a importância do controle e da orientação por parte dos pais diante da segmentação no uso das redes sociais.
Nessa situação, é fundamental que a sociedade se una para apoiar iniciativas que promovam a saúde mental dos jovens e ofereçam suporte emocional. Projetos que visem a criação de ambientes mais seguros e acolhedores nas escolas podem fazer a diferença na vida de muitos adolescentes. A união da comunidade pode ser a chave para transformar essa realidade e garantir um futuro melhor para as novas gerações.

Ronaldo Garbin, empresário e especialista em resgates, faleceu aos 42 anos em Caxias do Sul, após lutar contra leucemia. Ele foi reconhecido por sua atuação heroica nas enchentes de 2024. A Prefeitura de Santa Tereza lamentou sua morte, destacando seu legado de empatia e dedicação. O velório ocorreu em Bento Gonçalves, onde amigos e familiares prestaram suas últimas homenagens.

Mulheres em cargos de CEO enfrentam desafios significativos, com uma taxa de demissão 33% maior que a dos homens e um tempo médio de permanência de 5,2 anos, contra 7,9 anos. Apenas 13% dos novos CEOs em 2025 são mulheres.

Câmara dos Deputados aprova o projeto "ECA Digital" para combater a exploração sexual de menores na internet, em resposta a denúncias do influenciador Felca sobre a adultização infantil e algoritmos. A proposta cria uma autoridade autônoma para fiscalização e estabelece regras rigorosas para plataformas digitais, visando proteger crianças e adolescentes de conteúdos prejudiciais.

Estudo da Unesp revela que a atividade física dos pais impacta diretamente o sedentarismo dos filhos, com a influência materna sendo mais significativa. Resultados podem orientar políticas de saúde pública.

Na formatura do primeiro ciclo de 2025 do Renova-DF, 1.148 alunos se formaram, totalizando 25.067 desde 2021. O programa, que une qualificação profissional e revitalização de espaços públicos, visa combater o desemprego.

Cresce a informalidade entre trabalhadores domésticos no Distrito Federal, onde 95,4% são mulheres e 79,1% se autodeclaram negras. A falta de fiscalização e a "pejotização" agravam a situação.