No dia 7, o Cristo Redentor será iluminado de lilás em um ato simbólico contra a violência de gênero, parte da campanha Agosto Lilás, promovida pela Secretaria de Estado da Mulher e parceiros. O Brasil enfrenta uma média de quatro feminicídios diários, com maior incidência entre mulheres negras.

O Cristo Redentor será iluminado de lilás no dia 7 de agosto, às 20h, em um ato simbólico contra a violência de gênero. A ação faz parte da campanha Agosto Lilás, promovida pela Secretaria de Estado da Mulher, em colaboração com a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ-Tech), a Patrulha Maria da Penha, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) e o Santuário Cristo Redentor. Este evento ocorre em um contexto alarmante, onde o Brasil registra uma média de quatro feminicídios por dia desde a tipificação do crime em 2015.
Os dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública revelam que a maioria das vítimas são mulheres negras, com idades entre 18 e 44 anos. Este cenário reforça a urgência de ações efetivas para combater a violência de gênero e proteger as mulheres. A iluminação do Cristo Redentor simboliza a luta contra essa realidade e busca conscientizar a sociedade sobre a gravidade do problema.
A campanha Agosto Lilás também destaca a importância de ferramentas de apoio, como o aplicativo Rede Mulher, as Salas Lilás e os Centros Especializados de Atendimento. Essas iniciativas visam oferecer suporte às vítimas e promover a prevenção da violência. A Patrulha Maria da Penha, que atua na proteção de mulheres em situação de risco, é uma das principais ações que compõem essa rede de apoio.
Além da iluminação do Cristo Redentor, outras atividades estão programadas ao longo do mês de agosto para sensibilizar a população sobre a violência contra as mulheres. A mobilização busca engajar a sociedade civil e instituições em um esforço conjunto para enfrentar essa questão. A participação ativa da comunidade é fundamental para transformar essa realidade e garantir a segurança das mulheres.
O ato simbólico no dia 7 de agosto é uma oportunidade para que todos se unam em prol do fim da violência de gênero. A iluminação do Cristo Redentor será um marco visual que representa a esperança e a luta por um futuro mais seguro para as mulheres. É essencial que a sociedade se mobilize e participe de iniciativas que promovam a igualdade de gênero e a proteção das vítimas.
Nossa união pode fazer a diferença na luta contra a violência de gênero. Projetos que visam apoiar as vítimas e promover a conscientização são fundamentais para transformar essa realidade. Ao se engajar em ações coletivas, podemos contribuir para um futuro mais justo e seguro para todas as mulheres.

Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional visita São Paulo de Olivença (AM) para mapear áreas afetadas por erosões e apoiar a reconstrução, utilizando tecnologia e capacitação local. A ação, em parceria com as defesas civis estadual e municipal, visa garantir recursos federais e prevenir novos desastres. Moradores, como Zilda, esperam por soluções rápidas e seguras.

A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, pela primeira vez, permitir o registro civil de uma pessoa como gênero neutro, destacando a importância da autoidentificação. A relatora, ministra Nancy Andrighi, enfatizou a complexidade da identidade de gênero e a necessidade de dignidade para todos, reconhecendo o sofrimento da pessoa envolvida. A decisão visa garantir respeito e proteção às identidades não-binárias, alinhando-se a precedentes do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre direitos fundamentais.

O Quilombo São José da Serra, em Valença, participa da exposição "Bonecas que contam histórias" no Catete, celebrando uma década de titularidade e promovendo sua cultura por meio de artesanato. Luciene Valença, artesã e secretária da associação, destaca a importância da visibilidade e a conexão com a história de resistência do quilombo, que existe há mais de 150 anos.

O Ministério da Saúde e a Fiocruz Brasília lançaram o “Projeto Territórios Saudáveis e Sustentáveis”, com R$ 24 milhões para formar lideranças comunitárias em oito estados do Norte e Nordeste. O projeto visa integrar saberes populares e científicos, promovendo a saúde e a participação no Sistema Único de Saúde (SUS).

O Mapa da Desigualdade 2024 revela que Moema lidera em educação, saúde e segurança em São Paulo, enquanto Brasilândia apresenta os piores índices, evidenciando a persistente desigualdade na cidade.

O filme "Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá", de Sueli Maxakali, destaca a busca pela identidade indígena e a luta dos Maxakali, sendo uma ferramenta de resistência cultural. A obra, premiada no Festival de Brasília, revela a complexidade do contato entre culturas e a importância do cinema na autodefinição dos povos indígenas.