Produtora do projeto Cultura nas Capitais relata experiência transformadora em Garopaba, onde avistou baleias-franca-austral e sentiu profunda conexão com a natureza, superando desafios pessoais.

A produtora do projeto Cultura nas Capitais compartilhou sua experiência em Garopaba, onde vivenciou um momento especial ao observar baleias-franca-austral. O projeto, que realiza a maior pesquisa de hábitos culturais do Brasil, analisa a exclusão e o acesso a quatorze atividades culturais nas 26 capitais e no Distrito Federal. Os dados coletados estão disponíveis no site do projeto, incluindo apresentações das capitais já visitadas.
Desde fevereiro de 2025, a produtora e seu marido, organizador da pesquisa, têm se deslocado entre as capitais, mantendo seus pertences em um cômodo na casa dos pais. Após uma apresentação em Porto Alegre, o casal se dirigiu a Garopaba, onde a produtora se hospedou em um charmoso local com vista para o mar. Motivada por uma sugestão de uma colega, decidiu mentalizar a visão de baleias durante a estadia.
No sábado, a chuva não impediu a produtora de se preparar para um dia de novas experiências. No domingo, ao amanhecer ensolarado, ela decidiu aceitar todas as propostas de atividades. Acompanhada do marido, caminhou pela praia e, ao chegar ao ponto mais alto da trilha, avistou um casal com o celular voltado para o mar, indicando a presença das baleias.
Em um momento de pura conexão com a natureza, a produtora observou duas baleias-franca-austral, uma mãe e seu filhote, se movendo calmamente nas águas. A mãe, imponente e serena, parecia supervisionar tudo ao seu redor, enquanto o filhote exibia sua energia juvenil. Essa experiência trouxe uma sensação de paz e conexão, fazendo com que suas preocupações desaparecessem temporariamente.
Após esse momento mágico, o casal continuou sua caminhada pela praia de Siriú, onde teve a sorte de testemunhar saltos de baleias jovens. A temporada de avistamento das baleias-franca-austral no litoral catarinense ocorre entre agosto e novembro, e a produtora expressou sua gratidão por ter vivenciado essa beleza natural.
Essa experiência ressalta a importância de projetos que promovem a conexão com a natureza e a cultura. A união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar iniciativas que busquem preservar e valorizar esses momentos únicos, incentivando a proteção do meio ambiente e a promoção de atividades culturais que enriquecem a vida de todos.

Lisandra Uwaireudo, mulher trans bororo, foi acolhida em rituais femininos, simbolizando a crescente aceitação de identidades de gênero na comunidade. Majur Harachell Traytowu se destacou como a primeira cacica trans do Brasil, enquanto Kiga Bóe fundou um coletivo LGBTQIA+ indígena.

Romário acionou o governo e o MPF após abuso em escola no Paraná, onde menino autista foi amarrado por professora. Ele propõe protocolos de conduta e responsabilização dos envolvidos, destacando a falta de regulamentação da Lei Brasileira de Inclusão.

Alok, após sua participação em "Vale Tudo", foi contratado para shows em Sergipe e Palmas, destinando parte dos cachês a vítimas de enchentes. O evento em Palmas custou R$ 680 mil.

Em 2024, a Randoncorp destacou-se ao aumentar em 80% a presença feminina na liderança e reduzir em 20% suas emissões com a Caldeira Verde, enquanto a WEG alcançou 28% de redução nas emissões e beneficiará 470 famílias com uma nova agroindústria.

Cidades de 15 minutos emergem como solução para urbanização, promovendo acessibilidade e qualidade de vida. Paris, Barcelona e Curitiba lideram iniciativas, mas desigualdade e cultura automobilística ainda são desafios.

Após ser diagnosticado com linfoma de Hodgkin, um estudante de Recife teve sua mãe, jornalista, preparando seu prato favorito no hospital, promovendo conforto durante o tratamento. A ação faz parte do programa "Família na Cozinha", que envolve familiares na alimentação de crianças internadas, melhorando o bem-estar emocional e físico.