O Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial, em 3 de julho, destaca a Lei Afonso Arinos, de 1951, que criminalizou a discriminação racial no Brasil. Apesar de 16 milhões de empreendedores negros registrados em 2024, a desigualdade persiste, com rendimentos 46,2% inferiores aos de brancos, mesmo com escolaridade similar.

O Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial, celebrado em 3 de julho, marca a aprovação da Lei Afonso Arinos, em mil novecentos e cinquenta e um, que criminalizou a discriminação racial no Brasil. Mais de setenta anos depois, a população negra ainda enfrenta desafios significativos, incluindo racismo, preconceito e escassez de oportunidades. Esses fatores contribuem para que os negros liderem os piores índices sociais e sejam a maioria entre as vítimas de homicídio.
Embora tenha havido avanços educacionais, a sub-representação da população negra em cargos de liderança é alarmante. Um estudo da startup Diversitera revela que apenas 8,7% dos cargos de alta liderança são ocupados por pessoas pardas e apenas 1% por pessoas pretas. Diante da falta de oportunidades no mercado formal, muitos negros optam pelo empreendedorismo como alternativa de sobrevivência, mas a desigualdade persiste nesse setor.
A pesquisa "O novo retrato do negro empreendedor brasileiro – Sob a ótica da PNAD Contínua", realizada pelo Sebrae, destaca que, mesmo com escolaridade semelhante, as empreendedoras negras ganham significativamente menos que os homens brancos. Enquanto 65,4% das mulheres negras têm ensino médio completo ou mais, a renda delas representa menos de 40% do que recebem os homens brancos donos de empresas.
No quarto trimestre de dois mil e vinte e quatro, o rendimento médio real dos empreendedores negros foi de R$ 2.477, o que representa uma diferença de 46,2% em relação aos empresários brancos. Embora a desigualdade de renda tenha diminuído desde dois mil e doze, quando a diferença era de 52,7%, ainda é expressiva. As mulheres negras empreendedoras ganham, em média, 73,1% do que recebem os homens negros e apenas 52,5% do rendimento das mulheres brancas.
Atualmente, os empreendedores negros somam 16 milhões no Brasil, um crescimento de 31% entre dois mil e doze e dois mil e vinte e quatro. Apesar de representarem 56,6% da população brasileira, apenas 52,7% dos donos de negócios são negros, evidenciando a sub-representação. A formalização dos negócios também está em ascensão, com 24,7% dos empreendedores negros possuindo CNPJ, superando o crescimento entre os brancos.
O presidente do Sebrae Nacional, Décio Lima, enfatiza que o empreendedorismo é uma ferramenta crucial para a inclusão social e a geração de empregos. A presença feminina entre os empreendedores negros está aumentando, com mulheres representando 32,6% do total em dois mil e vinte e quatro. Para enfrentar essas desigualdades, é fundamental que a sociedade civil se una em apoio a iniciativas que promovam a inclusão e a equidade, ajudando a transformar a realidade de muitos.

O Avistar Brasil, festival de observação de aves, chega à sua 18ª edição de 16 a 18 de maio no Jardim Botânico de São Paulo, com mais de 10 mil participantes e 200 palestras. O evento promove a conservação e a paixão pela avifauna.

Belford Roxo, a única cidade fluminense em desenvolvimento crítico, apresenta índices alarmantes: saúde (0,27), educação (0,43) e emprego e renda (0,45). Moradores relatam insatisfação com serviços básicos e oportunidades.

A psicóloga Alessandra Arrais discute a relevância dos bebês reborn na saúde mental materna, especialmente em lutos, durante a campanha Maio Furta-Cor, que visa aumentar a conscientização sobre o tema.

Em 2024, o Gasto Social com Crianças e Adolescentes caiu após cortes orçamentários, apesar do aumento anterior. Ipea e Unicef alertam para a urgência de priorizar investimentos sociais em tempos de ajuste fiscal.

O consumo de refrigerantes entre brasileiros gera prazeres instantâneos, mas traz riscos à saúde, como diabetes e hipertensão. Nutricionistas recomendam estratégias eficazes para reduzir esse hábito.

Um projeto-piloto na Avenida Paulista oferece créditos no Bilhete Único em troca de pedaladas, promovendo a mobilidade sustentável em São Paulo. Universidades buscam voluntários até 30 de junho.