Cetesb multou em R$ 370 mil duas empresas após derramamento de corante no Parque Botânico Tulipas, em Jundiaí, que resultou na morte de peixes e coloração de animais. O caso é investigado pelo Ministério Público.

A Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) aplicou multas de R$ 370 mil a duas empresas envolvidas em um acidente ambiental no Parque Botânico Tulipas Professor Aziz Ab’Saber, em Jundiaí. O incidente ocorreu no mês passado, quando um caminhão derramou corante em um dos lagos do parque, resultando na morte de mais de cem peixes e na coloração de animais como patos e gansos. O lago precisou ser esvaziado devido à grande quantidade do produto químico.
O caminhão, que transportava dois mil litros de corante, colidiu com um poste próximo ao parque, espalhando o material. A carga pertencia à empresa Farkon, que alegou que o caminhão não era seu e que houve um defeito mecânico. O caso está sob investigação do Ministério Público, que busca esclarecer as responsabilidades.
Segundo a Prefeitura de Jundiaí, o corante escoou até uma boca de lobo a cerca de cinquenta metros do local do acidente, conectando-se ao córrego do Jardim das Tulipas, que deságua no rio Jundiaí. As multas foram aplicadas na última segunda-feira, e as empresas não responderam aos contatos da imprensa até a publicação da matéria.
A Farkon, em nota, informou que o caminhão estava parado há mais de cinquenta minutos antes do acidente e que acionou as autoridades competentes para lidar com a situação. O motorista do caminhão, de quarenta e nove anos, relatou que o veículo começou a descer sozinho em uma via com declive, colidindo com o poste.
De acordo com a Cetesb, o corante líquido que vazou é classificado como não inflamável e reativo, mas pode ser tóxico em altas concentrações. A recuperação ambiental do lago é incerta, pois não há precedentes para um acidente dessa natureza. A Cetesb coletou amostras de água e identificou toxicidade aguda compatível com os impactos observados.
Além das multas, a Farkon deverá implementar medidas de segurança para evitar novos acidentes, com acompanhamento da Cetesb. Vítimas do acidente podem precisar de ajuda na recuperação desse incidente, e a mobilização da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar iniciativas que promovam a preservação ambiental e a recuperação da fauna local.

Dois filhotes de capivara sobrevivem a atropelamento que matou 14 animais e estão em tratamento no Hospital e Centro de Reabilitação da Fauna Silvestre do DF, com um deles em estado crítico. Os filhotes, que apresentam graves lesões, incluindo traumatismo cranioencefálico, serão avaliados para possível reintegração à natureza após a recuperação.

O Buraco das Araras, uma dolina no Mato Grosso do Sul, agora conta com turismo regulamentado, com passeios guiados que variam de R$ 117,00 a R$ 385,00, visando a conservação da biodiversidade local. A interação com os animais é proibida e a entrada na dolina é restrita a pesquisas científicas.

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Um homem foi flagrado soltando uma rede de pesca de uma baleia-franca-austral em Palhoça, gerando polêmica. O Ibama investiga a ação, afirmando que intervenções devem ser feitas por órgãos competentes.

ONGs e líderes ambientais solicitaram ao governo brasileiro um pacto internacional que assegure US$ 7 bilhões anuais para a proteção da Amazônia, destacando a COP30 como uma oportunidade crucial. O documento entregue enfatiza a necessidade de mobilização de recursos para evitar a degradação irreversível da floresta, que já perdeu mais de 17% de sua área.

Novo relatório da ONU revela que a seca extrema na Amazônia entre 2023 e 2024 é uma das mais severas já registradas, impactando ecossistemas e comunidades ribeirinhas, além de afetar o comércio global. A estiagem causou a morte de animais e comprometeu o abastecimento de água, evidenciando a urgência de ação diante das mudanças climáticas.