Alunos da Escola Parque da 308 Sul participaram do lançamento do livro "Gabriel em Brasília – Cidade com Asas", promovendo educação patrimonial e valorização cultural. O evento destacou a importância do patrimônio histórico e cívico da capital.

Nesta sexta-feira, 25 de abril, alunos da Escola Parque da 308 Sul participaram do lançamento da nova versão do livro Gabriel em Brasília – Cidade com Asas. O evento, que promove o conhecimento cívico e a valorização do patrimônio cultural da capital, foi realizado em parceria com a Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), o Instituto BRB e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
O livro, editado pela primeira vez em 2015, narra a aventura de Gabriel, um menino que visita Brasília com sua tia. A história, ambientada em um lúdico Plano Piloto, convida jovens a explorar a arquitetura e a história da cidade, que completará 65 anos. A cerimônia incluiu a apresentação de um curta-metragem estrelado por um aluno da escola, que interpretou Gabriel e compartilhou suas impressões sobre a cidade.
O estudante destacou que, embora pensasse que Brasília fosse apenas um centro político, ficou surpreso com a diversidade cultural e os monumentos da cidade. A narrativa do livro também remete à construção de Brasília, realizada por trabalhadores conhecidos como candangos, que vieram de várias partes do Brasil.
A diretora de Educação em Tempo Integral da SEEDF, Erika Martins, enfatizou a importância do evento para a educação patrimonial. Segundo ela, é fundamental que os alunos reconheçam a relevância dos bens culturais e naturais, promovendo a memória e o pertencimento. "Com atividades como essa, eles aprendem a valorizar o patrimônio histórico da cidade", afirmou.
Todos os anos, um novo livro com temáticas de educação patrimonial é desenvolvido em conjunto com a SEEDF e financiado pelo Instituto BRB. As obras são distribuídas em bibliotecas e escolas, onde as equipes pedagógicas realizam atividades para ensinar os alunos sobre a importância da preservação do patrimônio público.
Após a exibição do filme, alunos compartilharam suas impressões sobre os pontos turísticos mencionados no livro. A valorização da cultura local e o conhecimento sobre a cidade são essenciais para que as crianças se sintam parte de Brasília. Projetos que incentivam a educação e a preservação do patrimônio cultural merecem apoio da sociedade, pois contribuem para a formação de cidadãos conscientes e engajados.

No dia 15, a Praia de Copacabana sediará a segunda edição do projeto Saúde sem Idade, com atividades gratuitas em prol da saúde da população idosa e o lançamento da campanha #ORespeitoNãoEnvelhece. O evento contará com rodas de conversa, serviços de saúde e orientação jurídica, promovendo a valorização da longevidade e a prevenção da violência contra idosos.

Nesta semana, Santo André celebra a cultura com eventos no Teatro Municipal Maestro Flavio Florence, Cine Theatro de Variedades Carlos Gomes e Teatro Conchita de Moraes, destacando talentos locais. A Mostra de Talentos do Instituto Seci, com entrada solidária, e a Mostra Cultural da Cia Plisé Danse, com ingressos acessíveis, prometem atrair o público. O Ballet Quartier Latin também comemora seus 45 anos com apresentações especiais.

Cláudia Abreu retorna à Globo após dez anos para interpretar uma personagem com transtorno bipolar na novela "Dona de Mim", abordando saúde mental e buscando desmistificar a doença. A atriz se sente motivada a explorar essa temática atual e intensa, dedicando longas horas ao papel para trazer uma representação realista.

GDF Mais Perto do Cidadão oferece serviços gratuitos no Gama, incluindo exames oftalmológicos e apoio a gestantes, promovendo dignidade e cidadania à população.

O governo brasileiro anunciou a compra de R$ 2,4 bilhões em equipamentos para o SUS, priorizando fabricantes nacionais, visando aumentar a produção local de insumos de saúde. A meta é elevar a produção de 45% para 50% até 2026 e 70% até 2033, fortalecendo a indústria e garantindo segurança na saúde.

O número de brasileiros com mais de 60 anos no mercado de trabalho cresceu quase 70% em doze anos, atingindo 8,6 milhões em 2024, refletindo a alta informalidade e a inflação que impacta essa faixa etária. A pesquisa da FGV/Ibre destaca que muitos idosos precisam trabalhar devido ao custo de vida elevado, especialmente com despesas de saúde. A informalidade atinge 53,8% desse grupo, muito acima da média nacional. Especialistas alertam para a necessidade de políticas públicas que garantam proteção e empregabilidade a essa população crescente.