A Feira Livre da Glória, reconhecida como patrimônio histórico e cultural do Rio de Janeiro, poderá agora atrair investimentos e parcerias para valorizar sua rica tradição. O projeto de lei, aprovado pela Assembleia Legislativa e sancionado pelo governador Cláudio Castro, destaca a importância da feira, que existe há mais de 100 anos, como um espaço de cultura e lazer para os cariocas.

A Feira Livre da Glória, um dos maiores pontos de encontro do Rio de Janeiro, foi oficialmente reconhecida como patrimônio histórico, cultural e imaterial do Estado. A decisão foi sancionada pelo Governador Cláudio Castro em 8 de julho, após aprovação do projeto de lei da deputada Verônia Lima (PT). Esse reconhecimento abre portas para parcerias que visam valorizar e promover atividades culturais na feira.
Com mais de 100 anos de história, a Feira Livre da Glória acontece todos os domingos na Avenida Augusto Severo, atraindo milhares de cariocas que buscam um espaço de lazer e cultura. O evento se estende das 9h às 18h, oferecendo uma ampla variedade de produtos, como comidas e bebidas típicas de diversas regiões do Brasil e do mundo, além de roupas e artesanato.
A feira é também um local vibrante, onde apresentações musicais, como rodas de samba, contribuem para a atmosfera festiva. Bruno Seixas, um frequentador de longa data, expressou sua satisfação com o reconhecimento: "É sempre bom valorizar nossa cultura popular, porque é o que marca nossa identidade fluminense".
Embora a rotina dos frequentadores não mude imediatamente, a nova classificação pode trazer melhorias significativas. O reconhecimento como patrimônio cultural imaterial pode resultar em investimentos e ações que visem a valorização do evento, promovendo ainda mais a cultura local.
Atualmente, a Feira Livre da Glória é um espaço de interação entre diferentes gerações e tradições, consolidando-se como um importante ponto de encontro na cidade. A expectativa é que, com o apoio do poder público e de instituições, a feira possa se expandir e oferecer ainda mais atrações e produtos aos visitantes.
Iniciativas como essa merecem ser apoiadas pela sociedade civil, pois a valorização da cultura popular é essencial para a identidade fluminense. A união da comunidade pode fazer a diferença na promoção de projetos que incentivem a cultura e o lazer, fortalecendo ainda mais a tradição da Feira Livre da Glória.

Gustavo Marques Gonçalves, estudante da USP, foi premiado no Concurso de Moda Inclusiva 2024/2025 com alfaiataria adaptada, destacando a importância da moda para a inclusão social. O evento, realizado na Pinacoteca de São Paulo, reuniu criadores de todo o país e premiou inovações que atendem às necessidades de pessoas com deficiência.

A Record TV foi condenada a indenizar o jornalista Arnaldo Duran em R$ 400 mil por demissão considerada discriminatória devido à sua condição de saúde. O TRT-2 destacou que a rescisão foi motivada por estigma.

Thiago Soares, dançarino brasileiro, relembra sua relação com o mentor Dino Carrera no filme "Um lobo entre os cisnes", premiado no Cine Ceará. Agora, ele investe em novos talentos em seu estúdio de dança.

Rick Doblin, fundador da MAPS, aguarda aprovação da FDA para uso terapêutico do MDMA no tratamento de traumas, destacando a importância da aliança terapêutica e sessões controladas. A pesquisa avança com foco em terapia de grupo e jovens.

Roberta Fernandes e Carina Ceroy lançam o FUTJur, uma edtech de direito desportivo, focada em cursos práticos e na liderança feminina, visando preparar profissionais para o mercado. A iniciativa surge da amizade e experiência delas no Fluminense, buscando suprir a demanda por profissionais qualificados na área.

O Conselho Universitário da Universidade de São Paulo (USP) aprovou a ampliação dos câmpus de Ribeirão Preto e São Carlos, com a aquisição de terrenos para novas unidades de emergência e inclusão. A expansão visa fortalecer o ensino, a pesquisa e a extensão, com a construção de um novo hospital e um Complexo de Inclusão e Pertencimento, beneficiando a comunidade acadêmica e a sociedade.