Influenciador Felca denuncia perfis que expõem crianças dançando músicas sensuais, gerando um movimento de conscientização sobre a proteção infantil online e conquistando nove milhões de seguidores em nove dias.

O influenciador digital Felca, convidado do programa "Altas Horas" da Globo, revelou estar surpreso com a repercussão de suas denúncias sobre perfis que expõem crianças dançando músicas sensuais em plataformas digitais. O criador de conteúdo, cujo nome verdadeiro é Felipe Bressanim, viu seu número de seguidores saltar de 8,8 milhões para 17,8 milhões em apenas nove dias após a publicação de um vídeo sobre o tema. Ele enfatizou que a mobilização não é sobre sua figura, mas sim sobre a proteção infantil online.
Felca destacou que sua indignação o levou a agir. Ele observou um aumento na produção de conteúdo por crianças, que atraía um público variado, incluindo pais e pedófilos. Em sua visão, a internet não é um ambiente seguro para crianças, pois a exposição pode resultar em críticas, comentários maldosos e assédio. Ele defendeu que as crianças não devem ser criadoras de conteúdo online, pois não estão preparadas para lidar com as consequências dessa exposição.
Durante a entrevista, Felca também comentou sobre a necessidade de uma mobilização maior em torno do tema, que já era discutido por outras vozes, mas que ganhou força com sua iniciativa. Ele afirmou que a união das pessoas pode gerar um impacto significativo e que é essencial que todos se sintam encorajados a denunciar situações inadequadas. "Se você vê algo errado, fale, denuncie. As pessoas ouvem", disse.
A repercussão de suas denúncias gerou um movimento de conscientização sobre a proteção infantil nas redes sociais. Felca acredita que a bondade ainda existe no mundo e que as pessoas podem se unir para fazer a diferença. Ele ressaltou que a causa é mais importante do que a fama que ganhou com a situação.
O influenciador também mencionou que a discussão sobre a "adultização" infantil é crucial e deve ser abordada com seriedade. Ele acredita que a sociedade precisa se mobilizar para proteger as crianças da exploração e da exposição indevida nas redes sociais. A sua fala ressoou entre os espectadores, que se mostraram receptivos à ideia de que todos têm um papel a desempenhar na proteção dos menores.
Nessa situação, a união da sociedade pode ajudar a criar um ambiente mais seguro para as crianças, promovendo iniciativas que visem à proteção e ao bem-estar infantil. Projetos que busquem conscientizar e educar sobre os riscos da exposição online podem ser fundamentais para garantir a segurança das novas gerações.

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) continua a ser fundamental na proteção dos direitos infantojuvenis, com novas leis como a Lei Henry Borel e a Lei nº 14.979, que fortalecem a segurança e a saúde das crianças. Essas iniciativas visam garantir um ambiente mais seguro e saudável, refletindo a importância do ECA na promoção do bem-estar infantil.

O Conselho Curador do FGTS aprovou a "Faixa 4" do Minha Casa, Minha Vida, ampliando o teto de renda familiar para R$ 12 mil e beneficiando 120 mil novas famílias. A medida, que deve ser implementada em maio, é um movimento do governo para atender a classe média, com R$ 15 bilhões do Fundo Social do Pré-Sal sendo direcionados ao programa. Além disso, ajustes nos limites de aquisição de imóveis foram aprovados, aumentando os tetos em municípios menores e permitindo que famílias com renda de até R$ 4,7 mil acessem imóveis da Faixa 3.

Os pagamentos do Bolsa Família de agosto de 2025 iniciam em 18 de agosto, com beneficiários de NIS final 1 recebendo primeiro. Municípios em emergência climática terão pagamentos antecipados.

Brasília celebrou 28 anos de respeito ao pedestre, com redução de 69% nas mortes por atropelamento. A cultura de respeito à faixa foi reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial.

Cacica Jamopoty Tupinambá reivindica devolução do manto sagrado ao seu povo na Bahia. O Museu Nacional do Rio de Janeiro não avançou nas negociações, apesar do apoio do governo.

O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) tornou obrigatória a assistência jurídica da Defensoria Pública para mulheres vítimas de violência doméstica, garantindo representação automática no processo. Essa decisão, que amplia a proteção já prevista na Lei Maria da Penha, assegura que as vítimas tenham apoio legal desde a abertura do processo, sem depender de iniciativa própria. A medida também se aplica a casos de feminicídio, permitindo que a família da vítima seja representada no tribunal do júri. A defensora Thais Lima destacou que essa mudança é histórica e essencial para garantir os direitos das mulheres em situações de violência.