O influenciador Felca gerou um grande debate ao publicar um vídeo de 50 minutos sobre a "adultização" de crianças nas redes sociais, alcançando 36 milhões de visualizações em uma semana. A repercussão levou a ações do Ministério Público e a propostas de lei no Congresso, destacando a necessidade de proteção infantil online. Mesmo sem monetizar o vídeo, Felca se consolidou como uma voz relevante no tema.

O influenciador Felca se destacou em um dos debates mais relevantes de 2025 ao publicar, em 6 de agosto, um vídeo de quase cinquenta minutos. O conteúdo, que rapidamente se tornou viral com mais de 36 milhões de visualizações no YouTube, denuncia a "adultização" de crianças nas redes sociais. Felca critica práticas de exploração infantil que se disfarçam de entretenimento, como perfis de crianças sexualizadas e reality shows com conotação adulta, além da exposição de filhos por pais em busca de likes e monetização.
A repercussão do vídeo foi imediata e abrangente. Influenciadores, artistas e políticos de diversos espectros elogiaram a iniciativa, resultando em ações do Ministério Público e na suspensão de perfis investigados. O tema da proteção infantil nas redes sociais voltou a ser amplamente debatido, levando à apresentação de projetos de lei no Congresso Nacional. A viralização do vídeo não apenas ampliou a discussão, mas também consolidou Felca como uma das vozes mais relevantes da internet brasileira.
Apesar do impacto significativo, Felca decidiu não monetizar o vídeo, o que aumentou sua credibilidade. Especialistas estimam que, se ele tivesse ativado os anúncios, poderia ter arrecadado cerca de R$ 100 mil, considerando a duração do vídeo e a alta retenção do público. O CPM (custo por mil impressões) no Brasil varia entre R$ 6 e R$ 15, e a possibilidade de inserir múltiplos anúncios em vídeos longos poderia ter multiplicado os ganhos.
O CPM é um fator crucial na monetização de vídeos, refletindo quanto os anunciantes pagam por mil exibições. O RPM (receita por mil visualizações) considera o valor efetivamente pago ao criador após a divisão com o YouTube. Fatores como a localização da audiência e a duração do vídeo influenciam diretamente esses valores. Embora o vídeo não tenha gerado retorno financeiro direto, ele trouxe à tona uma questão social urgente e necessária.
A decisão de Felca de não monetizar o vídeo, mesmo diante de um potencial lucro significativo, reflete um compromisso com a causa da proteção infantil. O impacto do conteúdo foi tão forte que reaqueceu o debate sobre a regulação das redes sociais no Brasil, evidenciando a necessidade de um olhar mais atento sobre a segurança das crianças online.
Nessa situação, a união da sociedade civil pode fazer a diferença. Projetos que visam proteger crianças e adolescentes nas redes sociais devem ser estimulados e apoiados. A mobilização em torno dessa causa pode resultar em ações concretas que promovam um ambiente digital mais seguro e saudável para as futuras gerações.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, anunciará que moradores da Favela do Moinho em São Paulo serão beneficiados pelo programa Compra Assistida, com imóveis de até R$ 250 mil. O evento ocorrerá no Armazém do MST, sem a presença do governador Tarcísio de Freitas, que não comparecerá devido a compromissos anteriores. As famílias poderão escolher imóveis e receberão aluguel social de R$ 1.200 até a formalização dos contratos.

O Atlas da Violência 2025 aponta um aumento de mais de 50% nos casos de violência contra crianças de 0 a 4 anos, evidenciando a falha das políticas públicas e a urgência de ações intersetoriais. Mariana Luz, CEO da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, destaca a necessidade de uma abordagem coletiva para proteger as crianças e critica a ineficácia das políticas atuais.

A Catedral Metropolitana de São Sebastião no Rio de Janeiro sediará o Festival CelebraRio em 6 de setembro, com o tema “Curai-me, Senhor!”. O evento contará com a Orquestra Sinfônica Católica, homenagens a Bira Presidente e Arlindo Cruz, além de ações sociais. A programação incluirá apresentações artísticas e momentos de espiritualidade, conduzidos por Dom Orani Tempesta e Padre Márlon Múcio, visando mobilizar a comunidade católica e apoiar pessoas em situação de vulnerabilidade.

Maitê Gadelha, médica brasileira, estuda Saúde Pública na Escócia e destaca o SUS como modelo de saúde, ressaltando a Estratégia Saúde da Família e a necessidade de melhorias em comunicação e sustentabilidade.

O Museu do Jardim Botânico promove o Cine MJB em homenagem ao Dia Internacional dos Povos Indígenas, com a estreia do filme "Mundurukuyü – a floresta das mulheres-peixe" e um bate-papo com os diretores. A sessão ocorrerá no dia 9 de agosto, das 15h às 17h30, com entrada gratuita e 50 vagas disponíveis por ordem de chegada.

Estudo revela que o castigo físico em crianças está ligado a sérias consequências, como problemas de saúde e desempenho acadêmico prejudicado. A ONU já pediu sua proibição, com 65 países adotando restrições.