O Festival de Cinema de Xerém, em Duque de Caxias, homenageou Antônio Pitanga e Zeca Pagodinho com o Troféu Zeca Pagodinho, promovendo a cultura local e capacitando novos talentos. O evento, idealizado pela Escola Brasileira de Audiovisual, visa democratizar o acesso ao cinema na Baixada Fluminense.

O cinema brasileiro continua a brilhar no cenário internacional, com conquistas em prêmios como Oscar e Cannes. Em um evento local, o Festival de Cinema de Xerém, na Baixada Fluminense, a segunda edição homenageou Antônio Pitanga e Zeca Pagodinho, destacando a importância da cultura regional. O festival, idealizado pela Escola Brasileira de Audiovisual (Ebav), busca democratizar o acesso ao cinema e capacitar novos talentos.
O Troféu Zeca Pagodinho, criado por Benjamin Carlos dos Santos, é o prêmio máximo do festival. Antônio Pitanga, um dos homenageados, expressou sua alegria ao receber a estatueta, afirmando que é "melhor que o Oscar". Ele relembrou sua conexão com Xerém, onde trabalhou na filmagem de "Quilombo", e destacou a influência de Zeca na comunidade local.
O festival teve início com a exibição do documentário "Pitanga", que retrata a vida do homenageado. Zeca Pagodinho, ícone da música brasileira, é considerado um símbolo de Xerém, e sua presença no evento foi celebrada por todos os envolvidos. Louiz Carlos da Silva, filho de Zeca, também foi homenageado, ressaltando a importância do pai na cultura e na democratização do acesso à arte.
O evento, realizado em uma casa de festas, teve como objetivo não apenas exibir filmes, mas também formar novos realizadores. O diretor-geral do festival, Sergio Assis, destacou que o projeto Cinema Leva Eu, que capacita moradores da Baixada Fluminense, resultou na produção de dez curtas-metragens. A iniciativa visa dar visibilidade aos talentos locais e promover a cultura da região.
Na atual edição, quinze curtas foram selecionados para as mostras competitivas, com prêmios em diversas categorias. O júri, composto por nomes como os atores Vinícius de Oliveira e Patrícia Pillar, irá decidir os vencedores. O festival também promove oficinas, como a de "Atuação para câmera", conduzida por Vinícius, que busca incentivar a discussão sobre cinema entre os jovens da região.
O Festival de Cinema de Xerém é um exemplo de como a cultura pode ser um motor de transformação social. Projetos como esse merecem apoio e incentivo da sociedade civil, pois ajudam a revelar novos talentos e a democratizar o acesso à arte. A união em torno de iniciativas culturais pode fazer a diferença na vida de muitos, promovendo inclusão e oportunidades para todos.

A Chico Rei, fundada por Bruno Imbrizi, transformou um desafio legal em uma parceria com Milton Nascimento, impulsionando seu crescimento e lançando a plataforma Uma Penca, que já conta com mais de 20 mil lojas.

A Prefeitura de São Paulo identificou 32 ruas com usuários de drogas na região central, mas afirma que não há mais cenas abertas de uso na cidade. O prefeito Ricardo Nunes destaca avanços, embora o problema persista.

A Biblioteca Nacional de Brasília (BNB) promove duas exposições gratuitas, "Palavras Imagéticas" e "De Ver Cidade", que celebram a cultura local e visam fortalecer o pertencimento infantil à cidade. As mostras, com apoio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC-DF), destacam a poesia visual e uma instalação interativa para crianças, estimulando a curiosidade e a compreensão da identidade de Brasília.

A Secretaria Municipal da Mulher lança o Caminho Lilás, com totens informativos em dez locais estratégicos, para facilitar o acesso a serviços de proteção a mulheres vítimas de violência. O projeto inclui QR Codes e um mapa interativo, promovendo visibilidade e acolhimento.
No Dia do Pescador, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) anunciou que a Rota do Pescado já investiu mais de R$ 6 milhões em 87 municípios, promovendo dignidade e renda para pescadores. A iniciativa fortalece a cadeia produtiva pesqueira, beneficiando comunidades ribeirinhas em estados como Alagoas, Bahia, Pernambuco e Minas Gerais.

Em 2023, o Brasil registrou mais de 100 mil descumprimentos de medidas protetivas, resultando em 1.492 assassinatos de mulheres, o maior número desde 2015. A situação evidencia falhas na aplicação da Lei Maria da Penha.