O Festival LED — Luz na Educação, promovido pela Globo e Fundação Roberto Marinho, destaca a interseção entre arte e educação, abordando temas como inteligência artificial e a Amazônia. O evento, que conta com a participação de artistas renomados e especialistas, visa promover soluções para os desafios educacionais do Brasil. As discussões incluem a importância do entretenimento na educação e políticas públicas, com atividades voltadas para jovens e crianças.

O Festival LED — Luz na Educação, promovido pela Globo e pela Fundação Roberto Marinho, teve seu primeiro dia repleto de discussões sobre temas como inteligência artificial e a Amazônia. O evento, que ocorre na Praça Mauá, no Rio de Janeiro, contou com a participação de artistas e especialistas, que enfatizaram a importância de enfrentar os desafios educacionais com soluções criativas. As discussões foram transmitidas pelo Globoplay, permitindo que um público mais amplo tivesse acesso ao conteúdo.
Entre os destaques do dia, a cantora Fafá de Belém participou de um debate sobre a COP30 e a Amazônia, enquanto o ator Paulo Vieira compartilhou histórias inspiradoras de professores. Ele ressaltou a importância da educação ao afirmar que sua trajetória profissional é resultado do trabalho de educadores que o formaram. O evento também contou com a presença de apresentadores do podcast Podpah, que discutiram como engajar a geração atual, que está constantemente conectada.
A abertura do festival teve a participação de nomes da TV Globo, como as atrizes Elisa Lucinda e Thalita Caurata, além de roteiristas que discutiram o potencial educativo das produções da emissora. Carla Faour, autora da série “Segunda chamada”, destacou a relevância social da ficção ao abordar temas como a educação de jovens e adultos e questões sociais. A atriz Regina Casé também defendeu a ideia de que educação e entretenimento podem coexistir de forma produtiva.
O diretor de valor social da Globo, Cristovam Ferrara, enfatizou a importância do Festival LED, afirmando que o conteúdo da emissora é pensado para ter um caráter educacional. Ele lembrou que, apesar das mazelas sociais, é fundamental olhar para a educação com esperança e determinação. Mônica Pinto, chefe de educação da Unicef Brasil, discutiu a necessidade de garantir o acesso à escola desde cedo, ressaltando que ainda há crianças fora do sistema educacional.
O evento também proporcionou um momento especial para crianças de escolas públicas, que puderam interagir com o elenco de “Detetives do Prédio Azul”. A animação foi evidente quando as crianças fizeram perguntas ao elenco, demonstrando seu entusiasmo pela educação. O Festival LED continua com uma programação diversificada, incluindo uma conversa com a escritora Chimamanda Ngozi Adichie e debates sobre arte e educação.
O festival ainda contará com a final do “Desafio LED — Me dá uma luz aí”, que premiará jovens com soluções inovadoras para a educação. Os vencedores receberão prêmios que podem impulsionar suas iniciativas. A união da sociedade civil é essencial para apoiar projetos que visam transformar a educação no Brasil, e cada contribuição pode fazer a diferença na vida de muitos jovens.

Squel Jorge, ícone do carnaval carioca, oferecerá oficinas gratuitas de bailado de porta-bandeira em dez locais do Rio de Janeiro, de maio a agosto, focando em mulheres a partir dos 14 anos, especialmente jovens negras e em vulnerabilidade social.

A startup MedFlow inova ao oferecer antecipação de honorários para médicos plantonistas, permitindo pagamentos em até 24 horas, com hospitais assumindo a responsabilidade financeira. A meta é atingir mil médicos até dezembro.

O "Prêmio Na Prática Protagonismo Universitário" reconhecerá jovens empreendedores de todo o Brasil, com cinco finalistas indo à China. Inscrições gratuitas para universitários de 18 a 34 anos.

Laís Souza e Elaine Luzia dos Santos exemplificam como a tecnologia assistiva, impulsionada pela inteligência artificial, transforma a vida de pessoas com deficiência, promovendo autonomia e identidade. O dispositivo Colibri permite que Laís controle seu celular com movimentos da cabeça, enquanto Elaine recupera sua voz com IA, destacando inovações que ampliam a inclusão digital.

O programa Território Hip Hop, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, investiga como as letras de rap moldam identidades de jovens negros e periféricos, destacando a influência das mensagens sobre negritude.

A Unicamp aprovou cotas para pessoas trans, travestis e não binárias, gerando reações políticas e tentativas de anulação por parlamentares, em meio a um aumento de projetos de lei antitrans no Brasil.