O Flamengo foi condenado a indenizar Benedito Ferreira, ex-vigia do Ninho do Urubu, em R$ 600 mil e pensão vitalícia por traumas psicológicos após o incêndio que matou dez jovens em 2019. A decisão judicial destaca a falta de segurança e treinamento no clube, que pode recorrer da sentença.

O Flamengo foi condenado pela Justiça do Trabalho a indenizar Benedito Ferreira, ex-vigia do Ninho do Urubu, em R$ 600 mil, além de uma pensão vitalícia e reintegração ao clube. Benedito estava presente no incêndio que resultou na morte de dez jogadores da base em 2019 e alega ter sofrido consequências psicológicas severas devido ao ocorrido. Ele participou do resgate de três jovens, mas não conseguiu salvar um quarto, o que agravou seu trauma.
A decisão foi proferida pelo juiz Bruno Andrade de Macedo, da 23ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, que considerou um laudo pericial que atestou transtornos depressivos, de adaptação e de pânico em Benedito. O juiz classificou o diagnóstico como "conclusivo", ligando os problemas de saúde mental às experiências traumáticas vividas no trabalho. O laudo indicou que Benedito perdeu a capacidade de exercer sua função no clube.
O Flamengo enfrentou complicações adicionais no processo, pois não havia brigadista de plantão no Ninho do Urubu e o segurança não recebeu treinamento para manusear extintores de incêndio. O juiz destacou que as condições do ambiente de trabalho contribuíram para a necessidade de indenização. Dentre os R$ 600 mil, R$ 100 mil são referentes a danos morais.
Além da indenização, a sentença determina que o Flamengo reintegre Benedito ao corpo de funcionários, embora ele deva exercer outra função devido ao seu estado de saúde. O clube pode recorrer da decisão, com o prazo para manifestação se encerrando na próxima semana. Benedito, por sua vez, vê a reintegração como uma oportunidade de ter acesso a um plano de saúde, essencial para seu tratamento psicológico.
Durante a audiência de conciliação, o representante do Flamengo argumentou que Benedito não teve tempo para participar do resgate, alegando que os próprios jogadores quebraram as janelas. O clube também afirmou ter custeado o tratamento de saúde do ex-vigia até sua alta previdenciária, mas o laudo pericial contradiz essa afirmação, indicando que os traumas permanecem.
O Flamengo informou que o assunto está sendo analisado pelo departamento jurídico do clube. A situação de Benedito destaca a importância de um ambiente de trabalho seguro e a necessidade de apoio a vítimas de traumas. Em casos como esse, a solidariedade da sociedade pode ser fundamental para ajudar aqueles que enfrentam dificuldades na recuperação e reintegração à vida profissional.

O Ministério Público Federal convocou o Banco do Brasil para discutir um plano de reparação da escravidão em reunião no dia 9 de junho, abordando 114 ações para promover a igualdade racial. O banco reconheceu sua dívida histórica e se comprometeu a implementar medidas que incluem apoio a comunidades quilombolas e ações de memória.

A empresa X lançou uma nova linha de produtos sustentáveis, destacando um produto inovador que é eficiente e acessível, além de parcerias com ONGs para promover a conscientização ambiental.

A Secretaria de Parcerias em Investimentos de São Paulo promove audiências públicas para discutir a concessão de seis parques urbanos, com investimento de R$ 144,7 milhões em melhorias. A participação da sociedade é incentivada.

O Sesc RJ lança campanha antirracista no Intercolegial, integrando ações educativas e simbólicas em quatro modalidades esportivas, visando conscientizar jovens atletas sobre discriminação racial. A iniciativa, parte do projeto Consciências, ocorrerá em competições de basquete, handebol e vôlei, com braçadeiras e faixas, promovendo um ambiente inclusivo e respeitoso.

O arroz com feijão, ícone da culinária brasileira, é agora reconhecido por instituições como a FAO e a Universidade de Harvard como uma solução eficaz contra a má nutrição moderna e doenças crônicas. Essa combinação nutricional promove saúde e bem-estar, reafirmando a importância cultural e acessível desse prato no Brasil.

Especialistas alertam sobre a falta de preparo dos pais para a adolescência, fase marcada por transformações intensas. Livros e projetos como "Adolescência Simples" buscam preencher essa lacuna de conhecimento.