Uma nova massa de ar polar está chegando ao Brasil, trazendo frio intenso e geadas para o Centro-Sul, enquanto o Norte enfrenta chuvas. A previsão é de temperaturas abaixo de 10°C em várias capitais.

A quinta onda de frio do ano está prestes a impactar o Centro-Sul do Brasil, trazendo temperaturas muito baixas e até geadas em algumas regiões. A nova massa de ar polar começa a avançar nesta sexta-feira, dia oito de agosto, e deve persistir até a próxima quarta-feira, dia treze. A Climatempo alerta que essa onda de frio resultará em uma sequência prolongada de dias com mínimas e máximas abaixo da média, afetando pelo menos nove estados.
Os estados mais afetados incluem Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, São Paulo, sul do Rio de Janeiro, sul de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, sul do Mato Grosso e sul de Goiás. No Rio Grande do Sul, as máximas não devem ultrapassar quatorze graus Celsius, enquanto em Curitiba, a temperatura máxima ficará em torno de dezessete graus Celsius. As mínimas devem variar entre nove e dez graus Celsius, com uma queda acentuada esperada a partir de sábado.
O frio se intensificará no final de semana, com mínimas abaixo de dez graus Celsius em todos os estados do Sul. No Sudeste e Centro-Oeste, o frio também será sentido, especialmente no domingo, quando as capitais como São Paulo e Campo Grande registrarão temperaturas baixas. O Rio de Janeiro, por sua vez, pode enfrentar um dia frio com possibilidade de chuvas.
Entre sábado e domingo, a massa de ar frio também atingirá o Norte do país, resultando em amanheceres mais frios no domingo e na segunda-feira. A Climatempo ressalta que algumas áreas do sul da Região podem experimentar mínimas e máximas ligeiramente mais baixas no início da próxima semana, caracterizando uma friagem.
Com a chegada da nova massa de ar polar, há previsão de geadas em grande parte do Sul e no Mato Grosso do Sul, especialmente nas manhãs de sábado e domingo. Cidades do interior paulista e regiões como Serra da Mantiqueira e Vale do Paraíba também podem registrar o fenômeno. A geada ocorre quando uma camada de gelo se forma nas superfícies devido à intensa redução de temperatura em condições de alta umidade.
Enquanto isso, a região Norte enfrentará chuvas devido a áreas de instabilidade, com grandes acumulados esperados em estados como Pará, Amazonas e Roraima. A Zona de Convergência Intertropical, um sistema meteorológico que provoca chuvas, é a responsável por essa instabilidade. Em momentos como este, a solidariedade da sociedade civil pode fazer a diferença, ajudando aqueles que mais precisam de apoio nas regiões afetadas.

A COP30 em Belém surge em um cenário onde 66% das empresas buscam financiamento sustentável, mas 43% enfrentam barreiras nas políticas públicas. O evento é visto como uma chance de reposicionar o Brasil no mercado global.

Estudo da ANSES revela que garrafas de vidro contêm até 100 microplásticos por litro, superando as de plástico, desafiando crenças sobre a segurança das embalagens. Pesquisadores buscam entender os impactos à saúde.

A deputada Marina Helou (Rede-SP) assume a presidência da Rede Nacional de Frentes Parlamentares Ambientalistas Estaduais, promovendo um "Pacto Legislativo Estadual pelo Clima" e uma "Carta Política da Rede para a COP-30". A conferência em Belém (PA) destaca a urgência de ações legislativas robustas diante das mudanças climáticas.

Estudo da Universidade Federal do ABC (UFABC) revela nova técnica para aumentar a durabilidade das células solares de perovskita, mantendo 80% da eficiência após noventa dias em condições ambientes. A pesquisa, liderada pelo professor André Sarto Polo, incorpora cátions de formamidínio, permitindo produção mais acessível e sustentável.
O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional reconheceu a emergência em Assunção, Paraíba, devido à estiagem, permitindo acesso a recursos federais para ações de defesa civil. A cidade se junta a 116 reconhecimentos na Paraíba, a maioria por seca.

A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que aumenta as penas para incêndios florestais, com punições de três a seis anos e restrições a recursos públicos por cinco anos. A proposta, de autoria do deputado Gervásio Maia, visa combater o aumento alarmante de incêndios, que em 2024 atingiu o maior número desde 2010, principalmente por ações humanas. O texto, que segue para o Senado, prevê penas mais severas em casos de morte e impactos ambientais significativos, além de agravar punições para quem financiar tais crimes.