O Auxílio Gás, benefício do governo federal, apoia famílias de baixa renda na compra de gás de cozinha, com pagamentos a cada dois meses. O valor é ajustado conforme a média nacional do botijão de 13 kg.

O Auxílio Gás é um benefício do governo federal, destinado a auxiliar famílias de baixa renda na compra de gás de cozinha de 13 kg. Este programa, administrado pelo Ministério da Cidadania e pago pela Caixa Econômica Federal, realiza pagamentos a cada dois meses. Para ter acesso ao auxílio, as famílias precisam estar inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) e ter uma renda mensal per capita de até meio salário mínimo. Famílias que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC) também podem ser beneficiadas, mesmo sem cadastro.
O valor do Auxílio Gás é definido com base na média nacional do preço do botijão de 13 kg, conforme dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Este montante é ajustado a cada dois meses, refletindo as variações de preço no mercado. Os pagamentos seguem o calendário do Bolsa Família, e os beneficiários devem estar atentos ao cronograma de pagamentos e às mudanças no valor do auxílio.
A consulta e inscrição para o Auxílio Gás podem ser feitas por meio de plataformas digitais, como os aplicativos Bolsa Família e Caixa Tem. Informações também estão disponíveis por telefone, nos números 111 (Caixa) e 121 (Ministério da Cidadania). É fundamental que as famílias mantenham seus dados atualizados no CadÚnico para garantir a continuidade do benefício.
Com o aumento contínuo do custo de vida, programas como o Auxílio Gás são essenciais para garantir que famílias vulneráveis tenham acesso a necessidades básicas, como o gás de cozinha. Neste ano, o Auxílio Gás permanece como uma ferramenta crucial de apoio social, com o governo federal comprometido em assegurar sua eficácia e continuidade.
As famílias que já participam do Bolsa Família recebem automaticamente o Auxílio Gás, desde que atendam aos critérios de renda. Essa integração entre os programas sociais facilita o acesso ao benefício e contribui para a segurança alimentar das famílias de baixa renda.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos a garantir acesso a recursos essenciais. Projetos que visam apoiar essas famílias podem ser fundamentais para melhorar suas condições de vida e promover a dignidade social. Juntos, podemos fazer a diferença na vida de quem mais precisa.

Pessoas com deficiência e motoristas profissionais podem solicitar isenções de IPI e IOF na compra de veículos, facilitando a aquisição e promovendo maior mobilidade. O processo é gratuito e tem requisitos específicos.

A Escola Classe Kanegae, no Riacho Fundo, foi premiada no 13º Concurso de Desenho e Redação da CGU, destacando a cidadania digital com cinco alunos reconhecidos. A diretora enfatizou a importância da ética online.

O Senado aprovou a permanência da renúncia fiscal da Lei de Incentivo ao Esporte, aguardando sanção do presidente Lula. A medida pode fortalecer projetos esportivos e aumentar investimentos no setor.

O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) tornou obrigatória a assistência jurídica da Defensoria Pública para mulheres vítimas de violência doméstica, garantindo representação automática no processo. Essa decisão, que amplia a proteção já prevista na Lei Maria da Penha, assegura que as vítimas tenham apoio legal desde a abertura do processo, sem depender de iniciativa própria. A medida também se aplica a casos de feminicídio, permitindo que a família da vítima seja representada no tribunal do júri. A defensora Thais Lima destacou que essa mudança é histórica e essencial para garantir os direitos das mulheres em situações de violência.

Idosos que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC) por deficiência não precisarão mais passar por perícia médica ao completar 65 anos, beneficiando cerca de 150 mil pessoas. A nova regra, estabelecida pela Portaria Conjunta nº 33, também isenta pessoas com deficiência permanente de reavaliação por dois anos.

Humorista Felipe Bressanim Pereira, o Felca, provoca debate sobre a "adultização" de crianças nas redes sociais, levando o Congresso a considerar novas legislações para proteção infantil. O vídeo de Felca expõe a exploração de menores e gera consenso entre parlamentares, resultando em propostas para coibir abusos e responsabilizar plataformas digitais.