O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) anunciou R$ 1,65 bilhão para revitalizar bacias hidrográficas, priorizando saneamento e reflorestamento, especialmente nas bacias dos rios São Francisco e Parnaíba.

O Governo Federal, por meio do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), anunciou um investimento de R$ 1,65 bilhão em projetos voltados à revitalização de bacias hidrográficas. Essa iniciativa é crucial para garantir o abastecimento de água, a produção agrícola e a preservação ambiental, especialmente em regiões vulneráveis como o semiárido brasileiro.
Nelton Friedrich, diretor do Departamento de Revitalização de Bacias Hidrográficas do MIDR, destacou que as bacias hidrográficas são áreas onde toda a água da chuva escoa para um ponto comum, geralmente um rio principal. Ele enfatizou a importância de revitalizar essas áreas, recuperar nascentes e conservar o solo para enfrentar a crise hídrica e a degradação dos recursos hídricos.
Os projetos incluem ações de saneamento básico, reflorestamento, conservação do solo e combate à erosão, com foco nas bacias dos rios São Francisco e Parnaíba. Essas medidas visam não apenas a preservação ambiental, mas também o desenvolvimento regional e a inclusão social, aumentando a resiliência das comunidades frente às mudanças climáticas.
As ações são guiadas pelo Plano Nacional de Revitalização de Bacias Hidrográficas (PNRBH), que estabelece diretrizes para a preservação e recuperação dessas áreas. O objetivo é assegurar o uso sustentável dos recursos hídricos e melhorar as condições socioambientais nas regiões beneficiadas.
Friedrich ressaltou que a gestão das águas deve ser descentralizada e participativa, envolvendo a sociedade civil. Ele afirmou que a água é um bem comum e um direito humano essencial, e que a colaboração da população é fundamental para o sucesso das iniciativas de revitalização.
Com o aumento dos investimentos e a participação ativa da sociedade, é possível transformar a realidade das bacias hidrográficas e garantir um futuro mais sustentável. A união em torno de projetos que promovam a conservação e o uso responsável da água pode fazer a diferença na vida de muitas comunidades.

Cerca de 80 bilhões de latas de alumínio são descartadas anualmente, mas todas podem ser recicladas. Novas ideias criativas para reutilizar anéis de latas incluem cabides, vasos e brincos, promovendo a sustentabilidade.

Alertas de desmatamento na Amazônia cresceram 55% em abril, totalizando 270 km², segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). A situação preocupa o governo e ambientalistas, que pedem ações mais eficazes.
Ibama intensifica fiscalização na Amazônia e apreende maquinário de garimpo ilegal avaliado em R$ 1,5 milhão, interrompendo degradação ambiental próxima ao Parque Nacional dos Campos Amazônicos.

Um mutirão de limpeza na Ilha Grande, promovido pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e a ONG Somos Natureza, removeu 242 quilos de lixo, incluindo resíduos de outros países. Voluntários internacionais participaram da ação, que destaca a poluição marinha e a importância da conservação ambiental.

O Centro de Operações da Prefeitura do Rio de Janeiro revelou dados alarmantes sobre o clima em 2025, com fevereiro sendo o mais seco em quase 30 anos e temperaturas médias de 38,5°C.

Jatos particulares emitiram 19,5 milhões de toneladas métricas de gases de efeito estufa em 2023, superando as emissões de voos comerciais do Aeroporto de Heathrow. A aviação privada, concentrada nos Estados Unidos, representa 65% dos voos globais e gera até 14 vezes mais emissões por passageiro que aviões comerciais.