Unidades Básicas de Saúde do sistema prisional do Distrito Federal implementam protocolo de Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) ao HIV, com apoio de diversas instituições, visando melhorar a saúde dos detentos.

As Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do sistema prisional do Distrito Federal contarão com um Grupo de Trabalho Interinstitucional (GTI) para desenvolver um protocolo de Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) ao HIV. A iniciativa, que é pioneira no Brasil, foi oficializada pela Portaria Conjunta nº 23/2025, lançada em Brasília no dia 11 de agosto de 2025. O GTI é composto por representantes das secretarias de Saúde (SES-DF) e de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seape-DF), além do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids) e da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).
O secretário de Saúde, Juracy Lacerda, destacou que o objetivo é fortalecer a prevenção e a promoção da saúde para as pessoas privadas de liberdade. A SES-DF, ao assinar a portaria, busca ampliar o cuidado e alcançar resultados significativos na saúde dos detentos. O GTI terá um prazo de noventa dias para elaborar um cronograma de ações, capacitar equipes e definir indicadores para monitoramento do protocolo.
Além disso, está prevista a realização de um seminário com oficinas para a construção coletiva dos fluxos e procedimentos, envolvendo as equipes de saúde e segurança do sistema prisional. A consultora nacional de Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) da Opas, Aranaí Guarabyra, ressaltou a meta de expandir a prevenção e o tratamento para populações vulneráveis, afirmando que o Brasil busca eliminar a aids como um problema de saúde pública.
A PrEP é uma das estratégias de prevenção combinada do HIV, podendo reduzir o risco de infecção em até noventa e nove por cento entre pessoas que têm relações sexuais sem preservativo e em cerca de setenta e quatro por cento entre usuários de drogas injetáveis. Outras ferramentas de prevenção incluem testagem para o HIV, Profilaxia Pós-Exposição ao HIV (PEP), uso regular de preservativos e tratamento adequado de Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST).
No Complexo Penitenciário da Papuda, atualmente, duzentas e duas pessoas vivem com HIV e estão em tratamento com antirretrovirais, enquanto trinta e duas já utilizam a PrEP. O secretário de Administração Penitenciária, Wenderson Teles, afirmou que a união de esforços permitirá um aprimoramento na assistência dentro das unidades prisionais, fortalecendo a luta contra o HIV.
A diretora do Unaids Brasil, Andrea Boccardi Vidarte, acredita que essa iniciativa pode servir de exemplo para outras localidades. Projetos como esse devem ser estimulados pela sociedade civil, pois podem impactar positivamente a saúde de populações vulneráveis e promover um ambiente mais seguro e saudável dentro do sistema prisional.

Mudanças simples no cotidiano podem prevenir até 45% dos casos de demência, afirmam neurologistas. Dicas incluem uso de capacetes, protetores auriculares e cuidados com a saúde.

Mudanças no sono, como suor noturno e cansaço persistente, podem sinalizar câncer. Reconhecer esses sintomas é crucial para um diagnóstico precoce e tratamento eficaz.

Tribunal de Justiça de São Paulo determina que o estado forneça canabidiol para criança com autismo, destacando a eficácia do medicamento e o direito à saúde. Decisão reforça a responsabilidade compartilhada entre os entes federativos.

Após a repercussão do uso de sensores de glicose por crianças, um Projeto de Lei no Senado busca garantir a oferta gratuita desses dispositivos no SUS, visando reduzir desigualdades de acesso. A proposta pode transformar o tratamento da diabetes tipo 1 no Brasil.

A partir de 19 de março, a vacinação contra a gripe em São Paulo será ampliada para toda a população a partir de seis meses, visando prevenir doenças respiratórias. A medida, anunciada pelo secretário municipal da Saúde, Luiz Carlos Zamarco, busca aumentar a cobertura vacinal, que atualmente é de 61,11% entre grupos prioritários. A vacinação ocorrerá nas Unidades Básicas de Saúde e Assistências Médicas Ambulatoriais, de segunda a sábado.

Uma nova terapia CAR-T Cell mostrou eficácia em reduzir tumores de glioblastoma em 62% dos pacientes em estudo. Pesquisadores da Universidade da Pensilvânia destacam avanços significativos no tratamento.