Grupo de 24 holandeses visita São Leopoldo, em Belford Roxo, e participa de atividades culturais, apoiando projeto que afasta jovens do crime. A troca cultural revela a autenticidade da Baixada Fluminense.

Um grupo de 24 turistas holandeses visitou o bairro de São Leopoldo, em Belford Roxo, no último sábado, em uma experiência cultural única. Ao invés de explorar as ciclovias e campos de tulipas da Holanda, os visitantes se imergiram no cotidiano local, interagindo com a comunidade e apoiando um projeto que busca afastar jovens do crime. A iniciativa foi idealizada por Otávio Bernardo, educador social que coordena o Projeto de Cria, que oferece atividades recreativas e educativas para crianças da região.
Os turistas, que estavam hospedados em Copacabana, viajaram cerca de 44 quilômetros até São Leopoldo. Ao chegarem, se depararam com um cenário bem diferente do que estavam acostumados, com ruas de terra, grafites coloridos e uma atmosfera rural. O grupo participou de atividades como jogar futebol com as crianças e até andou de carroça, uma experiência que gerou entusiasmo e curiosidade entre os visitantes.
Durante a visita, os holandeses doaram R$ 1 mil, valor que será utilizado para fornecer lanches às crianças do projeto por um mês. Otávio destacou a importância dessa interação, afirmando que o objetivo é mostrar que existem alternativas à vida no crime. "Essas pessoas vêm para conhecer o projeto, às vezes doam. O foco é fazer com que essas crianças possam ter um destino diferente", afirmou.
Os visitantes ficaram impressionados com a autenticidade do bairro e as dinâmicas sociais que presenciaram. Sander Verkouter, um dos turistas, comentou sobre a experiência: "Nós gostamos muito dessa troca cultural. Conversar com os moradores e conhecer de verdade a região foi enriquecedor." A visita gerou um grande engajamento nas redes sociais, com muitos comentários sobre a singularidade do turismo em São Leopoldo.
Otávio já se prepara para receber novos grupos de turistas, com um roteiro mais estruturado, devido à demanda crescente. O Projeto de Cria, que conta com o apoio da associação de moradores, busca não apenas oferecer aulas de futebol, mas também de inglês, ampliando as oportunidades para as crianças da comunidade.
Enquanto isso, a região enfrenta desafios, como a presença de operações policiais devido a disputas territoriais entre facções criminosas. A visita dos holandeses, no entanto, trouxe um novo olhar sobre a Baixada Fluminense, mostrando que a autenticidade e a cultura local podem ser tão impactantes quanto os pontos turísticos mais conhecidos. A união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar iniciativas como essa, que visam transformar a vida de jovens e crianças em comunidades vulneráveis.

Bianca Andrade, fundadora da Boca Rosa, destaca a autoestima e o empoderamento feminino em sua trajetória empreendedora, valorizando as mulheres periféricas e a transformação social. Ela acredita que a maquiagem vai além do produto, representando amor-próprio e força.

A Ferrero Group, com receitas de € 18,4 bilhões em 2024, investe em avelãs no Chile e promove o programa Joy of Moving no Brasil, reforçando seu compromisso com qualidade e sustentabilidade.

Ana Maria Gonçalves foi eleita a primeira mulher negra da Academia Brasileira de Letras (ABL) em 10 de agosto de 2023, recebendo 30 dos 31 votos. Sua eleição marca um avanço na diversidade literária do Brasil.

Claudia Alves lançou o livro "O Bom do Alzheimer", compartilhando sua experiência de ressignificação da relação com sua mãe, mostrando que a aceitação da doença pode trazer aprendizado e superação. A obra reflete sobre como a convivência com o Alzheimer transformou suas relações familiares e ajudou outras pessoas a lidarem com a doença.
O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) e o Banco do Brasil iniciam capacitação técnica para projetos de crédito de carbono, visando conservação florestal e práticas agrícolas sustentáveis. A parceria busca impulsionar investimentos e reduzir desigualdades regionais, promovendo um mercado de carbono mais estruturado no Brasil.

O Festival Mais Direitos Humanos, parte da Conferência Ethos, promoveu debates sobre desigualdade social e responsabilidade corporativa em São Paulo, com inscrição gratuita e parceria com a cozinha solidária da Ocupação 9 de Julho.