O tenista dinamarquês Holger Rune, número 8 do mundo, lançou uma loja virtual com produtos autografados, incluindo raquetes quebradas, e destina parte da arrecadação a projetos sociais. O sucesso foi imediato, com itens esgotados rapidamente.

Número oito do mundo, o tenista dinamarquês Holger Rune deu um passo inovador em sua carreira ao lançar uma loja virtual. Conhecido por seu temperamento forte nas quadras, Rune disponibilizou uma variedade de produtos autografados que refletem sua trajetória no esporte. Entre os itens à venda, destacam-se raquetes quebradas durante partidas oficiais, que podem ser adquiridas por cerca de $ 7 mil (aproximadamente R$ 39 mil na cotação atual).
Até o momento, cinco dessas raquetes foram vendidas, além de bonés, camisas e uniformes usados em torneios, todos com a assinatura do atleta. Outros produtos disponíveis incluem pôsteres, cards e livros que celebram sua carreira. Rune expressou sua gratidão aos fãs, afirmando: "Para todos que acompanham minha jornada, isto é para vocês. Seu apoio significa tudo."
O tenista também mencionou que parte da arrecadação será destinada a projetos sociais, reforçando seu compromisso com causas importantes. O lançamento da loja ocorreu no último fim de semana e, devido ao grande sucesso, todos os produtos estão praticamente esgotados.
Rune destacou que a loja não é apenas um espaço de vendas, mas também um local criativo onde ele pretende compartilhar produtos exclusivos que utiliza em treinos e competições. Essa iniciativa demonstra como atletas podem diversificar suas carreiras e engajar seus fãs de maneira significativa.
O sucesso da loja virtual de Rune é um exemplo de como a união entre esporte e empreendedorismo pode gerar resultados positivos. Além de proporcionar aos fãs a oportunidade de adquirir itens únicos, a iniciativa também contribui para causas sociais, mostrando que o esporte pode ter um impacto além das quadras.
Iniciativas como a de Holger Rune podem inspirar outros atletas e personalidades a desenvolverem projetos que beneficiem a sociedade. A mobilização em torno de causas sociais é fundamental, e cada um de nós pode fazer a diferença ao apoiar ações que promovam o bem-estar e a solidariedade.

Clelia Crescenzo-Squitieri, adolescente brasileira adotada por italianos, emocionou conferência sobre adoção ao relatar preconceito e queda nas adoções internacionais. A situação exige atenção e ação.

A Biblioteca Nacional da República inaugurou a exposição “Cores do Sentir”, com mais de 70 obras de jovens da rede de atenção psicossocial, destacando a arte como ferramenta de tratamento e pertencimento. A mostra, parte da Semana da Luta Antimanicomial, envolveu 60 participantes e enfatiza a importância do apoio à saúde mental infantojuvenil.

O filme "A Melhor Mãe do Mundo", de Anna Muylaerte, retrata a luta de uma catadora para escapar de um relacionamento abusivo. Em entrevista à VEJA, Muylaerte e Seu Jorge discutem a relevância da obra e suas experiências pessoais.

Edejan Heise de Paula, docente da Escola de Saúde Pública do Distrito Federal, foi premiado por sua pesquisa sobre a testagem RT-PCR na rede pública de saúde, destacando a eficiência do Lacen-DF na detecção de vírus respiratórios. O estudo comparou custos e eficácia entre a rede pública e privada, revelando uma economia significativa e a capacidade de identificar múltiplos vírus a um custo médio de R$ 81,14. O Lacen-DF se destaca como um pilar essencial para o diagnóstico rápido e preciso, contribuindo para a saúde pública e manejo clínico.

A Neoenergia lançou o edital "Transformando a Energia em Cultura" para financiar projetos socioculturais em comunidades vulneráveis de seis estados brasileiros, promovendo inclusão e diversidade. A iniciativa visa fortalecer a economia criativa e valorizar a arte local, garantindo trabalho e renda para crianças, jovens e mulheres em situação de vulnerabilidade. Organizações sem fins lucrativos podem se inscrever para captar recursos por meio de leis de incentivo à cultura.

Pesquisas revelam que 62% dos jovens brasileiros enfrentam medo do futuro, com 78,5% relatando ansiedade. Apesar disso, 87% acreditam que imaginar o futuro pode ser aprendido, buscando novas formas de existir.