O Hospital Moinhos de Vento inaugura o Ambulatório de Dermatoscopia Digital, focado no diagnóstico precoce de câncer de pele, utilizando tecnologia avançada e uma equipe multidisciplinar. A unidade é essencial para grupos de risco, oferecendo acompanhamento integral e humanizado.

O Hospital Moinhos de Vento anunciou o lançamento do Ambulatório de Dermatoscopia Digital, uma nova unidade voltada para o rastreamento e diagnóstico precoce de lesões cutâneas, com ênfase no câncer de pele. A estrutura oferece mapeamento corporal total e dermatoscopia digital, utilizando tecnologia de ponta para garantir precisão nos diagnósticos.
Os equipamentos incluem dermatoscópios manuais e um sistema digital da Fotofinder Systems, que captura imagens em alta resolução. Essas imagens são armazenadas, permitindo comparações futuras e um acompanhamento mais eficaz da evolução das lesões. Essa inovação é um passo significativo na luta contra o câncer de pele.
O médico infectologista Paulo Gewehr destacou que o Ambulatório adota uma abordagem multidisciplinar, conectando pacientes a especialistas em oncologia, cirurgia oncológica e cirurgia plástica. “O cuidado é integral e humanizado. Desde o diagnóstico até o tratamento, o paciente é acompanhado por uma equipe especializada”, afirmou Gewehr.
O Ambulatório é especialmente indicado para grupos de risco, como aqueles com múltiplas pintas, histórico familiar de câncer de pele, exposição solar intensa ou uso de câmaras de bronzeamento. Pessoas com pele clara, que têm maior propensão a queimaduras solares, também devem buscar acompanhamento especializado.
Além do diagnóstico, o Ambulatório oferece suporte em tratamentos como quimioterapia e imunoterapia, quando necessário. Essa estrutura representa um avanço importante na detecção e tratamento precoce do câncer de pele, promovendo a saúde e bem-estar da população.
Iniciativas como essa devem ser apoiadas pela sociedade civil, pois a prevenção e o tratamento do câncer de pele são essenciais para salvar vidas. A união em torno de projetos de saúde pode fazer a diferença na vida de muitos que precisam de cuidados especializados.

Pesquisas do Instituto de Ciências Biomédicas da USP revelam que a malária em áreas urbanas da Amazônia é majoritariamente assintomática, dificultando o diagnóstico e exigindo novas estratégias de vigilância. Estudos em Mâncio Lima e Vila Assis Brasil mostram que métodos moleculares detectam até dez vezes mais infecções que a microscopia, evidenciando a necessidade de ações direcionadas para eliminar a doença no Brasil.

Lilian Melo, do Ministério da Justiça, destaca que 56 crianças morreram no Brasil em um ano devido a desafios online, como o caso de uma menina de 8 anos que inalou desodorante. O ministério propõe um canal de denúncias e um aplicativo para restringir conteúdos inadequados.

Mudanças simples na rotina podem evitar até 45% dos casos de demência, segundo neurologistas. Medidas como uso de capacetes e cuidados auditivos são essenciais para a saúde cerebral.

Medicamentos comuns podem aumentar a sensibilidade da pele ao sol, elevando o risco de reações adversas e câncer de pele. É crucial que os usuários desses fármacos adotem precauções rigorosas.

Dra. Louise De Brot e Dr. Eduardo Batista Candido alertam sobre a necessidade de um rastreio mais direcionado para cânceres ginecológicos, evitando exames desnecessários que podem causar danos às pacientes.

O Wegovy (semaglutida) demonstrou reduzir em 37% o risco de morte cardiovascular e eventos relacionados em três meses, com efeitos que vão além da perda de peso. O estudo SELECT, com mais de 17 mil participantes, revela que a proteção cardiovascular inicia rapidamente, destacando a importância do tratamento precoce para pacientes com obesidade e doenças do coração.