Ibama realiza a Operação TRPP Nacional 2025, apreendendo 62 veículos e aplicando R$ 1,2 milhão em multas após 11 dias de fiscalização do transporte de produtos perigosos. Ação envolveu 133 agentes e 192 parceiros.

Brasília/DF (04 de agosto de 2025) – O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) realizou a Operação TRPP Nacional 2025, com o objetivo de fiscalizar o transporte rodoviário de produtos perigosos e prevenir acidentes ambientais. A operação, que ocorreu em todo o Brasil, resultou na apreensão de sessenta e dois veículos e na emissão de noventa e sete autos de infração, totalizando aproximadamente R$ 1,2 milhão em multas.
Durante os onze dias de ação, foram abordados quinhentos e oitenta e sete veículos, com destaque para os estados da Bahia e Espírito Santo, que juntos registraram cento e dois atendimentos. Mato Grosso e Mato Grosso do Sul também se destacaram, com sessenta e nove abordagens. A operação mobilizou cento e trinta e três agentes federais do Ibama e cento e noventa e dois representantes de instituições parceiras, como a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).
A fiscalização foi coordenada pelo Centro Nacional de Emergências Ambientais (Ceneac) e contou com suporte técnico e protocolos de segurança para os agentes. As ações foram priorizadas em trechos de rodovias com histórico de acidentes envolvendo produtos perigosos, conforme dados do Sistema Nacional de Emergências Ambientais (Siema).
O objetivo principal da operação foi verificar o cumprimento das normas que regulam o transporte de produtos perigosos, combatendo infrações que possam levar à degradação ambiental. A atuação do Ibama é respaldada pela Lei Complementar nº 140/2011, que define a competência da União na fiscalização ambiental do transporte interestadual de produtos químicos perigosos.
O transporte rodoviário de produtos perigosos é regulamentado pelo Decreto Federal nº 96.044/1988 e suas atualizações, incluindo a Resolução ANTT nº 5.998/2022. Desde 2012, a Instrução Normativa Ibama nº 5/2012 exige a Autorização Ambiental para o Transporte Interestadual de Produtos Perigosos (AATIPP), ampliando o controle do Instituto sobre o tráfego dessas substâncias.
Vítimas de acidentes ambientais podem precisar de apoio na recuperação e prevenção de novos incidentes. Projetos que visam a segurança no transporte de produtos perigosos devem ser estimulados pela sociedade civil, promovendo um ambiente mais seguro para todos.

A Vivo se compromete a alcançar a neutralidade de carbono até 2035, reduzindo 90% de suas emissões diretas desde 2015, mas enfrenta desafios com as emissões indiretas, que representam 93% do total. A empresa engajou fornecedores intensivos em carbono, aumentando o comprometimento em ações climáticas de 30% para 87%.

Estudo revela que áreas prioritárias para a biodiversidade na Amazônia enfrentam gestão fraca, com apenas oito das 65 unidades analisadas apresentando boa administração. Investimentos são urgentes para evitar extinções.

Aumento de 55% nos alertas de desmatamento na Amazônia em abril preocupa governo, que revisa planos de controle. Amazonas, Mato Grosso e Pará são os estados mais afetados. Medidas preventivas estão em andamento.

O Papa Leão XIV enviou um vídeo inédito ao Congresso das Universidades Ibero-americanas, enfatizando a crise climática e a relevância da COP30 na PUC-Rio, que celebra a encíclica Laudato Si'. O evento reunirá mais de 150 reitores de instituições da América Latina, Espanha, Portugal, Estados Unidos e Canadá. O cardeal Robert Francis Prevost, envolvido na organização, já discutiu o tema com o reitor da PUC-Rio, Anderson Antonio Pedroso.

O desmatamento na Amazônia cresceu 4% entre agosto de 2024 e julho de 2025, mas é o segundo menor índice desde 2016, refletindo ações do governo Lula e desafios como a seca extrema. O Instituto Nacional de Pesquisa Espacial (Inpe) aponta que, apesar do aumento, a redução do desmatamento é possível com políticas eficazes. O Ibama embargou 5 mil propriedades, resultando em uma queda de 21% no desmatamento no Pará.

O Fundo Amazônia, criado em 2008, já apoiou mais de 133 projetos com mais de R$ 5 bilhões, mas enfrenta críticas por burocracia e falta de transparência na liberação de recursos. Especialistas pedem agilidade e inclusão.