Mais de 100 pessoas assinaram um manifesto contra a decisão do ICMBio e da Funai, que mantém os Guarani Mbya em uma reserva biológica no Paraná. O Fórum de Povos Tradicionais de Guaraqueçaba repudiou a medida, destacando a fragilidade da proteção ambiental.

Mais de cem pessoas assinaram um manifesto no final de março de 2025, em protesto contra a decisão do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai). A medida mantém a comunidade Guarani Mbya em uma reserva biológica localizada no Paraná. Ambientalistas afirmam que o acordo entre os órgãos do governo federal compromete a proteção das unidades de conservação e o direito a um meio ambiente saudável.
Em resposta ao manifesto, o Fórum de Povos e Comunidades Tradicionais de Guaraqueçaba, no Paraná, divulgou uma carta de repúdio, defendendo a permanência dos Guarani Mbya na região. O documento destaca a importância da proteção dos direitos territoriais dos indígenas e critica a decisão que os mantém em uma área restrita.
A sobreposição de terras indígenas e unidades de conservação é uma questão complexa no Brasil, frequentemente gerando conflitos. Os Guarani Mbya enfrentam desafios significativos para garantir sua permanência em suas terras tradicionais, enquanto as unidades de conservação visam proteger a biodiversidade e os ecossistemas locais.
O ICMBio e a Funai têm a responsabilidade de equilibrar a proteção ambiental com os direitos dos povos indígenas, mas essa tarefa se mostra difícil. A falta de um mapeamento preciso das sobreposições territoriais no Brasil agrava a situação, dificultando a resolução de conflitos e a definição de políticas públicas eficazes.
O manifesto e a carta de repúdio refletem a crescente mobilização da sociedade civil em defesa dos direitos indígenas e da conservação ambiental. A pressão sobre os órgãos governamentais aumenta à medida que mais pessoas se manifestam contra decisões que podem prejudicar comunidades tradicionais e a biodiversidade.
Em momentos como este, a união da sociedade pode fazer a diferença. Projetos que visam apoiar as comunidades afetadas e promover a preservação ambiental devem ser incentivados. A mobilização social é essencial para garantir que os direitos dos Guarani Mbya e a proteção das unidades de conservação sejam respeitados.

A peça "Do Começo ao Fim", do Coletivo Rasga, será apresentada no Teatro Fashion Mall de 14 de junho a 13 de julho, oferecendo uma experiência poética e lúdica para todas as idades. Com direção de Paula Aguas e Toni Rodrigues, a montagem explora temas como amor e amizade, unindo o Começo e o Fim em um abraço imaginativo. O elenco, composto por artistas do coletivo e um convidado, promete encantar o público com uma narrativa rica em metáforas e musicalidade.

Maria José Luacute Kapilango e 21 estudantes angolanos iniciam pós-graduação na Escola de Enfermagem da USP, visando fortalecer o sistema de saúde em Angola por meio de um novo convênio. A recepção contou com apresentações culturais e emocionantes homenagens à história de sua mãe, Judith Luacute, uma das pioneiras na formação de enfermeiros angolanos no Brasil.

Mauro Wainstock ressalta a urgência da comunicação intergeracional e do letramento etário para combater o etarismo nas organizações, promovendo ambientes inclusivos e inovadores. A inclusão etária é essencial para a produtividade e inovação, e ações práticas são necessárias para eliminar preconceitos relacionados à idade.

Luana Marques Ferreira, do Morro da Pedreira, foi aceita em seis universidades americanas para o doutorado em Química, escolhendo a University of Massachusetts Amherst. Ela deseja impactar sua comunidade com seu conhecimento.

Dados do IBGE indicam leve queda na informalidade no Brasil, que permanece em 38% da população ocupada. Especialistas alertam para a necessidade de políticas públicas que incentivem a formalização e protejam trabalhadores.

A Universidade das Quebradas lançou o curso "Suassuna Quebradeiro" em 2024, promovendo a formação de escritores periféricos no Rio de Janeiro, que é a Capital Mundial do Livro. A iniciativa visa dar voz à periferia e já resultou na publicação de obras.