A Morada.ai lançou o MIA Voice, assistente virtual por voz, e registrou crescimento de 400% nos atendimentos, prevendo interações com 1% da população brasileira até setembro de 2024. A startup, focada em imóveis populares, já atendeu quase meio milhão de pessoas.

Recentemente, a Morada.ai, uma startup que utiliza inteligência artificial para facilitar a venda de imóveis populares, lançou o MIA Voice, uma versão por voz de sua assistente virtual. Essa inovação resultou em um crescimento de quatrocentos por cento nos atendimentos, com a expectativa de interagir com um por cento da população brasileira até setembro de dois mil e vinte e quatro. A assistente já trocou mais de doze milhões de mensagens com quase quinhentas mil pessoas, demonstrando a eficácia do atendimento automatizado.
Um exemplo marcante do impacto da Morada.ai é a história de uma moradora do interior da Bahia, que, mesmo sendo analfabeta, conseguiu entender todos os detalhes sobre a compra de um imóvel através da MIA. A assistente virtual forneceu informações sobre valores de parcelas, localização e prazos, tudo isso sem a necessidade de um corretor ou formulários. Essa experiência ilustra a proposta da startup de democratizar o acesso à informação no setor imobiliário.
A Morada.ai foi criada em dois mil e vinte e um como uma spin-off da Kunumi, uma startup de inteligência artificial. Fundada por Luís Veloso e Ramon Azevedo, a empresa se especializou em atender um nicho pouco explorado: o atendimento automatizado para a venda de imóveis novos. A MIA foi projetada para lidar com as especificidades desse mercado, incluindo simulações de subsídios e coleta de documentos, além de transbordar para atendimento humano quando necessário.
Com o lançamento do MIA Voice, a startup busca atender um público que estava excluído do atendimento digital. Veloso destaca que a comunicação por voz é essencial para romper barreiras de compreensão. A MIA Voice interage de forma natural, respondendo a áudios e utilizando gírias e sotaques regionais, o que a torna mais acessível e eficaz do que muitos atendimentos humanos.
O programa Minha Casa Minha Vida, relançado em dois mil e vinte e três, é uma das principais políticas habitacionais do Brasil e concentra boa parte dos atendimentos da Morada.ai. Para muitas famílias com renda de até R$ 2.500,00, valores como R$ 200 mil podem parecer abstratos. A Morada.ai não apenas fornece informações, mas também realiza um esforço de tradução social, ajudando os clientes a compreenderem melhor o processo de compra.
Atualmente, a Morada.ai atende quase cem incorporadoras em dezessete estados, incluindo grandes nomes do setor imobiliário. A empresa recebeu um investimento de R$ 6 milhões em dois mil e vinte e quatro, que será utilizado para expandir a equipe e aprimorar suas tecnologias. Projetos como o da Morada.ai são fundamentais para promover a inclusão e o acesso à moradia. A união da sociedade civil pode ser um grande impulso para iniciativas que buscam ajudar os menos favorecidos a realizarem o sonho da casa própria.

Projeto de lei no Senado propõe que a vontade de doação de órgãos prevaleça sobre a autorização familiar, visando aumentar as doações no Brasil, onde 42,4% das famílias recusam. A mudança pode respeitar a decisão do doador mesmo após a morte.
O Ministério da Saúde e a Fiocruz lançaram o “Projeto Territórios Saudáveis e Sustentáveis”, com R$ 24 milhões para formar lideranças comunitárias em 27 estados, começando pelo Norte e Nordeste. O projeto visa integrar saberes locais e fortalecer a participação no Sistema Único de Saúde (SUS).

Gabriella Di Laccio, soprano brasileira, foi condecorada com a Ordem do Império Britânico por sua contribuição à música e à igualdade de gênero, destacando-se na promoção de obras de compositoras. A artista, que fundou a Fundação Donne, luta pela inclusão feminina na música clássica e realizou um concerto recorde de 26 horas com obras de mulheres e artistas não binários.

O Grupo L’Oréal e o Movimento pela Equidade Racial lançam o Código de Defesa e Inclusão do Consumidor Negro para combater o racismo no varejo de luxo e promover a equidade racial. A iniciativa surge após pesquisa que identificou práticas discriminatórias e propõe normas para melhorar a experiência de compra de consumidores negros.

O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) ampliou o Programa Bolsa Família (PBF) para incluir famílias em situação de rua e risco alimentar, com pagamento previsto para julho de 2025. A medida visa fortalecer a proteção social e a segurança alimentar de grupos vulneráveis.
Na 15ª Reunião de Ministros da Saúde dos BRICS, foi proposta uma parceria para eliminar doenças socialmente determinadas até 2030, inspirada no Programa Brasil Saudável. O Brasil busca avançar na equidade em saúde.