Leandra Leal, atriz carioca, fará sua estreia no streaming com uma participação na minissérie "Emergência radioativa" da Netflix e se tornará sócia da escola antirracista Maria Felipa. Ela também repetirá a parceria com Fernando Coimbra no filme "Os enforcados", previsto para estrear em 21 de agosto. Leal destaca a importância da educação na transformação social e a relevância de narrativas brasileiras.

Leandra Leal, atriz carioca de 42 anos, anunciou novos projetos em sua carreira, destacando-se como uma figura importante na arte brasileira. Ela fará uma participação especial na minissérie “Emergência radioativa”, da Netflix, que marca seu primeiro trabalho no streaming e seu retorno à televisão após o nascimento de seu segundo filho, Damião, em agosto. A trama é um suspense baseado no acidente com o Césio-137, ocorrido em Goiânia em mil novecentos e oitenta e sete, que gerou uma corrida contra o tempo para salvar vidas.
A atriz enfatizou a importância de contar histórias que refletem a realidade brasileira. “O Brasil tem um potencial de narrativas e de histórias que podem ser contadas. Como esse caso, que é uma tragédia seríssima”, afirmou Leandra. Ela também destacou o papel crucial da educação na construção de uma sociedade mais justa, ao se tornar sócia da escola antirracista Maria Felipa, a primeira do Brasil. “Acredito que a educação é a maior ferramenta de transformação que temos ao nosso alcance”, completou.
Leandra conheceu a escola durante uma pesquisa para a educação de sua filha, Júlia. A Maria Felipa se destaca por abordar a história do Brasil de forma igualitária, descolonizando a educação e afastando-se de uma visão eurocêntrica. A atriz acredita que essa abordagem é essencial para formar cidadãos críticos e conscientes.
Além de “Emergência radioativa”, Leandra Leal repetirá a parceria com o diretor Fernando Coimbra no filme “Os enforcados”, que tem estreia prevista para 21 de agosto nos cinemas. A dupla já trabalhou junta em “O lobo atrás da porta”, um filme que abordou um caso real que chocou o Brasil na década de sessenta.
Com sua nova participação na Netflix e seu envolvimento em projetos educacionais, Leandra Leal reafirma seu compromisso com a cultura e a transformação social. Sua trajetória inspira muitos a se engajar em causas que promovem a igualdade e a justiça social, especialmente em um momento em que a educação é mais necessária do que nunca.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos a terem acesso a uma educação de qualidade e a histórias que precisam ser contadas. Projetos como esses devem ser estimulados pela sociedade civil, promovendo um futuro mais justo e igualitário para todos.

Ministros da Saúde e da Fazenda anunciaram um programa que permitirá a hospitais privados e filantrópicos trocarem dívidas por atendimentos ao SUS, visando reduzir filas a partir de 2025. A adesão é voluntária e os hospitais devem comprovar capacidade técnica.

A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, anunciou um ciclo de investimentos de R$ 32 bilhões em áreas essenciais, visando reduzir desigualdades e melhorar a infraestrutura do estado. Lyra destacou a concessão de R$ 25 bilhões em saneamento, R$ 1 bilhão em educação e R$ 6 bilhões em infraestrutura, ressaltando a queda do desemprego de 15% para 10%.

Menina de 8 anos faleceu após participar do 'desafio do desodorante', evidenciando a falta de supervisão parental e a urgência de regulamentação nas redes sociais. O caso gerou preocupação entre pais e especialistas.

Sobreviventes de câncer pediátrico na América Latina enfrentam sérias complicações físicas e mentais, com apenas um terço realizando exames regulares. Estudo destaca a urgência de acompanhamento estruturado e políticas públicas eficazes.

A Casa França-Brasil se tornará Casa Brasil a partir de 27 de junho, promovendo a arte nacional e abrindo acesso à Orla Conde. O projeto é patrocinado pela Petrobras e inclui uma chamada para projetos artísticos.

Ícaro Conceição, chef nômade de 33 anos, destacou-se em 2024 ao produzir mais de 20 mil refeições diárias para vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul, sendo apelidado de miniGordon Ramsay.