O livro "A história do tênis no Brasil" receberá R$ 600 mil do Ministério da Cultura para narrar a evolução do esporte no país, destacando ícones como Maria Esther Bueno e Gustavo Kuerten, além da nova geração.

O livro "A história do tênis no Brasil" está em desenvolvimento e recebeu autorização do Ministério da Cultura para captar R$ 600 mil. A obra abordará a trajetória do tênis no Brasil desde o século XIX até os dias atuais, destacando ícones do esporte.
Entre os grandes nomes que serão celebrados, estão Maria Esther Bueno, com seus dezenove títulos de Grand Slam, e Gustavo Kuerten, que levou o Brasil ao topo do ranking mundial. O livro também revisitará conquistas históricas, como as vitórias na Copa Davis e em Roland Garros.
A nova geração de tenistas, representada por Bia Haddad Maia e João Fonseca, também terá seu espaço na narrativa. O fenômeno João Fonseca, em especial, é um dos destaques que impulsionam o interesse pelo esporte atualmente.
O projeto visa não apenas resgatar a história do tênis, mas também inspirar novas gerações a se envolverem com o esporte. A captação de recursos é fundamental para garantir a qualidade e a abrangência da obra.
Além de contar a história do tênis, o livro pretende fomentar o debate sobre a importância do esporte na formação de cidadãos e na promoção da saúde e bem-estar. A obra será uma ferramenta valiosa para educadores e amantes do esporte.
Iniciativas como essa merecem o apoio da sociedade civil, pois a valorização da cultura esportiva é essencial para o desenvolvimento de novos talentos e para a preservação da memória esportiva do Brasil.

Uma vaquinha para o traslado do corpo de Rômulo Cerasuolo, atropelado em Dublin, arrecadou mais de R$ 30 mil e €12 mil. A polícia irlandesa busca testemunhas do acidente que chocou a família.

Uma nova campanha no site Vakinha arrecadou mais de R$ 130 mil para o tratamento do Padre Lucas Shalom, que enfrenta um linfoma de Hodgkin. A mobilização, com apoio da comunidade católica e do Cardeal Paulo Cezar Costa, visa cobrir custos de imunoterapia e cirurgia.

Thiago Torres, o Chavoso da USP, foi condenado a dez meses e 15 dias de prisão em regime aberto por injúria e difamação contra o ex-prefeito de Guarulhos, Guti, após críticas à extinção da Proguaru. A pena foi convertida em serviços comunitários e multas, e Chavoso alega que a decisão ataca a liberdade de expressão.

Manu e sua equipe enfrentaram um desabamento que destruiu sua loja, única fonte de renda. Para recomeçar, ela lançou uma vaquinha online visando arrecadar fundos para adquirir uma máquina mexedora e insumos.

Marcelo Kosake, tricampeão brasileiro de skate vertical, enfrenta um desafio após uma grave infecção que resultou em três cirurgias. Ele busca apoio financeiro para sua reabilitação e despesas básicas.

Kamilly, de 21 anos, ficou tetraplégica após um acidente em outubro de 2024. Sua família enfrenta dificuldades financeiras e lançou uma vaquinha para custear tratamentos que possam ajudá-la a recuperar a mobilidade.