Luana Piovani, em entrevista ao Fantástico, afirmou que prefere a solidão a um casamento solitário, abordou a maternidade e a depressão materna, e reafirmou sua coragem diante de polêmicas. A atriz destacou a importância de discutir temas difíceis e sua luta pelos direitos das mulheres e crianças.

Luana Piovani, atriz e ativista, afirmou em entrevista ao programa Fantástico, no último domingo (29), que prefere a solidão a um casamento em que se sinta desrespeitada. A atriz declarou: "Se for para estar casada e sozinha, para mim é melhor ser sozinha sozinha". Ela também abordou sua visão sobre maternidade e a depressão que sua mãe enfrentou, revelando que, em sua infância, não compreendia a dor da mãe.
Durante a conversa, Piovani expressou que a maternidade pode ser ingrata, pois os filhos não conseguem entender os sacrifícios feitos pelas mães. Ela refletiu: "Eu talvez tenha sido ingrata com a minha mãe, em alguns momentos", reconhecendo que a depressão é uma doença, assim como diabetes.
A atriz não demonstrou receio em relação a polêmicas e julgamentos, afirmando que considera importante discutir temas que incomodam. Em resposta a uma pergunta sobre arrependimentos, ela disse: "Eu já olhei para trás e pensei que poderia ter usado outras palavras, mas nunca deixar de falar o que falei".
Piovani participou do quadro Pode Perguntar, onde foi entrevistada por pessoas com Transtorno do Espectro Autista. Ela destacou a importância de falar sobre questões que afetam a sociedade e a necessidade de dar voz a quem não a tem.
Além disso, a atriz compartilhou sua experiência ao apoiar uma amiga que foi expulsa de um café por causa de seu filho. Ela denunciou o ocorrido publicamente, afirmando que é necessário "botar fogo em Roma" para promover mudanças e conscientização sobre os direitos das pessoas atípicas.
A postura de Luana Piovani ressalta a importância de se manifestar contra injustiças e apoiar causas sociais. A união em torno de projetos que visam ajudar mães e crianças em situações vulneráveis pode fazer a diferença na vida de muitas pessoas. Nossa solidariedade pode ser um passo importante para transformar realidades e apoiar aqueles que mais precisam.

O BNDES lançou um novo ciclo do programa BNDES Garagem, que irá selecionar até 100 startups até 2026, oferecendo prêmios de até R$ 160 mil e priorizando diversidade e inclusão. A iniciativa visa impulsionar soluções para desafios nacionais, como sustentabilidade e geração de emprego.

A primeira edição do Festival Negritudes Globo em Brasília promoveu diálogos sobre representatividade e justiça social, reunindo líderes negros da arte e do Judiciário. O evento destacou a importância do audiovisual na luta contra injustiças raciais.

O A.C.Camargo Cancer Center firmou parceria com o CONASEMS para um curso gratuito de oncologia na Atenção Primária, capacitando 550 mil profissionais de saúde em todo o Brasil a partir de junho de 2025. Essa iniciativa visa aprimorar a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer, fortalecendo o Sistema Único de Saúde (SUS) e promovendo a saúde pública.

Câmara dos Deputados discute projeto de lei para proteger crianças e adolescentes da exploração digital, com apoio de diversos setores e propostas de criminalização da sexualização infantil. A comissão geral, liderada pelo presidente Hugo Motta, visa criar regulamentações para redes sociais e jogos online, destacando a urgência da proteção infantil.

Bárbara Hellen, atleta de karatê, busca apoio financeiro para competições internacionais. A atleta, que começou sua trajetória em um projeto social, já conquistou diversas medalhas e arrecadou R$ 25 mil em sua campanha no Vakinha. Em 2025, ela competirá em novos desafios em países como Chipre, China, Egito, México e Marrocos.

A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que visa proteger crianças e adolescentes nas redes sociais, em resposta a discussões sobre a exposição de menores. O texto estabelece responsabilidades para plataformas digitais e mecanismos de controle para pais.